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	<title>Projeto Cetáceos da Costa Branca &#8211; UERN &#8211; Universidade do Estado do Rio Grande do Norte</title>
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	<title>Projeto Cetáceos da Costa Branca &#8211; UERN &#8211; Universidade do Estado do Rio Grande do Norte</title>
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		<title>Projeto Cetáceos solta sexto peixe-boi na natureza</title>
		<link>https://portal.uern.br/blog/projeto-cetaceos-solta-sexto-peixe-boi-na-natureza/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Bruno Barreto]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Mar 2025 19:36:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Flávio Lima]]></category>
		<category><![CDATA[Projeto Cetáceos da Costa Branca]]></category>
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					<description><![CDATA[O Projeto Cetáceos da Costa Branca da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (Uern) soltou na natureza nesta terça-feira, 25, o sexto peixe-boi. Desta vez foi a fêmea Luara. Ela foi resgatada ainda filhote, na praia de Morrinho em Areia Branca e passou por um intenso processo de reabilitação e aclimatação. Luara foi [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Projeto Cetáceos da Costa Branca da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (Uern) soltou na natureza nesta terça-feira, 25, o sexto peixe-boi. Desta vez foi a fêmea Luara.</p>
<p>Ela foi resgatada ainda filhote, na praia de Morrinho em Areia Branca e passou por um intenso processo de reabilitação e aclimatação.</p>
<p>Luara foi devolvida à natureza com seis anos e pesando 350,2 kg. Ela será monitorada por forma remota, através de sinal VHF e satélite.</p>
<p>“É um marco muito importante porque nós temos seis animais já soltos. Então, isso representa um aspecto muito importante para a conservação, porque estamos devolvendo para a natureza os animais que, quando recém-nascidos, por questões ambientais diversas, encalharam”, avaliou o professor Flávio Lima. “Nós estamos conseguindo devolver esses animais, repovoando o litoral do Rio Grande do Norte e áreas adjacentes, com indivíduos que, se não fosse esse trabalho feito pela UERN, teriam morrido e, infelizmente, reduzido ainda mais a população que já é bastante ameaçada”, acrescentou.</p>
<p>Luara foi solta no Rio Tubarão, na comunidade de Diogo Lopes, na cidade de Macau. “A agente tem como expectativa que nos próximos dias ela continue aqui por perto e depois ela alcance o mar aberto e siga aí a sua trajetória, se encontrando possivelmente com peixes-boi nativos e com os outros animais. Os outros cinco que nós já soltamos estão vivendo plenamente na natureza. A UERN com essa soltura se fortalece no cenário nacional e internacional num programa muito importante para a conservação dessa espécie”, comentou.</p>
<p>O Projeto Cetáceos da Costa Branca conta com apoio da Funcitern e da Petrobras.</p>
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		<title>Uern integra rede nordestina que monitora mamíferos aquáticos</title>
		<link>https://portal.uern.br/blog/uern-integra-rede-nordestina-que-monitora-mamiferos-aquaticos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Bruno Soares]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 Mar 2024 16:55:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Projeto Cetáceos da Costa Branca]]></category>
		<category><![CDATA[uern natal]]></category>
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					<description><![CDATA[Através do Projeto Cetáceos da Costa Branca, a Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (Uern) integra a Rede de Encalhes e Informações de Mamíferos Aquáticos do Nordeste (Remane). O grupo é composto por universidades, entidades governamentais e não governamentais e tem como finalidade viabilizar o intercâmbio de informações e esforços entre as instituições [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Através do Projeto Cetáceos da Costa Branca, a Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (Uern) integra a Rede de Encalhes e Informações de Mamíferos Aquáticos do Nordeste (Remane). O grupo é composto por universidades, entidades governamentais e não governamentais e tem como finalidade viabilizar o intercâmbio de informações e esforços entre as instituições que trabalham com mamíferos aquáticos no Brasil.</p>
<p>O intercâmbio entre os integrantes da Remane se dá por meio do armazenamento das informações obtidas através de pesquisa, monitoramento e atendimento de encalhes e capturas em artes de pesca, em banco de dados nacional.</p>
<p>“Trabalhar em rede é uma importante estratégia para ampliação do conhecimento científico e envolvimento da sociedade na conservação das espécies e ambientes que ocupam, atendendo às proposições dos objetivos do desenvolvimento sustentável (ODS´s) propostos pela ONU”, destacou o professor Flávio Lima, do Departamento de Turismo do Campus Natal da Uern e coordenador geral do Projeto Cetáceos.</p>
<p>Entre terça-feira, 19, e hoje, 21, o docente participou da Reunião Anual da Remane, realizada no Centro Nacional de Pesquisa e Conservação da Biodiversidade Marinha do Nordeste (CEPENE/ICMBio), em Tamandaré-PE. Na oportunidade, Flávio Lima foi escolhido pela plenária como Secretário Executivo Adjunto da Remane e representante na Rede Nacional.</p>
<p>No evento, foram discutidos temas importantes sobre ações de pesquisa e conservação dos golfinhos, baleias e peixe-boi marinho. A Uern, por meio do Projeto Cetáceos da Costa Branca, é a instituição responsável pelo atendimento de encalhes de mamíferos aquáticos no Rio Grande do Norte.</p>
<figure id="attachment_116283" aria-describedby="caption-attachment-116283" style="width: 300px" class="wp-caption alignleft"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="wp-image-116283 size-medium" src="https://portal.uern.br/wp-content/uploads/2024/03/Reuniao-Anual-da-Remane-2-1-300x259.jpeg" alt="" width="300" height="259" srcset="https://portal.uern.br/wp-content/uploads/2024/03/Reuniao-Anual-da-Remane-2-1-300x259.jpeg 300w, https://portal.uern.br/wp-content/uploads/2024/03/Reuniao-Anual-da-Remane-2-1-1024x883.jpeg 1024w, https://portal.uern.br/wp-content/uploads/2024/03/Reuniao-Anual-da-Remane-2-1-768x663.jpeg 768w, https://portal.uern.br/wp-content/uploads/2024/03/Reuniao-Anual-da-Remane-2-1-1536x1325.jpeg 1536w, https://portal.uern.br/wp-content/uploads/2024/03/Reuniao-Anual-da-Remane-2-1-2048x1767.jpeg 2048w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /><figcaption id="caption-attachment-116283" class="wp-caption-text">Professor Flávio Lima, à direita (camiseta azul)</figcaption></figure>
