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Feira de Ciência realizada pela Uern é aprovada em chamada do CNPq para mais duas edições

A Feira Estadual de Ciência, Tecnologia e Inovação do Rio Grande do Norte (Fecitern), sob a coordenação da Profa. Dr. Simone Cabral dos Santos, da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (Uern) Pau dos Ferros, foi aprovada pela  Chamada CNPq/MCTI/MEC N° 09/2026 – Feiras de Ciências e Mostras Científicas – POP CIÊNCIA. O projeto terá o custeio R$ 184.884,00 para dois anos. 

O projeto  da Fecitern já havia sido aprovado no edital de 2025. E agora, o resultado divulgado pelo CNPq aprova a segunda e a terceira edição da Feira, que serão realizadas nos anos de 2026 e 2027.  É importante destacar que a Feira Uern teve a melhor posição no Rio Grande do Norte. 

A Feira será realizada na Uern Natal. O evento envolve  estudantes de escolas estaduais de Ensino Fundamental (anos finais), Ensino Médio e técnico das Diretorias Regionais de Educação e Cultura, da Secretaria de Estado da Educação e da Cultura do Rio Grande do Norte – (Direcs/SEEC/RN).  Além de escolas municipais, privadas e federais de municípios localizados do sertão ao litoral do estado potiguar.

“Avalio essa aprovação da Fecitern como uma resposta ao compromisso da Uern com a formação e qualificação da educação básica, ao promover a ciência na escola, valorizando todas as áreas do conhecimento para além das fronteiras de disciplinas”, destaca a professora.   

Ela enfatiza que a Feira é resultado de uma Política Pública de continuidade de investimento em ciência na Educação Básica, a partir do estreitamento de laços de agências de fomento, como CNPq e Fapern, com a escola. “É importante destacar que a Fecitern compõe uma das ações do Programa Mais Cultura Científica no RN, da FAPERN, também aprovada em 2025 via chamada pública”, frisa. 

Vale destacar que desde 2013, projetos para realização de feiras de ciências, sob a coordenação da Profa. Simone Cabral, têm sido contemplados com recursos do CNPq. “Com a Fecitern estamos ampliando a participação de estudantes oriundos de diferentes regiões do estado potiguar que ainda não tiveram oportunidade de participar de uma Feira de Ciências de abrangência estadual”, diz a professora.

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