{"id":2279,"date":"2023-06-18T06:33:00","date_gmt":"2023-06-18T09:33:00","guid":{"rendered":"https:\/\/portal.uern.br\/proex\/blog\/2023\/06\/18\/projeto-com-participacao-da-uern-reduz-mortes-de-aves-migratorias\/"},"modified":"2023-06-18T06:33:00","modified_gmt":"2023-06-18T09:33:00","slug":"projeto-com-participacao-da-uern-reduz-mortes-de-aves-migratorias","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/portal.uern.br\/proex\/blog\/2023\/06\/18\/projeto-com-participacao-da-uern-reduz-mortes-de-aves-migratorias\/","title":{"rendered":"Projeto com participa\u00e7\u00e3o da Uern reduz mortes de aves migrat\u00f3rias"},"content":{"rendered":"<p>A Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (Uern) participa de um projeto que vem diminuindo as mortes de Sterna dougallii \u2013 uma ave migrat\u00f3ria popularmente conhecida como Trinta-r\u00e9is-r\u00f3seo -, em Galinhos, munic\u00edpio localizado no litoral norte potiguar. Amea\u00e7ada de extin\u00e7\u00e3o, as aves acabavam colidindo com linhas de energia. A partir da instala\u00e7\u00e3o de sinalizadores nos fios, o n\u00famero de casos caiu consideravelmente nos \u00faltimos anos.<\/p>\n<p>O problema foi detectado pelo Projeto Cet\u00e1ceos da Costa Branca (PCCB) da Uern e pelo Centro de Estudos e Monitoramento Ambiental (Cemam), uma organiza\u00e7\u00e3o sem fins lucrativos que pesquisa a vida marinha. Foi verificado, a partir de 2014, um aumento do n\u00famero de mortes dessas aves pr\u00f3ximas a uma linha de distribui\u00e7\u00e3o de energia, entre as comunidades de Galos e Galinhos.<\/p>\n<p>Alguns desses animais encontrados ap\u00f3s as colis\u00f5es possu\u00edam anilhas americanas. Os anilhamentos haviam sido feitos por Helen Hays, pesquisadora que atuava em Great Gull Island, em Nova Yorque, Estados Unidos, que revelou preocupa\u00e7\u00e3o, uma vez que o trinta-r\u00e9is-r\u00f3seo corre riscos no mundo todo de ser extinta. Em seguida, Hays intermediou o contato da Uern com a pesquisadora Joan Walsh, da ONG Massachusetts Audubon Society, que veio at\u00e9 o local, em 2018, analisar de perto o cen\u00e1rio.<\/p>\n<figure aria-describedby=\"caption-attachment-108335\" class=\"wp-caption alignleft\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"size-medium wp-image-108335\" src=\"https:\/\/portal.uern.br\/wp-content\/uploads\/2023\/06\/Rafael-Angelo-Revoredo-e-biologo-do-Cemam-e-do-Projeto-Cetaceos-Arquivo-pessoal-300x300.jpeg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"300\" srcset=\"https:\/\/portal.uern.br\/wp-content\/uploads\/2023\/06\/Rafael-Angelo-Revoredo-e-biologo-do-Cemam-e-do-Projeto-Cetaceos-Arquivo-pessoal-300x300.jpeg 300w, https:\/\/portal.uern.br\/wp-content\/uploads\/2023\/06\/Rafael-Angelo-Revoredo-e-biologo-do-Cemam-e-do-Projeto-Cetaceos-Arquivo-pessoal-150x150.jpeg 150w, https:\/\/portal.uern.br\/wp-content\/uploads\/2023\/06\/Rafael-Angelo-Revoredo-e-biologo-do-Cemam-e-do-Projeto-Cetaceos-Arquivo-pessoal-100x100.jpeg 100w, https:\/\/portal.uern.br\/wp-content\/uploads\/2023\/06\/Rafael-Angelo-Revoredo-e-biologo-do-Cemam-e-do-Projeto-Cetaceos-Arquivo-pessoal.jpeg 640w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\"><figcaption class=\"wp-caption-text\">Rafael \u00c2ngelo Revor\u00eado \u00e9 bi\u00f3logo do Cemam e do Projeto Cet\u00e1ceos \u2013 Arquivo pessoal<\/figcaption><\/figure>\n<p>Entre 2014 e 2017, morreram 150 aves, sendo 06 em 2014, 20 em 2015, 14 em 2016 e o pico em 2017, com 110 ocorr\u00eancias. O crescimento pode estar relacionado \u00e0 constru\u00e7\u00e3o de um parque \u00e9olico pr\u00f3ximo ao local, que influenciou nas rotas das aves, fazendo com que as mesmas se aproximassem ainda mais das linhas de energia.