<p>Para atender essa demanda, o Projeto Cetáceos realiza, desde 1998, atividades de monitoramento de praias, resgate, reabilitação e soltura de animais vivos. Quando são encontrados animais mortos, são realizadas análises para avaliar a causa do encalhe no Laboratório de Monitoramento de Biota Marinha, no Campus Mossoró.</p>
<p>Em 26 anos, o Projeto já percorreu cerca de 2 milhões de quilômetros de monitoramento de praias em todo litoral potiguar. Isso equivale a quase 150 voltas ao redor da terra. Foram registrados nas praias cerca de 15 mil animais, entre vivos e mortos. Entre esses, 520 animais foram reabilitados e devolvidos para a natureza, representando um importante resultado para a conservação da biodiversidade e do oceano.</p>
<p>Ao longo desse período, com os dados coletados dos encalhes foram concluídas monografias, dissertações de mestrado, teses de doutorados e pós-doutorado. Associado às ações de ensino e pesquisa, o Projeto desenvolve atividades de extensão, realizando exposições, palestras, cursos, oficinas e reuniões de divulgação dos resultados para a sociedade, incluindo pescadores, marisqueiras, estudantes, educadores e gestores públicos.</p>
<p><strong>A rede</strong></p>
<p>A Remane é coordenada pelo Ministério do Meio Ambiente, por meio do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade e do Centro Mamíferos Aquáticos (CMA). Além da Rede do Nordeste, compõem a Rede de Encalhe e Informação de Mamíferos Aquáticos do Brasil – REMAB, as redes do Norte, Sudeste e Sul.</p>
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		<title>Uern participa de oficinas sobre exploração de petróleo na Margem Equatorial Brasileira</title>
		<link>https://portal.uern.br/blog/uern-participa-de-oficinas-sobre-exploracao-de-petroleo-na-margem-equatorial-brasileira/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Bruno Soares]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 Sep 2023 20:17:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Projeto Cetáceos da Costa Branca]]></category>
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					<description><![CDATA[Representada pelo Projeto Cetáceos da Costa Branca (PCCB), a Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (Uern) participou, ontem, 05, e hoje, 06, do evento “Oficinas de trabalho sobre a Margem Equatorial Brasileira” relacionados à exploração de petróleo e gás na região. A realização foi da Petrobras em parceria com a Universidade Federal do [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Representada pelo Projeto Cetáceos da Costa Branca (PCCB), a Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (Uern) participou, ontem, 05, e hoje, 06, do evento “Oficinas de trabalho sobre a Margem Equatorial Brasileira” relacionados à exploração de petróleo e gás na região. A realização foi da Petrobras em parceria com a Universidade Federal do Maranhão (UFMA), em São Luís.</p>
<p><img decoding="async" class="size-medium wp-image-111332 alignleft" src="https://portal.uern.br/wp-content/uploads/2023/09/Professor-Flavio-Lima-do-Projeto-Cetaceos-da-Costa-Branca-225x300.jpeg" alt="" width="225" height="300" srcset="https://portal.uern.br/wp-content/uploads/2023/09/Professor-Flavio-Lima-do-Projeto-Cetaceos-da-Costa-Branca-225x300.jpeg 225w, https://portal.uern.br/wp-content/uploads/2023/09/Professor-Flavio-Lima-do-Projeto-Cetaceos-da-Costa-Branca-768x1024.jpeg 768w, https://portal.uern.br/wp-content/uploads/2023/09/Professor-Flavio-Lima-do-Projeto-Cetaceos-da-Costa-Branca-1152x1536.jpeg 1152w, https://portal.uern.br/wp-content/uploads/2023/09/Professor-Flavio-Lima-do-Projeto-Cetaceos-da-Costa-Branca.jpeg 1200w" sizes="(max-width: 225px) 100vw, 225px" />O professor Flávio Lima, coordenador geral do PCCB, explica que o evento é um marco no processo de estudos estratégicos para avaliação e mitigação dos impactos da atividade de petróleo e gás na Margem Equatorial do Brasil, que inclui as bacias hidrográficas entre o Rio Grande do Norte e o Amapá.</p>
<p>Após a descoberta do pré-sal no sudeste do Brasil, a Margem Equatorial é a nova fronteira para a exploração do petróleo, além de outras fontes de energias. O potencial da área para geração de energia é elevado e vem atraindo o interesse de empresas brasileiras e internacionais. Porém, o professor alerta que as características ambientais são muito sensíveis e exigem estudos aprofundados para evitar ou reduzir os impactos das atividades exploratórias.</p>
<p>“A Uern, com sua experiência de 25 anos no monitoramento das praias da Bacia Potiguar está contribuindo para a definição de estudos estratégicos para o uso dos recursos do oceano na região de forma sustentável”, destacou o docente do curso de Turismo, do Campus Natal.</p>
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		<title>Projeto Cetáceos da Costa Branca lança documentário sobre a soltura do peixe-boi-marinho Gabriel</title>
		<link>https://portal.uern.br/blog/projeto-cetaceos-da-costa-branca-lanca-documentario-sobre-a-soltura-do-peixe-boi-marinho-gabriel/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Iuska Freire]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 30 Jun 2023 21:19:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[PCCB]]></category>
		<category><![CDATA[Projeto Cetáceos da Costa Branca]]></category>
