{"id":697,"date":"2023-07-19T20:50:19","date_gmt":"2023-07-19T23:50:19","guid":{"rendered":"https:\/\/portal.uern.br\/paudosferros\/enfermagem\/?page_id=697"},"modified":"2023-07-19T20:50:19","modified_gmt":"2023-07-19T23:50:19","slug":"producao-do-conhecimento","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/portal.uern.br\/paudosferros\/enfermagem\/producao-do-conhecimento\/","title":{"rendered":"Produ\u00e7\u00e3o do Conhecimento"},"content":{"rendered":"<p>Nos \u00faltimos anos a ci\u00eancia brasileira vive um intenso debate acad\u00eamico-social face aos recorrentes cortes or\u00e7ament\u00e1rios impostos, principalmente, a partir dos anos de 2014. Tal panorama preocupa a comunidade cientifica nacional e internacional, visto que o Brasil vinha a partir dos anos 2000, em curva ascendente, em rela\u00e7\u00e3o aos investimentos na forma\u00e7\u00e3o, produ\u00e7\u00e3o e divulga\u00e7\u00e3o de conhecimento nas diferentes \u00e1reas. A pol\u00edtica de austeridade imp\u00f5e dificuldades aos pesquisadores, aos programas de p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o, as universidades e institutos de pesquisa e a manuten\u00e7\u00e3o da Pol\u00edtica Nacional de Ci\u00eancia, Tecnologia e Inova\u00e7\u00e3o (CTI) (GUIMAR\u00c3ES et al, 2019; VIEIRA-DA-SILVA, SILVA, ESPIRIDI\u00c3O, 2017; ERDMANN, 2008; GUIMAR\u00c3ES, 2004 CHAIMOVICH, 2000).<\/p>\n<p>Ao tra\u00e7ar a pol\u00edtica de pesquisa do Curso, se faz necess\u00e1rio considerar o contexto pol\u00edtico, econ\u00f4mico, ideol\u00f3gico que orientam os caminhos a serem percorridos em rela\u00e7\u00e3o a produ\u00e7\u00e3o de CTI, considerando os desafios e prioridades do campo das ci\u00eancias da sa\u00fade, em especial, da ci\u00eancia da enfermagem (GUIMAR\u00c3ES et al, 2019; ERDMANN, 2008).<\/p>\n<p>O PPC de Enfermagem CAPF\/UERN contempla atividades diversificadas que visam introduzir o estudante no processo de trabalho investigar do enfermeiro, tais como: a) Elabora\u00e7\u00e3o do Trabalho de Conclus\u00e3o de Curso (TCC); b) Participa\u00e7\u00e3o em Projetos de Pesquisa Institucionalizados; c) Participa\u00e7\u00e3o em Projetos de Inicia\u00e7\u00e3o Cient\u00edfica (PIBIC); d) Participa\u00e7\u00e3o em Grupos de Pesquisas (GIPESS e GRUPESCES); e) Incentivo \u00e0 publica\u00e7\u00e3o e divulga\u00e7\u00e3o cient\u00edfica.<\/p>\n<p>Essas atividades, bem como a integraliza\u00e7\u00e3o dos componentes curriculares espec\u00edficos ao processo investigar, possibilitam o ensino dos conte\u00fados necess\u00e1rios para fomentar a produ\u00e7\u00e3o de conhecimento em sa\u00fade\/enfermagem, fundamentais para a forma\u00e7\u00e3o da mentalidade cient\u00edfica no estudante de enfermagem.<\/p>\n<p>A Pol\u00edtica de Pesquisa do CEN\/CAPF\/UERN, compreende a pesquisa como processo de produ\u00e7\u00e3o de conhecimento cient\u00edfico, tecnologia e inova\u00e7\u00e3o, com reflexo na produ\u00e7\u00e3o dos servi\u00e7os de sa\u00fade\/enfermagem. Desse modo, desafios s\u00e3o colocados para os atores envolvidos com o ensino, no sentido de conformar o processo investigar, como parte indissoci\u00e1vel do processo de trabalho do enfermeiro (EGRY, 2017; PAIM et al, 2010).