A reitora da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (Uern), Cicília Maia, e presidente da Associação Brasileira de Reitoras e Reitores de Universidades Estaduais e Municipais (Abruem) participou na última segunda-feira (23) da cerimônia comemorativa dos 75 anos do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). A solenidade aconteceu no Teatro Nacional, em Brasília.
O CNPq é a principal agência de fomento à pesquisa científica, financiando projetos e formando recursos humanos em todas as áreas do conhecimento. Essa atuação se articula com a rede de unidades de pesquisa do ministério, universidades e institutos em todo o território nacional, garantindo capilaridade às políticas públicas e sustentando programas estruturantes que vão da iniciação científica à pesquisa de ponta. A integração permite que o investimento público em ciência alcance desde a formação de jovens talentos até a consolidação de áreas estratégicas.
Para a reitora da Uern, professora Cicília Maia, a campanha de aniversário diz muito sobre a importância do CNPq para a ciência no Brasil. “‘Fundamental para a Ciência. Essencial para o Brasil’. Não tem como falarmos em ciência no Brasil sem falar no CNPq, que é a principal agência de fomento à pesquisa científica no nosso país. Na Uern, temos inúmeros projetos realizados com o financiamento do CNPq. E esse volume comprova também a nossa qualidade científica, uma vez que para obter o financiamento, nossos pesquisadores participam de editais e chamadas públicas nacionais. Parabéns, e vida longa ao CNPq. A ciência brasileira agradece.”
A ministra de Ciência e Tecnologia, Luciana Santos, participou da solenidade e anunciou uma série de iniciativas para ampliar as ações do CNPq, entre elas, a criação de Redes Estaduais de Popularização da Ciência, com R$ 300 milhões em investimentos, voltadas à difusão do conhecimento e ao fortalecimento da cultura científica em todo o território nacional.
Para 2026, o CNPq deve entrar em uma fase marcada pela execução das diretrizes da nova Estratégia Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação, com foco em prioridades como soberania tecnológica, fortalecimento de áreas estratégicas e maior articulação com políticas públicas. A tendência é de um sistema mais orientado por missões, com indução de pesquisas em temas como terras raras, tecnologias emergentes e soluções aplicadas ao desenvolvimento nacional, ampliando o papel do CNPq como instrumento central de execução das políticas do MCTI.