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					<description><![CDATA[O Projeto Cetáceos da Costa Branca (PCCB/UERN) lançou nesta sexta-feira, 30 de junho, um documentário produzido durante a primeira soltura de peixe-boi-marinho no Estado do Rio Grande do Norte. O peixe-boi-marinho Gabriel foi devolvido ao seu habitat natural no dia 31 de maio, na Reserva de Desenvolvimento Sustentável Estadual Ponto do Tubarão (Macau-RN). O vídeo [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p data-raofz="16">O Projeto Cetáceos da Costa Branca (PCCB/UERN) lançou nesta sexta-feira, 30 de junho, um documentário produzido durante a primeira soltura de peixe-boi-marinho no Estado do Rio Grande do Norte. O peixe-boi-marinho Gabriel foi devolvido ao seu habitat natural no dia 31 de maio, na Reserva de Desenvolvimento Sustentável Estadual Ponto do Tubarão (Macau-RN). O vídeo tem duração de 10 minutos e pode ser conferido no canal da <a href="https://youtu.be/JmFOCL3Ne6w">Uernoficial no YouTube</a>.</p>
<p>A realização do Projeto de Monitoramento de Praias da Bacia Potiguar (PMP-BP) é uma exigência do licenciamento ambiental federal conduzido pelo IBAMA para as atividades de exploração, produção e escoamento de petróleo e gás da Petrobras na região, sendo executado por meio de convênio entre a Petrobras, FUNCITERN e UERN.</p>
<p data-raofz="16">Encontrado em uma situação precária em 12 de Julho de 2017, na Praia de Quixaba, no município de Aracati/CE, o peixe-boi-marinho foi resgatado por uma equipe de especialistas da Universidade, que imediatamente começou a prestar os cuidados necessários para sua recuperação. Sob os cuidados atentos de especialistas, Gabriel passou por um programa de reabilitação abrangente.</p>
<p data-raofz="16">Durante o monitoramento pós-soltura de Gabriel, a equipe técnica conseguiu registrar diversos comportamentos desejáveis, desde o reconhecimento de sítios com riscos iminentes (áreas secas), consumo de itens naturais (folhas de mangue, algas e capim agulha) e até a definição pontos de hidratação, locais com abundância de olhos d’água doce.</p>
<p data-raofz="16">As evidências demonstram a excelente capacidade de adaptação do animal ao ambiente natural, e que todos os esforços desenvolvidos e aplicados vêm sendo eficientes.</p>
<p data-raofz="16">O PCCB/Uern alerta que caso alguém encontre algum peixe-boi-marinho marcado com um rádio transmissor, é aconselhável entrar em contato com o projeto. Não se deve tocar, fornecer água e nem alimentos ao animal. Contatos pelos telefones: (84) 9 8843-4621 (Areia Branca e região) e (84) 9 9943 0058 (Natal e região).</p>
<p data-raofz="16"><strong>Clique na imagem abaixo e veja o documentário:</strong></p>
<p data-raofz="16"><a href="https://www.youtube.com/watch?v=JmFOCL3Ne6w"><img decoding="async" class="alignnone wp-image-108963 size-large" src="https://portal.uern.br/wp-content/uploads/2023/06/peixeboi.doc-1024x651.jpeg" alt="" width="1024" height="651" srcset="https://portal.uern.br/wp-content/uploads/2023/06/peixeboi.doc-1024x651.jpeg 1024w, https://portal.uern.br/wp-content/uploads/2023/06/peixeboi.doc-300x191.jpeg 300w, https://portal.uern.br/wp-content/uploads/2023/06/peixeboi.doc-768x488.jpeg 768w, https://portal.uern.br/wp-content/uploads/2023/06/peixeboi.doc.jpeg 1196w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></a></p>
<p data-raofz="16">
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			</item>
		<item>
		<title>Projeto com participação da Uern reduz mortes de aves migratórias</title>
		<link>https://portal.uern.br/blog/projeto-com-participacao-da-uern-reduz-mortes-de-aves-migratorias/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Bruno Soares]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 18 Jun 2023 09:33:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[CEMAM]]></category>
		<category><![CDATA[Projeto Cetáceos da Costa Branca]]></category>
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					<description><![CDATA[A Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (Uern) participa de um projeto que vem diminuindo as mortes de Sterna dougallii &#8211; uma ave migratória popularmente conhecida como Trinta-réis-róseo -, em Galinhos, município localizado no litoral norte potiguar. Ameaçada de extinção, as aves acabavam colidindo com linhas de energia. A partir da instalação de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (Uern) participa de um projeto que vem diminuindo as mortes de Sterna dougallii &#8211; uma ave migratória popularmente conhecida como Trinta-réis-róseo -, em Galinhos, município localizado no litoral norte potiguar. Ameaçada de extinção, as aves acabavam colidindo com linhas de energia. A partir da instalação de sinalizadores nos fios, o número de casos caiu consideravelmente nos últimos anos.</p>
<p>O problema foi detectado pelo Projeto Cetáceos da Costa Branca (PCCB) da Uern e pelo Centro de Estudos e Monitoramento Ambiental (Cemam), uma organização sem fins lucrativos que pesquisa a vida marinha. Foi verificado, a partir de 2014, um aumento do número de mortes dessas aves próximas a uma linha de distribuição de energia, entre as comunidades de Galos e Galinhos.</p>
<p>Alguns desses animais encontrados após as colisões possuíam anilhas americanas. Os anilhamentos haviam sido feitos por Helen Hays, pesquisadora que atuava em Great Gull Island, em Nova Yorque, Estados Unidos, que revelou preocupação, uma vez que o trinta-réis-róseo corre riscos no mundo todo de ser extinta. Em seguida, Hays intermediou o contato da Uern com a pesquisadora Joan Walsh, da ONG Massachusetts Audubon Society, que veio até o local, em 2018, analisar de perto o cenário.</p>
<figure id="attachment_108335" aria-describedby="caption-attachment-108335" style="width: 300px" class="wp-caption alignleft"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-108335" src="https://portal.uern.br/wp-content/uploads/2023/06/Rafael-Angelo-Revoredo-e-biologo-do-Cemam-e-do-Projeto-Cetaceos-Arquivo-pessoal-300x300.jpeg" alt="" width="300" height="300" srcset="https://portal.uern.br/wp-content/uploads/2023/06/Rafael-Angelo-Revoredo-e-biologo-do-Cemam-e-do-Projeto-Cetaceos-Arquivo-pessoal-300x300.jpeg 300w, https://portal.uern.br/wp-content/uploads/2023/06/Rafael-Angelo-Revoredo-e-biologo-do-Cemam-e-do-Projeto-Cetaceos-Arquivo-pessoal-150x150.jpeg 150w, https://portal.uern.br/wp-content/uploads/2023/06/Rafael-Angelo-Revoredo-e-biologo-do-Cemam-e-do-Projeto-Cetaceos-Arquivo-pessoal-100x100.jpeg 100w, https://portal.uern.br/wp-content/uploads/2023/06/Rafael-Angelo-Revoredo-e-biologo-do-Cemam-e-do-Projeto-Cetaceos-Arquivo-pessoal.jpeg 640w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /><figcaption id="caption-attachment-108335" class="wp-caption-text">Rafael Ângelo Revorêdo é biólogo do Cemam e do Projeto Cetáceos &#8211; Arquivo pessoal</figcaption></figure>