<\/p>\n<p>\u201cA partir de 2015 n\u00f3s temos um aumento no n\u00famero de colis\u00f5es depois da constru\u00e7\u00e3o de um parque e\u00f3lico na regi\u00e3o, em 2014. Esse parque reduziu o habitat dos animais e mudou a din\u00e2mica de voo das aves, levando elas a transitar mais pr\u00f3ximo \u00e0 linha e consequentemente causando um aumento nas colis\u00f5es\u201d, explicou Rafael \u00c2ngelo Revor\u00eado, bi\u00f3logo do Cemam e do Projeto Cet\u00e1ceos, que esteve nos Estados Unidos no ano passado para monitorar a reprodu\u00e7\u00e3o dos trinta-r\u00e9is-r\u00f3seos na col\u00f4nia reprodutiva de Great Gull Island.<\/p>\n<p>Ap\u00f3s reuni\u00f5es, pesquisas e notas t\u00e9cnicas, os pesquisadores chegaram \u00e0 conclus\u00e3o que deveria haver sinalizadores nos fios de energia para alertar os animais do perigo. O U.S. Fish and Wildlife Service, atrav\u00e9s da Mass Audubon, financiou cerca de 104 mil d\u00f3lares para a realiza\u00e7\u00e3o dos estudos e aquisi\u00e7\u00e3o dos materiais.<\/p>\n<figure aria-describedby=\"caption-attachment-108334\" class=\"wp-caption alignright\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"size-medium wp-image-108334\" src=\"https:\/\/portal.uern.br\/wp-content\/uploads\/2023\/06\/Objeto-reflete-luz-do-sol-de-dia-absorve-energia-solar-e-brilha-a-noite-Foto-Reproducao-da-internet-300x150.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"150\" srcset=\"https:\/\/portal.uern.br\/wp-content\/uploads\/2023\/06\/Objeto-reflete-luz-do-sol-de-dia-absorve-energia-solar-e-brilha-a-noite-Foto-Reproducao-da-internet-300x150.jpg 300w, https:\/\/portal.uern.br\/wp-content\/uploads\/2023\/06\/Objeto-reflete-luz-do-sol-de-dia-absorve-energia-solar-e-brilha-a-noite-Foto-Reproducao-da-internet.jpg 600w\" sizes=\"auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px\"><figcaption class=\"wp-caption-text\">Objeto reflete luz do sol de dia, absorve energia solar e brilha \u00e0 noite \u2013 Foto Reprodu\u00e7\u00e3o da internet<\/figcaption><\/figure>\n<p>Para proporcionar visibilidade 24 horas por dia, os marcadores escolhidos t\u00eam dois tipos de fitas \u2013 uma que reflete a luz do sol e outra que absorve a energia solar durante o dia e brilha \u00e0 noite.<\/p>\n<p>As oscila\u00e7\u00f5es de colis\u00f5es nos anos anteriores \u00e0 coloca\u00e7\u00e3o dos sinalizadores s\u00e3o atribu\u00eddos principalmente a uma poss\u00edvel din\u00e2mica natural de presen\u00e7a ou aus\u00eancia das aves na regi\u00e3o, segundo Revor\u00eado.<\/p>\n<p>\u201cNa verdade, n\u00f3s nem consideramos estaticamente como uma redu\u00e7\u00e3o em 2018 e 2019. N\u00e3o h\u00e1 diferen\u00e7a significativa em rela\u00e7\u00e3o aos anos com altas colis\u00f5es. A redu\u00e7\u00e3o mesmo s\u00f3 veio em 2021 com a instala\u00e7\u00e3o dos marcadores nas fia\u00e7\u00f5es\u201d, completa.