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	<title>Peixe-boi-marinho &#8211; UERN &#8211; Universidade do Estado do Rio Grande do Norte</title>
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	<title>Peixe-boi-marinho &#8211; UERN &#8211; Universidade do Estado do Rio Grande do Norte</title>
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		<title>Projeto Cetáceos da Uern realizará sétima soltura de peixe-boi-marinho</title>
		<link>https://portal.uern.br/blog/projeto-cetaceos-da-uern-realizara-setima-soltura-de-peixe-boi-marinho/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Bruno Soares]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Feb 2026 16:35:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Peixe-boi-marinho]]></category>
		<category><![CDATA[Projeto Cetáceos]]></category>
		<category><![CDATA[Soltura]]></category>
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					<description><![CDATA[O Projeto Cetáceos da Costa Branca (PCCB) da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (Uern) realizará, na próxima terça-feira, 10, a soltura de mais um peixe-boi-marinho. Após seis de anos de acompanhamento contínuo, o animal que tem o nome de Maria, está apto a retornar ao seu habitat natural. A soltura será realizada [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Projeto Cetáceos da Costa Branca (PCCB) da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (Uern) realizará, na próxima terça-feira, 10, a soltura de mais um peixe-boi-marinho. Após seis de anos de acompanhamento contínuo, o animal que tem o nome de Maria, está apto a retornar ao seu habitat natural.</p>
<p>A soltura será realizada às 8h, no Recinto de Aclimatação de Peixes-bois, localizado na Reserva de Desenvolvimento Sustentável Estadual Ponta do Tubarão, no município de Macau-RN, e será aberta ao público e à imprensa.</p>
<p>Maria encalhou na Praia das Emanuelas, em Tibau-RN, no dia 24 de dezembro de 2019, quando ainda era recém nascida. Recebeu este nome em referência à data do encalhe, que coincide com as celebrações do nascimento de Jesus Cristo, em uma homenagem simbólica à sua mãe, Maria.</p>
<p>Desde então, o animal passou por um longo e criterioso processo de estabilização, reabilitação e aclimatação.</p>
<p>Esta será a sétima soltura de peixe-boi-marinho realizada pelo Projeto Cetáceos, reforçando a continuidade e a relevância das ações de conservação da espécie no estado. A iniciativa evidencia o êxito de um trabalho de longo prazo, que envolve ciência, manejo responsável e educação ambiental.</p>
<p>De acordo com o professor Flávio Lima, coordenador geral do PCCB, cada soltura representa não apenas o retorno de um animal à natureza, mas também a consolidação de anos de dedicação técnica e científica voltados à conservação do peixe-boi-marinho, espécie ameaçada de extinção no Brasil.</p>
<p>Durante o processo de soltura, Maria será equipada com um dispositivo de monitoramento por radiotelemetria (VHF e satelital), que permitirá o acompanhamento remoto de seus deslocamentos e comportamento no ambiente natural.</p>
<p>Segundo Augusto Bôaviagem, analista de gestão e médico veterinário do PCCB, o monitoramento pós-soltura é fundamental para avaliar a adaptação do animal, identificar áreas de uso e compreender possíveis interações com atividades humanas ao longo da costa.</p>
<p>A presença do equipamento pode chamar a atenção da população e de pescadores, motivo pelo qual o projeto reforça a importância do trabalho educativo junto às comunidades costeiras, esclarecendo que o dispositivo não causa prejuízos ao animal e é essencial para garantir sua segurança e adaptação após a soltura.</p>
<p><strong>Alerta</strong></p>
<p>Em casos de encalhe ou avistagem de peixes-bois-marinhos com equipamentos de monitoramento, a população deve entrar em contato imediatamente com a equipe responsável através dos telefones (84) 99943-0058 (Natal e região) ou (84) 98843-4621 (Areia Branca e região).</p>
<p><strong>Trabalho</strong></p>
<p>O resgate, reabilitação, estabilização, soltura e monitoramento de peixes-bois-marinhos são ações desenvolvidas no âmbito do Projeto de Monitoramento de Praias da Bacia Potiguar (PMP-BP), como condicionante do licenciamento ambiental federal exigido pelo Ibama. O PMP-BP é executado pelo Projeto Cetáceos da Costa Branca, da Uern, por meio de convênio com a Petrobras e a Fundação para o Desenvolvimento da Ciência, Tecnologia e Inovação do Estado do Rio Grande do Norte (Funcitern).</p>
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		<item>
		<title>Segunda soltura de peixe-boi confirma capacidade técnica do Projeto Cetáceos da Costa Branca para conservação e reabilitação da espécie</title>
		<link>https://portal.uern.br/blog/segunda-soltura-de-peixe-boi-confirma-capacidade-tecnica-do-projeto-cetaceos-da-costa-branca-para-conservacao-e-reabilitacao-da-especie/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ilana Albuquerque]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 Jul 2023 21:30:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[PCCB]]></category>