<p>Entre 2014 e 2017, morreram 150 aves, sendo 06 em 2014, 20 em 2015, 14 em 2016 e o pico em 2017, com 110 ocorrências. O crescimento pode estar relacionado à construção de um parque éolico próximo ao local, que influenciou nas rotas das aves, fazendo com que as mesmas se aproximassem ainda mais das linhas de energia.</p>
<p>“A partir de 2015 nós temos um aumento no número de colisões depois da construção de um parque eólico na região, em 2014. Esse parque reduziu o habitat dos animais e mudou a dinâmica de voo das aves, levando elas a transitar mais próximo à linha e consequentemente causando um aumento nas colisões”, explicou Rafael Ângelo Revorêdo, biólogo do Cemam e do Projeto Cetáceos, que esteve nos Estados Unidos no ano passado para monitorar a reprodução dos trinta-réis-róseos na colônia reprodutiva de Great Gull Island.</p>
<p>Após reuniões, pesquisas e notas técnicas, os pesquisadores chegaram à conclusão que deveria haver sinalizadores nos fios de energia para alertar os animais do perigo. O U.S. Fish and Wildlife Service, através da Mass Audubon, financiou cerca de 104 mil dólares para a realização dos estudos e aquisição dos materiais.</p>
<figure id="attachment_108334" aria-describedby="caption-attachment-108334" style="width: 300px" class="wp-caption alignright"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-108334" src="https://portal.uern.br/wp-content/uploads/2023/06/Objeto-reflete-luz-do-sol-de-dia-absorve-energia-solar-e-brilha-a-noite-Foto-Reproducao-da-internet-300x150.jpg" alt="" width="300" height="150" srcset="https://portal.uern.br/wp-content/uploads/2023/06/Objeto-reflete-luz-do-sol-de-dia-absorve-energia-solar-e-brilha-a-noite-Foto-Reproducao-da-internet-300x150.jpg 300w, https://portal.uern.br/wp-content/uploads/2023/06/Objeto-reflete-luz-do-sol-de-dia-absorve-energia-solar-e-brilha-a-noite-Foto-Reproducao-da-internet.jpg 600w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /><figcaption id="caption-attachment-108334" class="wp-caption-text">Objeto reflete luz do sol de dia, absorve energia solar e brilha à noite &#8211; Foto Reprodução da internet</figcaption></figure>
<p>Para proporcionar visibilidade 24 horas por dia, os marcadores escolhidos têm dois tipos de fitas – uma que reflete a luz do sol e outra que absorve a energia solar durante o dia e brilha à noite.</p>
<p>As oscilações de colisões nos anos anteriores à colocação dos sinalizadores são atribuídos principalmente a uma possível dinâmica natural de presença ou ausência das aves na região, segundo Revorêdo.</p>
<p>“Na verdade, nós nem consideramos estaticamente como uma redução em 2018 e 2019. Não há diferença significativa em relação aos anos com altas colisões. A redução mesmo só veio em 2021 com a instalação dos marcadores nas fiações”, completa.</p>
<p>Em 2020, o monitoramento na região aconteceu de forma parcial em virtude da pandemia de Covid-19. Dessa forma, acrescenta o pesquisador, os dados não refletem o mesmo esforço amostral dos anos anteriores e podem estar subestimados. De qualquer forma, foram contabilizadas 10 mortes.</p>
<figure id="attachment_108336" aria-describedby="caption-attachment-108336" style="width: 226px" class="wp-caption alignleft"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-108336" src="https://portal.uern.br/wp-content/uploads/2023/06/Equipes-fazem-o-monitoramento-nas-regioes-da-linha-de-energia-Foto-Cemam-226x300.webp" alt="" width="226" height="300" srcset="https://portal.uern.br/wp-content/uploads/2023/06/Equipes-fazem-o-monitoramento-nas-regioes-da-linha-de-energia-Foto-Cemam-226x300.webp 226w, https://portal.uern.br/wp-content/uploads/2023/06/Equipes-fazem-o-monitoramento-nas-regioes-da-linha-de-energia-Foto-Cemam.webp 675w" sizes="(max-width: 226px) 100vw, 226px" /><figcaption id="caption-attachment-108336" class="wp-caption-text">Equipes fazem o monitoramento nas regiões da linha de energia &#8211; Foto Cemam</figcaption></figure>
<p>Depois da instalação dos sinalizadores, foram registrados 12 casos em 2022 e, até o momento, 20 em 2023.</p>
<p>Atividades complementares também se somaram ao monitoramento da linha de distribuição de energia. Novas áreas de risco foram identificadas e passaram a ser monitoradas, como é o caso de um trecho da rodovia estadual RN-402. Além disso, foram realizados estudos de observação de trinta-réis em cinco pontos da região da península de Galinhos para identificar como se dá a utilização da área pelas aves.</p>
<p>O professor Flávio Lima, coordenador geral do Projeto Cetáceos destaca o importante papel da Uern na criação de uma rede de pesquisadores e instituições do Brasil e de outros países, na elaboração de projetos para captação de recursos e na participação de proposição de medidas com base científica na mitigação dos impactos relacionados a mortandade das aves.</p>
<p>“A Uern está aí cumprindo sua missão de ensino, pesquisa e extensão de forma a integrar a sociedade, diversos atores e instituições governamentais e não-governamentais para ampliar o conhecimento científico e desenvolver estratégias de conservação das espécies e dos ambientes em que ocorre”, finalizou.</p>
<p><strong>Trinta-réis-róseo</strong></p>
<p>De cor predominantemente branca, e com a região superior da cabeça preta, os trinta-réis são aves carismáticas que encantam admiradores de todo o mundo.</p>
<p>A espécie Sterna dougallii, conhecida como trinta-réis-róseo, gaivotinha, andorinha-branca ou andorinha-do-mar-rósea pode pesar cerca de 119 gramas e possuir 79 cm de envergadura. Elas surpreendem pela capacidade de migrar grandes distâncias todos os anos. Pouco antes do início do inverno rigoroso do Hemisfério Norte, elas voam de países como Canadá e Estados Unidos, e migram para a América do Sul em busca de um clima mais ameno, fartura de alimentos e bons locais de descanso.</p>
