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UERN sedia Jornada Fladem Brasil com debate sobre Educação Musical

No último sábado (13), a Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN) sediou a Jornada Fladem Brasil, evento do Fórum Latino-Americano de Educação Musical. A ação está acontecendo em 23 cidades no Brasil, com o tema “Educação Musical, Democracia e Práticas Emancipatórias: Perspectivas e Abordagens”.

O objetivo da II Jornada Fladem Brasil é investigar e propor práticas e políticas de educação musical centrada nas lógicas próprias dos países da América Latina. Cada cidade sede da Jornada tem sua programação local, a fim de promover um debate entre os princípios de ação do FLADEM.

Em Mossoró, a programação ocorreu no auditório do Departamento de Artes da Faculdade de Letras e Artes da UERN (DART/FALA). A Jornada contou com apresentação musical do aluno Severo Ricardo, oficinas e mesa-redonda sobre “Educação musical, Democracia e Práticas Emancipatórias: perspectivas e abordagens”, com a presença de Anderson Araújo (UERN), Viviane Vaz (UERN), Flávia Fagundes (UERN), Maristela Mosca (UFRN) e Catarina Shin (UFRN).

“A professora Catarina Shin trouxe dois grupos musicais, o “Vivendo o Canto” e “Esperança Vida”, que tem em sua composição pessoas com deficiência. Foi um momento importante para o debate sobre a inclusão por meio da música”, destaca a representante estadual do diretório-geral do Fladem Brasil, Flávia Fagundes.

Conforme a professora, a Jornada, que foi realizada em conjunto com a DART, fortaleceu e potencializou o curso de licenciatura em Música e ampliou as possibilidades de compartilhamento e discussões sobre a educação musical em todo o Estado. Também foi um momento propício para a troca de experiência entre os cursos de Música da UERN e UFRN, bem como a discussão de parceria para otimizar o processo de inclusão na área.

“Nessa Jornada conseguimos motivar alunos a participarem da organização do evento, estimulando a reflexão e discussão sobre diferentes perspectivas da educação musical no nosso País, além de propor discussões pertinentes sobre inclusão, sobre a educação musical brasileira, cultura popular (ensino e aprendizagem musical por meio da rabeca com mestre rabequeiro) e sobre a atual conjuntura política do nosso País”, conclui a professora Flávia Fagundes.

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