		<category><![CDATA[Peixe-boi-marinho]]></category>
		<category><![CDATA[Recinto de Aclimatação e Programa de Soltura e Monitoramento de Peixes-bois Marinhos]]></category>
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					<description><![CDATA[Depois de quase seis anos sob os cuidados do Projeto Cetáceos da Costa Branca, da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte, o peixe-boi-marinho batizado como Rosa foi devolvido à natureza na manhã desta sexta-feira (28), na Reserva de Desenvolvimento Sustentável Estadual Ponta do Tubarão, comunidade de Diogo Lopes, distrito do município de Macau/RN. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Depois de quase seis anos sob os cuidados do Projeto Cetáceos da Costa Branca, da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte, o peixe-boi-marinho batizado como Rosa foi devolvido à natureza na manhã desta sexta-feira (28), na Reserva de Desenvolvimento Sustentável Estadual Ponta do Tubarão, comunidade de Diogo Lopes, distrito do município de Macau/RN.</p>
<p>Para o professor Flávio Lima, coordenador geral do PCCB-Uern, a soltura de Rosa,  dois meses depois da bem-sucedida devolução do primeiro animal ao habitat natural, no Rio Tubarão, é a confirmação da capacidade técnica instalada para a conservação e reabilitação da espécie ameaçada.</p>
<p>O peixe-boi Rosa foi resgatado em outubro de 2017, na Praia do Rosado, município de Porto do Mangue/RN, com poucos dias de vida. Tendo se desenvolvido bem, desde junho de 2022, ela estava no recinto de aclimatação da Reserva de Desenvolvimento Sustentável Estadual Ponta do Tubarão. O recinto é uma área de 690m², em ambiente natural para adaptação dos animais às marés, correntes marinhas, salinidade e temperatura das águas, antes do retorno à natureza.</p>
<p>Assim como Gabriel, primeiro exemplar solto pelo PCCB-Uern no fim de maio passado, Rosa também recebeu um equipamento para monitoramento, por até um ano, por sinal VHF e via satélite. Os pesquisadores alertam que os rastreadores, presos aos corpos dos peixes-bois, podem chamar a atenção de banhistas e pescadores, mas que não tentem tirá-los, pois os dispositivos são essenciais para acompanhar o deslocamento e a adaptação dos animais ao ambiente natural.</p>
<p>“Os peixes-bois são herbívoros de topo de cadeia alimentar em relação às indicações ambientais. Ele é um sentinela ambiental, que indica o quanto o ambiente está saudável. Mas, acima de tudo, é uma espécie bandeira para conservação, que, ao longo das décadas, foi decaindo em população,  sendo hoje uma das espécies de mamíferos marinhos mais ameaçadas de extinção do Brasil. O repovoamento de peixes-bois é um símbolo da conservação dos oceanos, e insere a Uern na agenda 2030 da ONU para o desenvolvimento sustentável”, ressaltou o professor Flávio Lima.</p>
<p>O resgate, reabilitação, estabilização, soltura e monitoramento de peixes-bois-marinhos são ações desenvolvidas no âmbito do Projeto de Monitoramento de Praias da Bacia Potiguar (PMP-BP), financiado pela Petrobras, como contrapartida ambiental para o licenciamento federal concedido pelo Ibama para as atividades de exploração e produção de petróleo e gás pela estatal. O PMP-BP é executado pelo Projeto Cetáceos da Costa Branca, por meio de convênio entre a Petrobras, a UERN e a Fundação para o Desenvolvimento da Ciência, Tecnologia e Inovação do Estado do Rio Grande do Norte (Funcitern), e conta com a parceria do Idema e de ONGs que atuam na região.</p>
<p>Outros quatro peixes-bois permanecem sob os cuidados do PCCB-Uern na Reserva de Desenvolvimento Sustentável Estadual Ponta do Tubarão: Angelina, Aquitã, Gaia e Zé Grande, que será o próximo a ser reintegrado ao habitat natural daqui a dois meses.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Projeto Cetáceos da Costa Branca</strong></p>
<figure id="attachment_109726" aria-describedby="caption-attachment-109726" style="width: 236px" class="wp-caption alignright"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="size-medium wp-image-109726" src="https://portal.uern.br/wp-content/uploads/2023/07/profflaviolima-236x300.jpeg" alt="" width="236" height="300" srcset="https://portal.uern.br/wp-content/uploads/2023/07/profflaviolima-236x300.jpeg 236w, https://portal.uern.br/wp-content/uploads/2023/07/profflaviolima.jpeg 372w" sizes="(max-width: 236px) 100vw, 236px" /><figcaption id="caption-attachment-109726" class="wp-caption-text">Professor Flávio Lima, coordenador do PCCB-Uern</figcaption></figure>
<p>O PCCB-Uern foi criado em 1998, como uma ação institucional de estudantes, professores, técnicos e moradores das comunidades, especialmente pescadores, inicialmente para levantamento de cetáceos na Costa Branca. Em 2009, foi iniciado o projeto de monitoramento de praias da bacia potiguar. A partir de então, o projeto se expandiu, estando hoje presente em cinco bases avançadas, com uma equipe de quase 80 pessoas, entre pesquisadores, moradores das comunidades contratados e voluntários, que atuam tanto na pesquisa quanto na educação ambiental.</p>