<figure id="attachment_108337" aria-describedby="caption-attachment-108337" style="width: 300px" class="wp-caption alignright"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-108337" src="https://portal.uern.br/wp-content/uploads/2023/06/Animais-costumam-migrar-entre-as-americas-do-Norte-e-do-Sul-Foto-Pedro-Lima-1-300x225.webp" alt="" width="300" height="225" srcset="https://portal.uern.br/wp-content/uploads/2023/06/Animais-costumam-migrar-entre-as-americas-do-Norte-e-do-Sul-Foto-Pedro-Lima-1-300x225.webp 300w, https://portal.uern.br/wp-content/uploads/2023/06/Animais-costumam-migrar-entre-as-americas-do-Norte-e-do-Sul-Foto-Pedro-Lima-1-1024x768.webp 1024w, https://portal.uern.br/wp-content/uploads/2023/06/Animais-costumam-migrar-entre-as-americas-do-Norte-e-do-Sul-Foto-Pedro-Lima-1-768x576.webp 768w, https://portal.uern.br/wp-content/uploads/2023/06/Animais-costumam-migrar-entre-as-americas-do-Norte-e-do-Sul-Foto-Pedro-Lima-1-600x450.webp 600w, https://portal.uern.br/wp-content/uploads/2023/06/Animais-costumam-migrar-entre-as-americas-do-Norte-e-do-Sul-Foto-Pedro-Lima-1.webp 1200w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /><figcaption id="caption-attachment-108337" class="wp-caption-text">Animais costumam migrar entre as américas do Norte e do Sul &#8211; Foto Pedro Lima</figcaption></figure>
<p>Quando a temporada de inverno no Hemisfério Norte chega ao fim elas batem asas de volta para lá e iniciam a temporada de reprodução, que é quando esses animais se reúnem em colônias de nidificação e realizam esforços para perpetuar a espécie.</p>
<p>Para ser um animal marinho é necessário que o animal dependa de recursos que sejam advindos do mar e possuam adaptações para viver nesse ambiente (como glândulas de sal, no caso das aves marinhas). Os trinta-réis se alimentam de peixes do ambiente marinho. Durante a maior parte do dia forrageiam no mar, já a noite descansam em praias e bancos de areia. É por isso que são consideradas de aves marinhas.</p>
<p>Para capturar ou pescar os peixes, os trinta-réis sobrevoam o mar observando a água em busca de cardumes de pequenos peixes que fazem parte da sua dieta. Quando elas, enfim, encontram os peixes, realizam mergulhos de pouca profundidade, capturam os peixes com o bico e voam em busca de mais peixes.</p>
<p>Seu nome popular é atribuído à dificuldade e raridade de antigamente se encontrar um exemplar da espécie. Era tão escasso quanto moedas de trinta-réis (unidades monetárias de Portugal e Brasil, por exemplo) no passado.</p>
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		<title>Primeiro peixe-boi-marinho reabilitado pelo Projeto Cetáceos da Costa Branca no RN é devolvido ao seu habitat</title>
		<link>https://portal.uern.br/blog/primeiro-peixe-boi-marinho-do-rn-e-devolvido-ao-seu-habitat/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Adriana Morais]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Jun 2023 14:33:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[PCCB]]></category>
		<category><![CDATA[Peixe-boi]]></category>
		<category><![CDATA[Projeto Cetáceos]]></category>
		<category><![CDATA[Projeto Cetáceos da Costa Branca]]></category>
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					<description><![CDATA[No mural da base de apoio do Projeto Cetáceos da Costa Branca, da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (Uern), cartazes de crianças da comunidade de Diogo Lopes, em Macau, envolvidas nas ações sociais do projeto, desejavam boas energias para Gabriel, o primeiro peixe-boi marinho do Rio Grande do Norte a ser devolvido [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>No mural da base de apoio do Projeto Cetáceos da Costa Branca, da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (Uern), cartazes de crianças da comunidade de Diogo Lopes, em Macau, envolvidas nas ações sociais do projeto, desejavam boas energias para Gabriel, o primeiro peixe-boi marinho do Rio Grande do Norte a ser devolvido para seu habitat. “Aproveite o mar”. “Faça amigos”. “Que seja feliz”. “Boa sorte, Gabriel”. São alguns das mensagens para sua nova fase de vida, que teve início nesta quarta-feira, 31, quando ele foi solto ao mar.</p>
<p>Gabriel chegou ao Projeto Cetáceos com três dias de vidas, após ser encontrado por um morador em uma praia de Icapuí (CE). Ele foi atendido pela equipe da ONG Aquasis, do Ceará, que é parceira da Uern. Após os primeiros cuidados, ele foi para o Centro de Reabilitação de Animais Marinhos da Uern, em Areia Branca, onde passou quatro anos. No ano passado, ele foi transferido para o Recinto de Aclimatação da Ponta do Tubarão, em Diego Lopes, Macau.</p>
<p>“Antes de serem soltos, os animais precisam passar por um período de aclimatação às condições naturais, se adaptando aos movimentos e oscilações das marés e correntes marinhas e temperatura das águas, por exemplo. O Recinto de Aclimatação apresenta características naturais fundamentais para os animais no período de aclimatação e soltura”, explica o coordenador-geral do Projeto Cetáceos, o biólogo Flávio Lima,</p>
<p>Após cinco anos de cuidados e preparação, Gabriel estava pronto para retornar ao seu habitat. E quem disse que Gabriel queria deixar a vida de cuidados dentro do projeto cetáceos para se aventurar em alto mar? Uns 30 minutos após abrir a porteira do Recinto de Aclimatação, ele se recusava a sair de espontânea vontade. Foi necessário uma equipe multiprofissional intervir para que o peixe-boi pudesse sair do recinto e desbravar novas historias em mar aberto.</p>
<p>Mas ele não estará sozinho nessa empreitada. Por mais um ano, Gabriel continuará sendo monitorado pela equipe do Projeto Cetáceos. “O peixe-boi contará com um equipamento de rastreamento, que quinzenalmente nos dá o sinal de localização. Por meio dessas informações, podemos saber o ambiente onde ele está, se ele está bem adaptado ou se precisa de alguma intervenção. Caso seja observado este último, nós podemos recapturá-lo para poder fazer exames e retomar o trabalho para nova devolução do peixe-boi ao meio ambiente”, explica Flávio Golfinho.</p>
