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Mestranda da UERN apresenta trabalho pioneiro sobre pronto-socorro energético

Nesta segunda-feira, 17, a aluna Raiane Caroline da Silva França, do Programa de Pós-Graduação em Saúde e Sociedade da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (PPGSS/UERN), apresentou sua dissertação de mestrado com o tema “A contribuição do pronto-socorro energético para a saúde do trabalhador”.

Realizado no auditório da Faculdade de Enfermagem (FAEN), o trabalho teve como orientadora a Profª. Drª. Isabel Cristina Amaral de Sousa Rosso Nelson.

A defesa tratou dos resultados obtidos nos serviços de práticas integrativas prestados por meio do pronto-socorro energético no Hospital Regional Tarcísio Maia (HRTM).

Instalado em julho de 2018, o serviço é o primeiro do tipo no País e tem como objetivo ajudar o servidor da unidade a combater danos laborais, como dores, insônia e estresse, contribuindo com sua qualidade de vida.

Raiane destacou que a pesquisa constata a alta pressão sofrida pelos servidores do hospital e como a realização de práticas integrativas pode ajudar a melhorar esse quadro negativo. “Além dos danos do trabalho, são servidores que vivenciam uma carga horária até em outros locais de trabalho, têm os próprios problemas pessoais, então eram servidores que estavam muito desgastados”, relatou.

Com a instalação do pronto-socorro, houve registro de melhoria na saúde desses profissionais, que passaram a ter menos dores musculares, menos estresse e conseguiram interagir mais, melhorando o ambiente de trabalho.

De acordo com a mestranda, “Outra melhora significativa foi em relação à gestão do autocuidado. Então, eles relatavam nas falas que não tinham um olhar para si, que estavam preocupados em olhar para o outro no ambiente de trabalho, mas não tinham um olhar para si”.

Para a professora Isabel Amaral, “O trabalho desenvolvido é um marco por ser o pronto-socorro energético o primeiro do País”. O docente explicou ainda que esse tipo de atendimento “perpassa por hospitais, por clínicas, por UPAs”, sendo atualmente política nacional de saúde pública.

“A gente precisa olhar para uma política pública de saúde, que favorece o bem-estar e o viver bem, que a gente chama de salutogênese. Ou seja, como as pessoas podem ter saúde e não como se pode curar doença”, ensinou Isabel.

O pronto-socorro energético do HRTM conta sete pessoas, dentre professores, pesquisadores e voluntários.

Saiba mais: Projeto da UERN desperta um novo olhar sobre o atendimento da saúde

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