Todo o início do ano, a Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (Uern) intensifica as ações voltadas para o cuidado com as emoções e a saúde mental, alinhadas com a campanha nacional do Janeiro Branco. A proposta é aproveitar esse momento de reflexão e de planejamento de início de ano, atrelado à simbologia de recomeço, para debater a importância do olhar para si e para o outro com mais empatia e acolhimento.
As ações da campanha Janeiro Branco da Uern envolvem docentes, técnicos-administrativos e discentes. O objetivo é incentivar a comunidade acadêmica a quebrar paradigmas e buscar atendimento sempre que achar necessário, sem preocupação com julgamentos ou comentários do próximo.
Dentro dessa proposta do Janeiro Branco, durante todo o ano, a Universidade realiza uma série de ações como cursos, rodas de conversa e palestras, no intuito de conscientizar sobre a importância de manter a mente saudável. Além disso, a instituição oferece para a comunidade acadêmica atendimentos psicossociais, objetivando fazer uma escuta qualificada, um apoio e um cuidado com a saúde mental.
Por meio da Pró-reitoria de Gestão de Pessoas (Progep), através do Setor de Assistência ao Servidor, a Uern oferta para docenrtes e técnicos-administrativos atendimento especializado em psicologia organizacional, em busca da saúde, qualidade de vida e bem-estar na rotina profissional. Os atendimentos e acompanhamentos se configuram em individuais e/ou coletivos de acordo com as necessidades. O servidor interessado ou o chefe imediato pode agendar horário para atendimento no SAS através do e-mail:ddo.progep@uern.br.
Já os discentes têm acesso a esses cuidados através de uma equipe multiprofissional da Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis (Prae) composta por psicóloga clínica, psicóloga educacional, psicopedagoga e assistente social. Para ter acesso, basta enviar e-mail para apoiomultiprofissional.prae@uern.br solicitando o atendimento.
Uma novidade em relação a este tema é que, a partir deste ano, a Uern passará a mapear os riscos psicossociais, seguindo orientação da Norma Regulamentadora 1 (NR-1), do Ministério do Trabalho e Emprego. “Antes víamos apenas a questão dos riscos biológicos e físicos, por exemplo, e não existia obrigatoriedade de avaliar os riscos psicossociais. Mas hoje, percebendo doenças como burnout e ansiedade generalizada, que causam impacto no trabalho, elas precisarão ser avaliadas e notificadas”, reforçou a psicóloga da Uern, Nathaly Andrade.