<p><a href="https://portal.uern.br/wp-content/uploads/2023/06/Soltura-Gabriel-1.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-107812 size-full" src="https://portal.uern.br/wp-content/uploads/2023/06/Soltura-Gabriel-1.jpg" alt="" width="1080" height="720" srcset="https://portal.uern.br/wp-content/uploads/2023/06/Soltura-Gabriel-1.jpg 1080w, https://portal.uern.br/wp-content/uploads/2023/06/Soltura-Gabriel-1-300x200.jpg 300w, https://portal.uern.br/wp-content/uploads/2023/06/Soltura-Gabriel-1-1024x683.jpg 1024w, https://portal.uern.br/wp-content/uploads/2023/06/Soltura-Gabriel-1-768x512.jpg 768w" sizes="(max-width: 1080px) 100vw, 1080px" /></a></p>
<p>A soltura de Gabriel envolveu cerca de 30 profissionais de diferentes áreas. O momento histórico contou com a participação de representantes da Uern, equipe do Projeto Cetáceos, da Fundação para o Desenvolvimento da Ciência, Tecnologia e Inovação do Estado do Rio Grande do Norte (Funcitern), da Petrobrás, do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente (Ibama), do Instituto de Desenvolvimento Sustentável e Meio Ambiente do RN (Idema) e moradores da região.</p>
<p>Para a reitora Cicília Maia, é uma alegria poder participar desse momento histórico, que é a soltura do peixe-boi Gabriel. “A soltura de Gabriel e retorno ao seu habitat estão alinhados com as ações da Agenda 2030, no ODS 14, que trata da conservação e uso sustentável dos oceanos, e proteger os ecossistemas marinhos”, observa.</p>
<p>Ela destaca que o Projeto Cetáceos desenvolve um importante trabalho de cuidado ao meio ambiente há quase 25 anos. “O Cetáceos reúne características essenciais da Universidade, com ações de ensino, pesquisa e extensão. Além disso, desenvolve ações voltadas para a sociedade, e com a comunidade integrada conosco nesse trabalho de preservação do ambiente”, declara.</p>
<p>Conforme Flávio Lima, o Projeto Cetáceos está acompanhando 18 peixes-bois marinhos, sendo cinco no Recinto de Aclimatação da Ponta do Tubarão, em Diego Lopes, e 13 no Centro de Reabilitação de Animais Marinhos da Uern, em Areia Branca. “Estamos fazendo o trabalho para poder fazer a soltura desses animais”, afirma.</p>
<p>O peixe-boi marinho é uma das espécies de mamíferos aquáticos com maior risco de extinção no Brasil. A região da Costa Branca no Rio Grande do Norte é um dos principais locais de encalhes de filhotes da espécie, provavelmente devido às alterações naturais dos ambientes costeiros e marinhos e às atividades humanas na área.</p>

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<p>O resgate, reabilitação, estabilização, soltura e monitoramento de peixes-boi-marinhos são ações desenvolvidas no âmbito Projeto de Monitoramento de Praias da Bacia Potiguar (PMP-BP), como condicionante do licenciamento ambiental federal exigida pelo IBAMA, para a realização de atividades de exploração, produção e escoamento de petróleo e gás executadas pela Petrobras na região. O PMP-BP é executado pelo PCCB-UERN, por meio de convênio firmado entre a PETROBRAS, UERN e FUNCITERN.</p>
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		<title>Soltura de peixe-boi-marinho abrirá programação da Semana do Meio Ambiente da Uern</title>
		<link>https://portal.uern.br/blog/soltura-de-peixe-boi-abrira-programacao-da-semana-do-meio-ambiente-da-uern/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Bruno Soares]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 28 May 2023 09:01:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Projeto Cetáceos da Costa Branca]]></category>
		<category><![CDATA[Semana do Meio Ambiente]]></category>
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					<description><![CDATA[A Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (Uern) realizará, entre os dias 31 de maio e 07 de junho, mais uma edição da Semana do Meio Ambiente, com eventos em todos os campi para conscientizar a população sobre a importância da preservação e gestão ambiental. O pontapé inicial da programação será dado com [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (Uern) realizará, entre os dias 31 de maio e 07 de junho, mais uma edição da Semana do Meio Ambiente, com eventos em todos os campi para conscientizar a população sobre a importância da preservação e gestão ambiental. O pontapé inicial da programação será dado com a primeira soltura de peixe-boi-marinho no estado do Rio Grande do Norte, na próxima quarta-feira, na Reserva de Desenvolvimento Sustentável Ponta do Tubarão, comunidade de Diogo Lopes, distrito de Macau.</p>
<p>Gabriel será o primeiro peixe-boi marinho a ser solto pelo Projeto Cetáceos da Costa Branca (PCCB) no litoral do estado. A soltura será realizada em parceria com Fundação para o Desenvolvimento da Ciência, Tecnologia e Inovação do Estado do Rio Grande do Norte (Funcitern), a partir das 9h.</p>
<p>O animal encalhou ainda filhote, com poucos dias de vida, no dia 12 de julho de 2017, na Praia de Quixaba, no município de Aracati, Ceará. Foi resgatado pela equipe da Associação de Pesquisa e Preservação de Ecossistemas Aquáticos (Aquasis) e depois translocado, em 28 de julho do mesmo ano, para o Centro de Reabilitação de Fauna – Areia Branca do Projeto Cetáceos.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-107251 alignleft" src="https://portal.uern.br/wp-content/uploads/2023/05/Gabriel-sera-o-primeiro-peixe-boi-marinho-a-ser-solto-pelo-Projeto-Cetaceos-da-Costa-Branca-no-estado-300x200.jpeg" alt="" width="300" height="200" srcset="https://portal.uern.br/wp-content/uploads/2023/05/Gabriel-sera-o-primeiro-peixe-boi-marinho-a-ser-solto-pelo-Projeto-Cetaceos-da-Costa-Branca-no-estado-300x200.jpeg 300w, https://portal.uern.br/wp-content/uploads/2023/05/Gabriel-sera-o-primeiro-peixe-boi-marinho-a-ser-solto-pelo-Projeto-Cetaceos-da-Costa-Branca-no-estado-1024x683.jpeg 1024w, https://portal.uern.br/wp-content/uploads/2023/05/Gabriel-sera-o-primeiro-peixe-boi-marinho-a-ser-solto-pelo-Projeto-Cetaceos-da-Costa-Branca-no-estado-768x512.jpeg 768w, https://portal.uern.br/wp-content/uploads/2023/05/Gabriel-sera-o-primeiro-peixe-boi-marinho-a-ser-solto-pelo-Projeto-Cetaceos-da-Costa-Branca-no-estado.jpeg 1500w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" />Durante esse período, o peixe-boi esteve em reabilitação, recebendo todo acompanhamento médico veterinário, sendo submetido a manejos e exames de rotina.</p>