<\/p>\n<p>O ato de pesquisar, portanto, promove a dissemina\u00e7\u00e3o da produ\u00e7\u00e3o cient\u00edfica na sa\u00fade e na enfermagem, no \u00e2mbito nacional e regional, com interlocu\u00e7\u00e3o internacional. Durante a forma\u00e7\u00e3o do enfermeiro, as atividades pedag\u00f3gicas ligadas ao ensino, \u00e0 pesquisa e \u00e0 extens\u00e3o possibilitam o desenvolvimento da mentalidade investigativa no estudante, esta alimentada pela curiosidade e responsabilidade com o estudo e a produ\u00e7\u00e3o de novos saberes\/fazeres, elementos constituintes das bases filos\u00f3ficas, te\u00f3ricas, epistemol\u00f3gicas e pr\u00e1ticas da educa\u00e7\u00e3o e do trabalho em sa\u00fade\/enfermagem (EGRY, 2017; PAIM et al, 2010).<\/p>\n<p>Em se tratando da pesquisa, as Diretrizes Curriculares Nacionais da Enfermagem (DCNs), tem a investiga\u00e7\u00e3o como eixo norteador da produ\u00e7\u00e3o de enfermeiros comprometidos com um novo pensar\/fazer da sa\u00fade\/enfermagem. E, em v\u00e1rios momentos, refere-se ao processo de produ\u00e7\u00e3o de conhecimento como espa\u00e7o que busca fortalecer a articula\u00e7\u00e3o da teoria-pr\u00e1tica, valorizando a pesquisa individual na perspectiva de integra\u00e7\u00e3o do ensino, pesquisa e extens\u00e3o. Coloca como exig\u00eancia a elabora\u00e7\u00e3o de um trabalho de conclus\u00e3o de curso sob a orienta\u00e7\u00e3o docente (BRASIL, 2001).<\/p>\n<p>Desse modo, a pesquisa ensinada\/aprendida na gradua\u00e7\u00e3o \u00e9 parte inerente do desafio nacional de transformar as DCNs em projetos pedag\u00f3gicos de forma\u00e7\u00e3o, que tenham a investiga\u00e7\u00e3o como eixo norteador (BRASIL, 2001).<\/p>\n<p>A pesquisa \u00e9 concebida como processo de produ\u00e7\u00e3o do conhecimento, tecnologia e inova\u00e7\u00e3o necess\u00e1rios para a elabora\u00e7\u00e3o dos Projetos Pedag\u00f3gicos dos Cursos (PPC) de Enfermagem, com reflexo na produ\u00e7\u00e3o dos servi\u00e7os de sa\u00fade. Neste processo, desafios s\u00e3o colocados para serem superados, no sentido de conformar a investiga\u00e7\u00e3o, ou seja, o processo investigar, como parte indissoci\u00e1vel do processo de trabalho do enfermeiro (ERDMANN, 2008; SANNA, 2007).<\/p>\n<p>\u00c9 com este horizonte que o CEN\/CAPF, atrav\u00e9s de um processo pedag\u00f3gico coletivo de constru\u00e7\u00e3o de conhecimento, vem procurando responder \u00e0s quest\u00f5es que s\u00e3o desafios para a enfermagem brasileira:<\/p>\n<p>a)\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Como consolidar o processo investigar na forma\u00e7\u00e3o do enfermeiro ainda na gradua\u00e7\u00e3o?<\/p>\n<p>b)\u00a0\u00a0\u00a0 Qual conhecimento \u00e9 imprescind\u00edvel na pesquisa para dar sustenta\u00e7\u00e3o ao projeto pedag\u00f3gico do curso e que podem ser trabalhados pelos alunos\/professores durante a forma\u00e7\u00e3o?<\/p>\n<p>c)\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Como conformar e consolidar as linhas de pesquisa, tendo como eixo as necessidades da produ\u00e7\u00e3o de conhecimento na sa\u00fade\/enfermagem, para a qualifica\u00e7\u00e3o dos servi\u00e7os de sa\u00fade\/enfermagem e dos processos ensinar\/aprender do enfermeiro?