<\/p>\n<p>Em 2020, o monitoramento na regi\u00e3o aconteceu de forma parcial em virtude da pandemia de Covid-19. Dessa forma, acrescenta o pesquisador, os dados n\u00e3o refletem o mesmo esfor\u00e7o amostral dos anos anteriores e podem estar subestimados. De qualquer forma, foram contabilizadas 10 mortes.<\/p>\n<figure aria-describedby=\"caption-attachment-108336\" class=\"wp-caption alignleft\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"size-medium wp-image-108336\" src=\"https:\/\/portal.uern.br\/wp-content\/uploads\/2023\/06\/Equipes-fazem-o-monitoramento-nas-regioes-da-linha-de-energia-Foto-Cemam-226x300.webp\" alt=\"\" width=\"226\" height=\"300\" srcset=\"https:\/\/portal.uern.br\/wp-content\/uploads\/2023\/06\/Equipes-fazem-o-monitoramento-nas-regioes-da-linha-de-energia-Foto-Cemam-226x300.webp 226w, https:\/\/portal.uern.br\/wp-content\/uploads\/2023\/06\/Equipes-fazem-o-monitoramento-nas-regioes-da-linha-de-energia-Foto-Cemam.webp 675w\" sizes=\"auto, (max-width: 226px) 100vw, 226px\"><figcaption class=\"wp-caption-text\">Equipes fazem o monitoramento nas regi\u00f5es da linha de energia \u2013 Foto Cemam<\/figcaption><\/figure>\n<p>Depois da instala\u00e7\u00e3o dos sinalizadores, foram registrados 12 casos em 2022 e, at\u00e9 o momento, 20 em 2023.<\/p>\n<p>Atividades complementares tamb\u00e9m se somaram ao monitoramento da linha de distribui\u00e7\u00e3o de energia. Novas \u00e1reas de risco foram identificadas e passaram a ser monitoradas, como \u00e9 o caso de um trecho da rodovia estadual RN-402. Al\u00e9m disso, foram realizados estudos de observa\u00e7\u00e3o de trinta-r\u00e9is em cinco pontos da regi\u00e3o da pen\u00ednsula de Galinhos para identificar como se d\u00e1 a utiliza\u00e7\u00e3o da \u00e1rea pelas aves.<\/p>\n<p>O professor Fl\u00e1vio Lima, coordenador geral do Projeto Cet\u00e1ceos destaca o importante papel da Uern na cria\u00e7\u00e3o de uma rede de pesquisadores e institui\u00e7\u00f5es do Brasil e de outros pa\u00edses, na elabora\u00e7\u00e3o de projetos para capta\u00e7\u00e3o de recursos e na participa\u00e7\u00e3o de proposi\u00e7\u00e3o de medidas com base cient\u00edfica na mitiga\u00e7\u00e3o dos impactos relacionados a mortandade das aves.<\/p>\n<p>\u201cA Uern est\u00e1 a\u00ed cumprindo sua miss\u00e3o de ensino, pesquisa e extens\u00e3o de forma a integrar a sociedade, diversos atores e institui\u00e7\u00f5es governamentais e n\u00e3o-governamentais para ampliar o conhecimento cient\u00edfico e desenvolver estrat\u00e9gias de conserva\u00e7\u00e3o das esp\u00e9cies e dos ambientes em que ocorre\u201d, finalizou.<\/p>\n<p><strong>Trinta-r\u00e9is-r\u00f3seo<\/strong><\/p>\n<p>De cor predominantemente branca, e com a regi\u00e3o superior da cabe\u00e7a preta, os trinta-r\u00e9is s\u00e3o aves carism\u00e1ticas que encantam admiradores de todo o mundo.<\/p>\n<p>A esp\u00e9cie Sterna dougallii, conhecida como trinta-r\u00e9is-r\u00f3seo, gaivotinha, andorinha-branca ou andorinha-do-mar-r\u00f3sea pode pesar cerca de 119 gramas e possuir 79 cm de envergadura. Elas surpreendem pela capacidade de migrar grandes dist\u00e2ncias todos os anos. Pouco antes do in\u00edcio do inverno rigoroso do Hemisf\u00e9rio Norte, elas voam de pa\u00edses como Canad\u00e1 e Estados Unidos, e migram para a Am\u00e9rica do Sul em busca de um clima mais ameno, fartura de alimentos e bons locais de descanso.