<p>Em 29 de abril do ano passado, foi translocado para o Recinto de Aclimatação, na Reserva de Desenvolvimento Sustentável Estadual Ponta do Tubarão. O espaço foi projetado em ambiente natural para que os animais possam se adaptar aos movimentos e oscilações das marés, correntes marinhas e temperatura das águas, antes do retorno definitivo para natureza.</p>
<p>Após a reabilitação e aclimatação, Gabriel será solto para o seu ambiente natural e, antes da soltura, receberá um número de identificação e um rastreador para ser monitorado.</p>
<p>O peixe-boi Gabriel está com 05 anos e 10 meses, pesa 364,5 Kg e possui 262 cm de comprimento total.</p>
<p>Além da soltura, a programação da Semana do Meio Ambiente da Uern contará, em Mossoró, Assú, Caicó, Natal, Pau dos Ferros e Patu, com exposições, palestras, feira de artesanato e de produtos agroecológicos, oficina de fotografia, coleta de resíduos eletroeletrônicos e campanha de conscientização.</p>
<p>Haverá ainda arrecadação de itens de higiene pessoal, oficina sobre plantio de mudas, mesa-redonda, sessão de cinema, minicursos, inauguração de horta de plantas medicinais, café compartilhado, jardim filosófico e conferência de encerramento com Salomar Mafaldo, do Ministério do Meio Ambiente e Mudanças do Clima.</p>
<p>A programação detalhada pode ser conferida <a href="https://portal.uern.br/wp-content/uploads/2023/05/Programacao-Semana-do-Meio-Ambiente-2023-Uern.pdf"><strong>AQUI</strong></a>.</p>
<p><strong>Envolvimento</strong></p>
<p>“UERN e o Compromisso com o Futuro: Agindo Agora!” é a temática escolhida para a edição deste ano, visando o engajamento de toda a comunidade acadêmica na promoção da sustentabilidade ambiental, com foco no compromisso de garantir um futuro sustentável para as próximas gerações.</p>
<p>A reitora Cicília Maia ressalta que o tema é um chamado à ação para todos nós.</p>
<p>“A Uern, enquanto universidade socialmente referenciada e comprometida com o desenvolvimento sustentável através da Agenda 2030 por meio do ensino, pesquisa e extensão, tem o dever de promover a conscientização sobre a necessidade de preservar e proteger nosso meio ambiente”, disse.</p>
<p>Por esse papel protagonista que exerce na sociedade, os esforços não podem se limitar aos portões da Instituição, defende a reitora.</p>
<p>“Devemos engajar toda a comunidade acadêmica, professores, alunos, servidores e parceiros externos, para que juntos possamos promover mudanças reais e duradouras. A sustentabilidade ambiental requer a participação ativa de cada um de nós, em todas as esferas da sociedade, todos juntos na busca da transformação social através do conhecimento produzido na nossa Universidade”, completa Cicília Maia.</p>
<p>Para a professora Jéssica Figueiredo, titular da Assessoria de Governança e Transparência, a Instituição “reafirma seu compromisso com o futuro e diante dos desafios sociais e ambientais que enfrentamos, nos sentimos na responsabilidade de abordar a importância da sustentabilidade e preservação do meio ambiente em nossa sociedade fazendo um chamamento da nossa comunidade para se engajar. O tema escolhido tem o objetivo de despertar a consciência coletiva sobre a urgência de agirmos agora para garantir um futuro sustentável para as próximas gerações”.</p>
<p>A docente acrescenta que a realização de eventos voltados para a temática do meio ambiente é de extrema importância tanto para a Uern quanto para a sociedade.</p>
<p>“Para nós, esses eventos reforçam o nosso compromisso com a sustentabilidade, promovem o compartilhamento de conhecimentos produzidos e experiências, além de estimular o engajamento da comunidade acadêmica. Para a sociedade, tais eventos ajudam na divulgação do conhecimento, disseminação das informações, conscientização e incentivam a adoção de práticas mais sustentáveis, contribuindo para a construção de um futuro melhor para todos”, destaca.</p>
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		<title>Projeto Cetáceos monitora reaparecimento de manchas de óleo nas praias do Rio Grande do Norte</title>
		<link>https://portal.uern.br/blog/projeto-cetaceos-monitora-reaparecimento-de-manchas-de-oleo-nas-praias-do-rio-grande-do-norte/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Adriana Morais]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Oct 2022 15:38:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Monitoramento]]></category>
		<category><![CDATA[Projeto Cetáceos da Costa Branca]]></category>
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					<description><![CDATA[O Projeto Cetáceos da Costa Branca, da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (PCCB-Uern) vem acompanhando o reaparecimento de manchas de óleo nas praias do Rio Grande do Norte e em outras regiões do nordeste recentemente. A equipe está fazendo o monitoramento para diagnosticar a extensão das manchas de óleo e atender eventuais [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Projeto Cetáceos da Costa Branca, da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (PCCB-Uern) vem acompanhando o reaparecimento de manchas de óleo nas praias do Rio Grande do Norte e em outras regiões do nordeste recentemente. A equipe está fazendo o monitoramento para diagnosticar a extensão das manchas de óleo e atender eventuais casos de fauna contaminada.</p>
<p>As informações sobre esse caso ainda estão sendo coletadas, no entanto, a Marinha do Brasil comunicou que se refere a um novo incidente, diferente do registrado em 2019, proveniente da lavagem de tanques de petroleiros na região do Golfo do México.</p>
<p>Até o momento, a equipe resgatou uma tartaruga e uma ave contaminadas por óleo. A tartaruga-oliva foi resgatada na praia da placa, em Icapuí (CE). Após avaliação, foi constatada severa contaminação por óleo na tartaruga em diversas áreas do corpo: toda porção da cavidade oral, casco, plastrão, região cervical e nadadeiras. O animal também não apresentava uma das nadadeiras anteriores.</p>
<p>A ave da espécie bobo-pequeno foi resgatada em Porto do Mangue (RN). Durante avaliação geral do estado de saúde foi evidenciada contaminação por óleo na ave em diversas áreas do corpo: patas, asas, bico, cavidade oral e penas.</p>