<\/p>\n<p>d)\u00a0\u00a0\u00a0 Como desenvolver no aluno a postura de questionador, de curioso, de pesquisador, na busca de novos conhecimentos para resolu\u00e7\u00f5es de problemas relativos ao processo de trabalho do enfermeiro e dos servi\u00e7os de sa\u00fade?<\/p>\n<p>e)\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Como tornar prazeroso e desafiador o processo investigar?<\/p>\n<p>f)\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Como desenvolver a concep\u00e7\u00e3o de que a pesquisa n\u00e3o se constitui apenas em t\u00e9cnicas e m\u00e9todos de elabora\u00e7\u00e3o de trabalhos de conclus\u00e3o de curso, mas num espa\u00e7o criativo, de autonomia sobre o aprendizado e a produ\u00e7\u00e3o de conhecimento?<\/p>\n<p>g)\u00a0\u00a0\u00a0 Como transformar professor em pesquisador e pesquisador em professor?<\/p>\n<p>h)\u00a0\u00a0\u00a0 Como desenvolver, no aluno, a preocupa\u00e7\u00e3o\/responsabilidade com a produ\u00e7\u00e3o de conhecimentos, tecnologias e inova\u00e7\u00e3o em sa\u00fade\/enfermagem, a fim de construir a autonomia intelectual em fase de inicia\u00e7\u00e3o cient\u00edfica?<\/p>\n<p>Egry (2018; 2017; 1996) e Erdmann (2008) colocam que os enfrentamentos dos desafios da produ\u00e7\u00e3o do conhecimento, consequentemente, impactam na qualifica\u00e7\u00e3o das pr\u00e1ticas do trabalho da sa\u00fade\/enfermagem. Assim, \u00e9 necess\u00e1rio que precocemente os estudantes sejam inseridos no mundo da filosofia, da ci\u00eancia e da pesquisa. Ao adentrar neste mundo, o processo investigar ser\u00e1 desmistificado, visto que o aprendizado ocorrer\u00e1 naturalmente via processo pedag\u00f3gico.<\/p>\n<p>Ensinar a pesquisar, portanto, promover\u00e1 a dissemina\u00e7\u00e3o da produ\u00e7\u00e3o cient\u00edfica na sa\u00fade e na enfermagem, tanto no \u00e2mbito nacional, quanto na interlocu\u00e7\u00e3o internacional. De modo que, durante a forma\u00e7\u00e3o em enfermagem, as atividades universit\u00e1rias ligadas ao ensino, \u00e0 pesquisa e a extens\u00e3o possibilitam o desenvolvimento da mentalidade investigativa no estudante, esta alimentada pela curiosidade e pela responsabilidade com o estudo e a produ\u00e7\u00e3o de novos saberes\/fazeres, elementos constituintes das bases filos\u00f3ficas, te\u00f3ricas, epistemol\u00f3gicas e pr\u00e1ticas da Educa\u00e7\u00e3o e do Trabalho em Sa\u00fade\/Enfermagem (PAIM et al, 2010).<\/p>\n<p>O processo investigar \u00e9 parte inerente do processo de trabalho da enfermagem e ultrapassa a mera reprodu\u00e7\u00e3o dos conhecimentos adquiridos ainda na Universidade. Esse processo \u00e9 articulado com os demais processos (assistir\/intervir, gerenciar, ensinar\/aprender), e sua incorpora\u00e7\u00e3o na pr\u00e1tica rompe com a concep\u00e7\u00e3o fragmentada entre o pensar e o fazer da enfermagem e da sociedade (PAIM et al, 2010; SANNA, 2007; BRASIL, 2001).<\/p>\n<p>Carvalho (2012) coloca que a pesquisa n\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel sem considerar as aspira\u00e7\u00f5es e desejos urgentes em aprender sobre a realidade para intervir na resolu\u00e7\u00e3o dos problemas encontrados. Para que o processo investigar se materialize necessita-se que a forma\u00e7\u00e3o em enfermagem, d\u00ea uma maior aten\u00e7\u00e3o para os princ\u00edpios fundamentais da ci\u00eancia: o controle pr\u00e1tico da natureza; a sistem\u00e1tica objetiva; e o m\u00e9todo de pesquisa. De modo que, um novo esp\u00edrito cient\u00edfico, que contemple novas intera\u00e7\u00f5es do saber, possa ser ensinado\/aprendido pelo estudante de enfermagem.