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	<title>Procurando Rafael &#8211; UERN &#8211; Universidade do Estado do Rio Grande do Norte</title>
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	<title>Procurando Rafael &#8211; UERN &#8211; Universidade do Estado do Rio Grande do Norte</title>
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	<item>
		<title>Uern realizará Percursos Históricos de Memória Negra em Mossoró</title>
		<link>https://portal.uern.br/blog/uern-realizara-percursos-historicos-de-memoria-negra-em-mossoro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Bruno Soares]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Nov 2025 16:55:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[História]]></category>
		<category><![CDATA[Procurando Rafael]]></category>
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					<description><![CDATA[O projeto de extensão &#8220;Procurando Rafael&#8221;, da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (Uern) realizará dois Percursos Históricos de Memória Negra, nos dias 20 e 27 de novembro, no Centro de Mossoró. O passeio guiado é gratuito e aberto ao público e tem como objetivo reafirmar, no Novembro Negro, a força da resistência [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">O projeto de extensão &#8220;Procurando Rafael&#8221;, da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (Uern) realizará dois Percursos Históricos de Memória Negra, nos dias 20 e 27 de novembro, no Centro de Mossoró. O passeio guiado é gratuito e aberto ao público e tem como objetivo reafirmar, no Novembro Negro, a força da resistência e da presença negra que atravessa séculos na construção da cidade.</p>
<p align="justify">O início das atividades é às 15h no Museu Histórico Lauro da Escóssia com destino à Faculdade de Enfermagem (Faen), em um percurso de aproximadamente dois quilometros e entre uma hora e meia e duas horas de duração.</p>
<p>Em cada parada do trajeto são apresentados personagens, espaços e memórias que evidenciam as lutas, estratégias de sobrevivência e redes de solidariedade que marcaram — e ainda marcam — a trajetória da população negra em Mossoró.</p>
<p>É recomendado o uso de protetor solar, roupas confortáveis, tênis e levar sua própria garrafinha de água. Por ser realizado na rua, pessoas com problemas de locomoção podem sentir dificuldades.</p>
<p>As inscrições podem ser feitas <a href="https://linktr.ee/procurandorafael#520880380"><strong>AQUI</strong></a> ou na bio do perfil <a href="https://www.instagram.com/procurandorafael/"><strong>@procurandorafael</strong></a> no Instagram.</p>
<p>A iniciativa é realizada em parceria com a Diretoria de Ações Afirmativas e Diversidade (DIAAD) da Uern e o Banco do Nordeste Cultural Mossoró.</p>
<p><strong>Projeto de extensão</strong></p>
<p>Pensando nas narrativas construídas na história de Mossoró que o projeto “Procurando Rafael” nasceu com o objetivo de abordar a narrativa sobre o 30 de setembro, buscando destacar o protagonismo de personagens pretos e pretas em todo esse contexto de escravidão e emancipação dos escravizados na cidade de Mossoró. O projeto é realizado por professores(as) e estudantes curso de História.</p>
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		<title>Projeto “Procurando Rafael” celebrará primeira edição do Baile do Rafael</title>
		<link>https://portal.uern.br/blog/projeto-procurando-rafael-celebrara-primeira-edicao-do-baile-do-rafael/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Adriana Morais]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Sep 2025 14:23:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Baile dos Negros]]></category>
		<category><![CDATA[Procurando Rafael]]></category>
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					<description><![CDATA[Texto: Iasmin Cardoso &#8211; Estagiária de Jornalismo A Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (Uern), através do projeto de extensão Procurando Rafael, celebrará a primeira edição do Baile do Rafael. O evento será realizado no dia 24 de setembro, no pátio da Faculdade de Filosofia e Ciências Sociais (Fafic), a partir das 18h30. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Texto: Iasmin Cardoso &#8211; Estagiária de Jornalismo</em></p>
<p>A Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (Uern), através do projeto de extensão Procurando Rafael, celebrará a primeira edição do Baile do Rafael. O evento será realizado no dia 24 de setembro, no pátio da Faculdade de Filosofia e Ciências Sociais (Fafic), a partir das 18h30.</p>
<p>Para comemorar a primeira edição do Baile, o Procurando Rafael realizará a premiação do Concurso Traços da Liberdade, em homenagem ao antigo Baile dos Negros.</p>
<p>A programação contará com música ao vivo, dança coletiva, recital de cordel, aula de axé e consciência negra, microfone aberto e exposição de artes. As atividades serão abertas para toda a comunidade acadêmica que desejar se divertir e celebrar a memória negra da cidade.</p>