<p>Os animais foram encaminhados para o Centro de Despetrolização de Fauna Oleada – PCCB-UERN, em Mossoró-RN, para dar início ao processo de despetrolização, limpeza e reabilitação.</p>
<p>O projeto orienta que em caso do cidadão encontrar alguma área de prais com mancha de óleo, entre em contato com a equipe. O PCCB-UERN ressalta que o óleo encontrado nas praias pode ter alta toxicidade e não deve ser manuseado sem os EPI&#8217;s necessários.</p>
<p>Também é recomendado entrar em contato com as equipes do PCCB, em caso de encontrar tartarugas marinhas, golfinhos, baleias, peixes-bois ou aves marinhas encalhadas, com ou sem interação com petróleo.</p>
<p>Os contatos podem ser feitos pelos seguintes telefones: (84) 98843-4621, para a cidade de Areia Branca e região, e (84) 99943-0058, para Natal e região.</p>
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		<title>Projeto Cetáceos e Cemam realizarão extensa programação no Mês do Meio Ambiente</title>
		<link>https://portal.uern.br/blog/projeto-cetaceos-e-cemam-realizarao-extensa-programacao-no-mes-do-meio-ambiente/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agecom]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 31 May 2022 18:04:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Projeto Cetáceos da Costa Branca]]></category>
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					<description><![CDATA[O Projeto Cetáceos da Costa Branca (PCCB) da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (Uern) e o Centro de Estudos e Monitoramento Ambiental (Cemam) realizarão uma extensa programação de atividades educativas em junho, considerado o Mês do Meio Ambiente. Em alusão ao Dia Mundial do Meio Ambiente (dia 05), ao Dia Mundial dos [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Projeto Cetáceos da Costa Branca (PCCB) da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (Uern) e o Centro de Estudos e Monitoramento Ambiental (Cemam) realizarão uma extensa programação de atividades educativas em junho, considerado o Mês do Meio Ambiente.</p>
<p>Em alusão ao Dia Mundial do Meio Ambiente (dia 05), ao Dia Mundial dos Oceanos (dia 08) e ao Dia Mundial da Tartaruga Marinha (dia 16), as atividades visam promover a importância da conservação da fauna marinha e seus ecossistemas e a reflexão sobre ações para a sustentabilidade como possibilidade de relação mais harmônica entre sociedade e natureza.</p>
<p>As atividades acontecerão ao longo de todo litoral potiguar e envolverão os municípios de Areia Branca, Alto do Rodrigues, Extremoz, Galinhos, Guamaré, Macau (RDSE Ponta do Tubarão), Mossoró, Natal e São Miguel do Gostoso.</p>
<p>Mais informações em <a href="https://www.instagram.com/pccbuern/"><strong>@pccbuern</strong></a>, perfil do Projeto Cetáceos no Instagram.</p>
<p>Confira a programação detalhada na galeria abaixo:</p>

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		<title>Recinto de Aclimatação e Programa de Soltura e Monitoramento de Peixes-bois Marinhos no RN será inaugurado nesta quarta, 01</title>
		<link>https://portal.uern.br/blog/recinto-de-aclimatacao-e-programa-de-soltura-e-monitoramento-de-peixes-bois-marinhos-no-rn-e-inaugurado/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 31 May 2022 12:54:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Inauguração]]></category>
		<category><![CDATA[Projeto Cetáceos da Costa Branca]]></category>
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					<description><![CDATA[O Projeto Cetáceos da Costa Branca, da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (Uern), realizará a solenidade de inauguração do Recinto de Aclimatação e Programa de Soltura e Monitoramento de Peixes-bois Marinhos no RN. O evento será nesta quarta-feira, 01 de junho, às 10h, no Ecoposto da Reserva de Desenvolvimento Sustentável Estadual Ponta [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Projeto Cetáceos da Costa Branca, da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (Uern), realizará a solenidade de inauguração do Recinto de Aclimatação e Programa de Soltura e Monitoramento de Peixes-bois Marinhos no RN. O evento será nesta quarta-feira, 01 de junho, às 10h, no Ecoposto da Reserva de Desenvolvimento Sustentável Estadual Ponta do Tubarão, entre Diego Lopes e Macau.</p>
<p>A estrutura é constituída por uma passarela de acesso, uma plataforma de observação e um cercado para os animais, todos em madeira tratada e legalmente licenciada. O espaço está localizado em um canal na Comunidade de Diogo Lopes, mediante autorizações, licenças e anuências de todos os órgãos públicos competentes, incluindo o Conselho Gestor da RDSE Ponta do Tubarão.</p>
<p>“A construção do recinto representa um grande avanço para o Projeto Cetáceos da Costa Branca-UERN, pois até agora tínhamos apenas estrutura para manutenção dos animais em cativeiros de reabilitação”, diz o biólogo Flávio Lima, professor da Uern e coordenador-geral do PCCB. Ele explica que para a soltura dos animais em idade e condições adequadas é necessário que eles passem por período de adaptação em ambiente natural.</p>
<p>Com a estrutura, a Uern passa a ter condições de oferecer aos animais todas as etapas de reabilitação para retorno à natureza. A estrutura permitirá oferecer aos peixes-bois em reabilitação o processo de aclimatação para a soltura em ambiente natural e contribuir com a conservação da espécie, que atualmente é uma das espécies de mamíferos aquáticos mais ameaçadas do Brasil.</p>
<p>Desde 1998, o PCCB-UERN atua no resgate de neonatos de peixe-boi, e a partir de 2015 passou a assumir integralmente o atendimento a todos os encalhes de peixes-bois recém-nascidos no Rio Grande do Norte, expandindo o Centro de Reabilitação de Fauna Marinha da instituição, localizado no município de Areia Branca/RN. Neste local os animais são mantidos em recintos e alimentados artificialmente, sob supervisão de especialistas, entre veterinários, biólogos e tratadores de animais.</p>
<p>O PMP-BP é executado por meio de um convênio entre a Petrobras, Uern e Fundação para o Desenvolvimento da Ciência, Tecnologia e Inovação do Estado do Rio Grande do Norte (Funcitern).</p>
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