<\/p>\n<figure aria-describedby=\"caption-attachment-108337\" class=\"wp-caption alignright\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"size-medium wp-image-108337\" src=\"https:\/\/portal.uern.br\/wp-content\/uploads\/2023\/06\/Animais-costumam-migrar-entre-as-americas-do-Norte-e-do-Sul-Foto-Pedro-Lima-1-300x225.webp\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"225\" srcset=\"https:\/\/portal.uern.br\/wp-content\/uploads\/2023\/06\/Animais-costumam-migrar-entre-as-americas-do-Norte-e-do-Sul-Foto-Pedro-Lima-1-300x225.webp 300w, https:\/\/portal.uern.br\/wp-content\/uploads\/2023\/06\/Animais-costumam-migrar-entre-as-americas-do-Norte-e-do-Sul-Foto-Pedro-Lima-1-1024x768.webp 1024w, https:\/\/portal.uern.br\/wp-content\/uploads\/2023\/06\/Animais-costumam-migrar-entre-as-americas-do-Norte-e-do-Sul-Foto-Pedro-Lima-1-768x576.webp 768w, https:\/\/portal.uern.br\/wp-content\/uploads\/2023\/06\/Animais-costumam-migrar-entre-as-americas-do-Norte-e-do-Sul-Foto-Pedro-Lima-1-600x450.webp 600w, https:\/\/portal.uern.br\/wp-content\/uploads\/2023\/06\/Animais-costumam-migrar-entre-as-americas-do-Norte-e-do-Sul-Foto-Pedro-Lima-1.webp 1200w\" sizes=\"auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px\"><figcaption class=\"wp-caption-text\">Animais costumam migrar entre as am\u00e9ricas do Norte e do Sul \u2013 Foto Pedro Lima<\/figcaption><\/figure>\n<p>Quando a temporada de inverno no Hemisf\u00e9rio Norte chega ao fim elas batem asas de volta para l\u00e1 e iniciam a temporada de reprodu\u00e7\u00e3o, que \u00e9 quando esses animais se re\u00fanem em col\u00f4nias de nidifica\u00e7\u00e3o e realizam esfor\u00e7os para perpetuar a esp\u00e9cie.<\/p>\n<p>Para ser um animal marinho \u00e9 necess\u00e1rio que o animal dependa de recursos que sejam advindos do mar e possuam adapta\u00e7\u00f5es para viver nesse ambiente (como gl\u00e2ndulas de sal, no caso das aves marinhas). Os trinta-r\u00e9is se alimentam de peixes do ambiente marinho. Durante a maior parte do dia forrageiam no mar, j\u00e1 a noite descansam em praias e bancos de areia. \u00c9 por isso que s\u00e3o consideradas de aves marinhas.<\/p>\n<p>Para capturar ou pescar os peixes, os trinta-r\u00e9is sobrevoam o mar observando a \u00e1gua em busca de cardumes de pequenos peixes que fazem parte da sua dieta. Quando elas, enfim, encontram os peixes, realizam mergulhos de pouca profundidade, capturam os peixes com o bico e voam em busca de mais peixes.<\/p>\n<p>Seu nome popular \u00e9 atribu\u00eddo \u00e0 dificuldade e raridade de antigamente se encontrar um exemplar da esp\u00e9cie. Era t\u00e3o escasso quanto moedas de trinta-r\u00e9is (unidades monet\u00e1rias de Portugal e Brasil, por exemplo) no passado.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (Uern) participa de um projeto que vem diminuindo as mortes de Sterna dougallii \u2013 uma ave migrat\u00f3ria popularmente conhecida como Trinta-r\u00e9is-r\u00f3seo -, em Galinhos, munic\u00edpio localizado no litoral norte potiguar. Amea\u00e7ada de extin\u00e7\u00e3o, as aves acabavam colidindo com linhas de energia. 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