<p><strong>Baile dos Negros</strong></p>
<p>Desde 1883 até meados do século XX, as pessoas libertas em Mossoró comemoravam sua libertação com o Baile dos Negros na cidade. Uma época de festejo e vivacidade.</p>
<p>O Baile acontecia em diferentes espaços, como na frente do Museu Lauro Monte Filho, em seu salão superior; no antigo Cine Déa, no Clube Ipiranga e até nos Paredões.</p>
<p>O projeto busca acender essa memória coletiva, trazendo a tradição e cultura dessa comemoração em forma de aprendizado para a Instituição.</p>
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		<title>Projeto “Procurando Rafael” encontra faceta de Raphael Mossoroense da Glória</title>
		<link>https://portal.uern.br/blog/projeto-procurando-rafael-encontra-faceta-de-rafael-mossoroense-da-gloria/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Adriana Morais]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 15 Jul 2025 12:41:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[30 de setembro]]></category>
		<category><![CDATA[Procurando Rafael]]></category>
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					<description><![CDATA[Texto: Iasmin Cardoso A Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (Uern) tem desenvolvido projetos de extensão que visibilizam narrativas e interagem com a comunidade acadêmica e externa. Um dos exemplos é o projeto intitulado como Procurando Rafael, realizado por docentes e discentes do curso de História da Instituição.. O Procurando Rafael busca contar [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em><span style="font-weight: 400">Texto: Iasmin Cardoso</span></em></p>
<p><span style="font-weight: 400"><a href="https://portal.uern.br/wp-content/uploads/2025/07/Equipe-Procurando-Rafael-1.jpeg"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignleft wp-image-128273 size-medium" src="https://portal.uern.br/wp-content/uploads/2025/07/Equipe-Procurando-Rafael-1-300x216.jpeg" alt="" width="300" height="216" srcset="https://portal.uern.br/wp-content/uploads/2025/07/Equipe-Procurando-Rafael-1-300x216.jpeg 300w, https://portal.uern.br/wp-content/uploads/2025/07/Equipe-Procurando-Rafael-1-1024x739.jpeg 1024w, https://portal.uern.br/wp-content/uploads/2025/07/Equipe-Procurando-Rafael-1-768x554.jpeg 768w, https://portal.uern.br/wp-content/uploads/2025/07/Equipe-Procurando-Rafael-1.jpeg 1080w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a>A Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (Uern) tem desenvolvido projetos de extensão que visibilizam narrativas e interagem com a comunidade acadêmica e externa. Um dos exemplos é o projeto intitulado como Procurando Rafael, realizado por docentes e discentes do curso de História da Instituição..</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O Procurando Rafael busca contar a história do período de emancipação dos escravizados da cidade de Mossoró, comemorado no dia 30 de setembro, diante de narrativas e feitos de pessoas negras que não são lembrados, problematizando o apagamento racial nesse evento tão significativo para a história da população negra mossoroense.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">No dia 8 de julho foi divulgado nas redes sociais do Projeto uma descoberta que trouxe um novo rosto para a história da cidade. A faceta de Rafael Mossoroense da Glória — única pessoa negra entre os abolicionistas de Mossoró e figura que dá nome ao projeto — foi revelada por meio de uma imagem ilustrativa produzida em 1924, considerada a representação mais próxima que se tem de Rafael.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">“Essa descoberta é importante porque dá um rosto a uma figura da história de Mossoró que foge da tradicional ligação com as elites, ajudando a construir uma narrativa mais plural e inclusiva. Ela também destaca a importância dos documentos nos acervos e reforça a necessidade de valorizar tanto esses materiais quanto às políticas de preservação e as pessoas que trabalham com eles”, comenta a coordenadora do projeto e professora do curso de História da Uern, Aryana Costa, sobre a importância de descobertas como essa para o desenvolvimento de pesquisa do projeto.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A participação ativa dos estudantes nas pesquisas desenvolvidas pelo projeto é essencial para o fortalecimento e a valorização da memória negra de Mossoró. “Participar dessa descoberta foi revigorante e recompensador, pois representa o auge do nosso trabalho ao dar voz e identidade a pessoas historicamente subalternizadas, unindo o papel do historiador ao compromisso cidadão”, relata Pedro Henrique, estudante de História e bolsista PIBIC do projeto.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A pesquisa foi feita em parcerias com fontes que preservam memórias e vivências nos seus acervos: como o Museu Lauro da Escóssia e o Acervo da Coleção Mossoroense. Dessa forma, possibilitando a construção de um trabalho acadêmico com dimensão político-cultural que evidencia a luta histórica abolicionista e conscientiza a população.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O projeto continuará como está, sem mudança de nome. Rafael se tornou um símbolo da história étnico-racial de Mossoró, especialmente ligado às discussões sobre 30 de setembro e o pós-abolição. E o seu rosto encontrado está disponível para ser utilizado como material didático por professores.  “O projeto representa a procura também por outras figuras negras invisibilizadas. O objetivo é manter a discussão sobre a temática”, destaca Aryana Costa.</span></p>