<\/p>\n<p>O CEN\/CAPF\/UERN compreende o processo investigar como inerente ao trabalho do enfermeiro, articulado aos demais processos de trabalho, ultrapassando a reprodu\u00e7\u00e3o do conhecimento transmitido na Universidade. Esta se constitui num espa\u00e7o privilegiado de produ\u00e7\u00e3o da for\u00e7a de trabalho, de produ\u00e7\u00e3o e socializa\u00e7\u00e3o de conhecimentos. Assim, no processo formativo, busca-se a discuss\u00e3o cr\u00edtica do avan\u00e7o tecnol\u00f3gico e da ci\u00eancia frente os dilemas bio\u00e9ticos da realidade social, bem como, a incorpora\u00e7\u00e3o de atitudes \u00e9ticas no desenvolvimento de pesquisa (CARVALHO, 2012; ERDMANN, 2008; SANNA, 2007).<\/p>\n<p>Com a exist\u00eancia de sistemas de avalia\u00e7\u00e3o \u00e9tica, atrav\u00e9s do Sistema CONEP\/CEP, as pesquisas desenvolvidas seguem regulamenta\u00e7\u00f5es nacionais e internacionais que versam sobre as atitudes dos pesquisadores ao desenvolver estudos, diretos ou indiretos, com seres humanos. Esta premissa existe no meio universit\u00e1rio, ou seja, uma cultura de produ\u00e7\u00e3o de conhecimento articulada com a realidade, buscando garantir os direitos \u00e9ticos dos sujeitos de pesquisa, que por consequ\u00eancia, respalda-se nas necessidades sociais e cient\u00edficas. Esse desafio aponta para necessidade de construirmos uma nova postura \u00e9tica em rela\u00e7\u00e3o ao processo de produ\u00e7\u00e3o cient\u00edfica, entendendo que a pesquisa faz parte da no\u00e7\u00e3o de vida em qualquer tempo e em qualquer lugar (REGO, PALACIOS e SIQUEIRA-BATISTA, 2009).<\/p>\n<p>A investiga\u00e7\u00e3o \u00e9 um processo de cria\u00e7\u00e3o de outros, por elabora\u00e7\u00f5es pr\u00f3prias, que com o tempo v\u00e3o emergindo condi\u00e7\u00f5es pr\u00f3prias e mais profundas, constru\u00eddas na hist\u00f3ria de vida, em processo de infind\u00e1vel conquista (DEMO, 2009).<\/p>\n<p>A ci\u00eancia \u00e9 o conhecimento produzido pela investiga\u00e7\u00e3o e reflex\u00e3o na Universidade, que por sua miss\u00e3o tem que ter a responsabilidade de ensinar e produzir ci\u00eancia. A gradua\u00e7\u00e3o tem que assumir o desafio de trabalhar ideias, concep\u00e7\u00f5es, mentalidades e vis\u00f5es de mundo, que interiorizamos pelo processo de socializa\u00e7\u00e3o e da educa\u00e7\u00e3o. Esse desafio implica vivenciar o choque e o conflito, nas rela\u00e7\u00f5es estabelecidas na Universidade, onde est\u00e1 presente o senso comum, a compreens\u00e3o religiosa do mundo e da vida e cren\u00e7as, na maioria das vezes, infundadas (SOUSA FILHO, 2000).<\/p>\n<p>A desmitifica\u00e7\u00e3o mais fundamental do conceito de pesquisa est\u00e1 na cr\u00edtica entre a separa\u00e7\u00e3o artificial entre o ensino e a pesquisa. Essa cis\u00e3o evolui para a dicotomia teoria-pr\u00e1tica e possibilita que o pesquisador descubra, pense, sistematize, conhe\u00e7a, cabendo a outros assumirem a interven\u00e7\u00e3o na realidade. Esse distanciamento \u00e9 \u00fatil e possibilita gerar neutralidade farsante, comodista e elitista (SOUSA FILHO, 2000).<\/p>\n<p>O conhecimento, em vez de produzir certezas, \u00e9 decisivamente estrat\u00e9gia dessa desconstru\u00e7\u00e3o. Se existe alguma coisa permanente em ci\u00eancia, esta \u00e9 a provisoriedade dos resultados ou a perenidade do questionamento. Entender essa provisoriedade \u00e9 compreender que a Universidade tem a responsabilidade de ir al\u00e9m da apar\u00eancia. Ir al\u00e9m da apar\u00eancia n\u00e3o significa demolir cren\u00e7as\/valores. E sim, coloc\u00e1-los num patamar de reflex\u00e3o que, no m\u00ednimo, consiga desvelar que existem outras formas de pensar (SOUSA FILHO, 2000).<\/p>\n<p>O Curso de Enfermagem CAPF\/UERN, considerando a sua pol\u00edtica de pesquisa, apresenta as seguintes linhas de pesquisa: L1) Pr\u00e1ticas e Pol\u00edticas em Sa\u00fade e Enfermagem e (L2) Sociedade, Educa\u00e7\u00e3o em Sa\u00fade e em Enfermagem.<\/p>\n<p>Para tanto, olhando para o nosso horizonte e buscando responder as nossas d\u00favidas e inquieta\u00e7\u00f5es, o CEN\/CAPF vem realizando movimento coletivo para consolidar a pol\u00edtica de pesquisa, atrav\u00e9s de:<\/p>\n<p>1) Debate constante sobre ci\u00eancia e metodologia de pesquisa para orientar a constru\u00e7\u00e3o permanente do projeto pedag\u00f3gico do curso, atrav\u00e9s das atividades do N\u00facleo Docente Estruturante (NDE), tendo a investiga\u00e7\u00e3o como eixo norteador do processo de trabalho do enfermeiro, portanto, da forma\u00e7\u00e3o;<\/p>\n<p>2) Integra\u00e7\u00e3o da pesquisa ao ensino, proporcionando a inicia\u00e7\u00e3o cient\u00edfica na forma\u00e7\u00e3o do aluno, atrav\u00e9s dos componentes curriculares ofertados;<\/p>\n<p>3) Consolida\u00e7\u00e3o do trabalho de conclus\u00e3o do curso (TCC), que consiste na elabora\u00e7\u00e3o e apresenta\u00e7\u00e3o da monografia, sob orienta\u00e7\u00e3o docente, a s\u00edntese da forma\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>4) Incentivo aos docentes para participar dos editais permanentes de projetos de pesquisas institucionalizados e de projetos de inicia\u00e7\u00e3o cientifica (PIBIC);<\/p>\n<p>5) Efetiva\u00e7\u00e3o do Plano de Capacita\u00e7\u00e3o Docente e de Capacita\u00e7\u00e3o Pedag\u00f3gica para docentes e t\u00e9cnicos-administrativos.<\/p>\n<p>6) Articula\u00e7\u00e3o dos conhecimentos adquiridos nas atividades de pesquisa-ensino-extens\u00e3o durante todo o processo de forma\u00e7\u00e3o;<\/p>\n<p>7) Apoio aos Grupos de Pesquisa do curso, por compreendemos que estes possuem relev\u00e2ncia e articula\u00e7\u00e3o com a pol\u00edtica de pesquisa, uma vez que desenvolvem estudos que vem fortalecer e contribuir com a transforma\u00e7\u00e3o da realidade de sa\u00fade de Pau dos Ferros e regi\u00e3o, de modo a responder \u00e0s necessidades e problem\u00e1ticas sociais percebidas pelos discentes, identificadas e\/ou referenciadas pela popula\u00e7\u00e3o, pela for\u00e7a de trabalho em sa\u00fade, pelos gestores e ou sociedade.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Nos \u00faltimos anos a ci\u00eancia brasileira vive um intenso debate acad\u00eamico-social face aos recorrentes cortes or\u00e7ament\u00e1rios impostos, principalmente, a partir dos anos de 2014. 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