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		<title>Projeto &#8220;Procurando Rafael&#8221; pesquisa sobre o papel da pessoa negra na abolição</title>
		<link>https://portal.uern.br/blog/projeto-procurando-rafael-pesquisa-sobre-o-papel-da-pessoa-negra-na-abolicao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Adriana Morais]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Oct 2024 13:27:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[Procurando Rafael]]></category>
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					<description><![CDATA[Texto: Vitória Araújo &#8211; Estagiária de jornalismo O 30 de setembro, feriado municipal em Mossoró, é uma data de orgulho. Intitulada “Terra da Liberdade”, a cidade enaltece com orgulho o feito de ter abolido a escravatura em 30 de setembro de 1883, cinco antes da Lei Áurea. Um dos fatores que levaram a essa antecipação [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Texto: Vitória Araújo &#8211; Estagiária de jornalismo</em></p>
<p>O 30 de setembro, feriado municipal em Mossoró, é uma data de orgulho. Intitulada “Terra da Liberdade”, a cidade enaltece com orgulho o feito de ter abolido a escravatura em 30 de setembro de 1883, cinco antes da Lei Áurea.</p>
<p>Um dos fatores que levaram a essa antecipação foi a forte presença abolicionista na região, incluindo líderes políticos, intelectuais e membros da sociedade civil. Foi através de campanhas e debates sobre a necessidade de acabar com a escravidão que conseguiram o apoio de muitos moradores da cidade. Em 1913, a data foi decretada como feriado nacional, para celebrar a histórica libertação dos escravos.</p>
<p>Pensando nas narrativas construídas na história de Mossoró que o projeto de extensão da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (Uern), &#8220;Procurando Rafael&#8221; nasceu com objetivo de abordar a narrativa sobre o 30 de setembro, buscando destacar o protagonismo de personagens pretos e pretas em todo esse contexto de escravidão e emancipação dos escravizados na cidade de Mossoró. O projeto é realizado por professores e estudantes curso de História.</p>
<p>A coordenadora do projeto, a professora Aryana Costa, conta que por mais que a cidade tenha orgulho da data, em que cinco anos antes da abolição da escravidão foi realizado a emancipação das pessoas escravizadas, o “Procurando Rafael” vem questionando esse dia através de pesquisas. Seu foco principal são as narrativas sobre a abolição da escravatura na cidade e perguntando onde estavam as pessoas negras deste evento.</p>
<p>&#8220;A gente percebe que os sujeitos que aparecem, as memórias e lugares, são sujeitos das camadas mais elitizadas da cidade. E isso a gente afirma, ancorado em trabalhos de pesquisa, que já vinha questionando esse 30 de setembro há algum tempo aqui em Mossoró&#8221;, relata a professora Aryana.</p>
<p>As pesquisas são feitas através de trabalhos de professores, técnicos e estudantes do departamento de História da Uern. O Procurando Rafael também conta com o trabalho<b> </b>do pesquisador Jeferson Santos, da Universidade Federal Rural do Semi-Árido (Ufersa), onde ele encontra, através de jornais, o fato de que muitas das pessoas escravizadas em 1883 também mobilizaram o direito para comprar ou ajudar a comprar suas próprias alforrias, evidenciando assim, uma ação da própria parte das pessoas pretas da época.</p>
<p>&#8220;Então, onde estavam essas pessoas? Começamos a procurar em lugares já clássicos de pesquisa mossoroense e apesar de toda a dificuldade, a gente conseguiu encontrar&#8221;, complementou Aryana.</p>
<p>Simbolizando a busca por todas as figuras pretas que viveram e resistiram durante e após o processo abolicionista em Mossoró, Rafael, então seria uma das pessoas encontradas através das pesquisas. Ele está entre os 40 escravizados alforriados em 10 de junho de 1883. Após sua libertação foi nomeado como &#8220;Rafael Mossoroense da Glória&#8221; por Almino Affonso. Rafael é a única pessoa de cor, liberta ou escravizada, que é citada nos documentos.</p>
<p>&#8220;A gente está tentando bolar esse novo circuito para celebrar essa memória do 30 de setembro, uma memória que inclui então novos sujeitos para uma comemoração que já é bastante antiga na cidade&#8221;, frisou a coordenadora.</p>
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