<p>Além do trabalho de resgate, reabilitação, estabilização, soltura e monitoramento de peixes-bois-marinhos, o Cetáceos  mantém programas de conservação de aves,  tartarugas-marinhas, golfinhos e baleias, e de monitoramento das condições ambientais locais e pesca artesanal.</p>
<p>“São várias ações desenvolvidas para conhecer a biodiversidade e difundir informações para a conservação dessa biodiversidade, conscientizando as comunidade sobre a relação que devem manter de forma positiva com os ambientes costeiros, marinhos e oceânicos do Rio Grande do Norte”, pontua o professor Flávio.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Amigo do peixe-boi</strong></p>
<figure id="attachment_109727" aria-describedby="caption-attachment-109727" style="width: 300px" class="wp-caption alignleft"><img decoding="async" class="size-medium wp-image-109727" src="https://portal.uern.br/wp-content/uploads/2023/07/centroamagoa-300x139.jpeg" alt="" width="300" height="139" srcset="https://portal.uern.br/wp-content/uploads/2023/07/centroamagoa-300x139.jpeg 300w, https://portal.uern.br/wp-content/uploads/2023/07/centroamagoa-1024x473.jpeg 1024w, https://portal.uern.br/wp-content/uploads/2023/07/centroamagoa-768x355.jpeg 768w, https://portal.uern.br/wp-content/uploads/2023/07/centroamagoa.jpeg 1052w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /><figcaption id="caption-attachment-109727" class="wp-caption-text">Centro Amagoa de Cultura e Meio Ambiente. Foto: Ricardo Morais</figcaption></figure>
<p>Antes da soltura de Rosa, as comunidades de Diogo Lopes, Barreiras e Sertãozinho, e representantes de órgãos públicos e de instituições parceiras que atuam em prol da conservação do peixe-boi-marinho na Ponta do Tubarão foram recebidas com uma programação cultural, durante a qual o PCCB-Uern homenageou  com o título &#8220;Amigo do Peixe-boi” pessoas  que contribuíram  significativamente para o sucesso do programa de resgate, reabilitação, estabilização, soltura e monitoramento da espécie.</p>
<p>Foram homenageados o diretor geral do Instituto de Desenvolvimento Sustentável e Meio Ambiente, Leon Aguiar; o gestor da Reserva de Desenvolvimento Sustentável Estadual Ponta do Tubarão, biólogo Ramiro Camacho; o representante do Centro Amagoa de Cultura e Meio Ambiente, José Élio da Silva Souza;  o presidente da colônia de pescadores Z-41, Manoel Francisco de Souza;  o representante do Conselho Pastoral dos Pescadores, Luis Ribeiro da Silva, e os tratadores de animais do projeto Erikson e Antônio Marcos da Silva.</p>
<p>“Estamos aqui tentando salvar uma espécie e toda uma cadeia que existe de relações animais. O envolvimento das</p>
<figure id="attachment_109728" aria-describedby="caption-attachment-109728" style="width: 300px" class="wp-caption alignright"><img decoding="async" class="size-medium wp-image-109728" src="https://portal.uern.br/wp-content/uploads/2023/07/amigopeixeboi-300x204.jpeg" alt="" width="300" height="204" srcset="https://portal.uern.br/wp-content/uploads/2023/07/amigopeixeboi-300x204.jpeg 300w, https://portal.uern.br/wp-content/uploads/2023/07/amigopeixeboi-1024x697.jpeg 1024w, https://portal.uern.br/wp-content/uploads/2023/07/amigopeixeboi-768x523.jpeg 768w, https://portal.uern.br/wp-content/uploads/2023/07/amigopeixeboi.jpeg 1280w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /><figcaption id="caption-attachment-109728" class="wp-caption-text">Tratador Antônio Marques da Silva, homenageado.</figcaption></figure>
<p>pessoas da comunidade é de extrema importância para a educação ambiental”, ressaltou o diretor geral do Idema, Leon Aguiar.</p>
<p>O tratador Antônio Marques da Silva é contratado pelo Projeto há 14 anos, no qual começou como voluntário, aos 15 anos de idade. Emocionado<strong>, </strong>ele disse que fez do resgate e da conservação dos peixes-bois a profissão dele.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Alerta</strong></p>
<p>Em caso de encalhe ou avistagem de peixes-bois-marinhos com equipamentos de radiotelemetria, entre em contato com o PCCB-Uern através dos seguintes contatos:</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Natal e região: (84) 9 9943-0058</p>
<p>Areia Branca e região: (84) 9 8843-4621</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>        </strong></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Segunda soltura de peixe-boi-marinho no RN ocorrerá nesta sexta, 28</title>
		<link>https://portal.uern.br/blog/segunda-soltura-de-peixe-boi-marinho-no-rn-ocorrera-nesta-sexta-28/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Bruno Soares]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Jul 2023 19:40:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[PCCB]]></category>
		<category><![CDATA[Peixe-boi-marinho]]></category>
		<category><![CDATA[Recinto de Aclimatação e Programa de Soltura e Monitoramento de Peixes-bois Marinhos]]></category>
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					<description><![CDATA[O Projeto de Monitoramento de Praias da Bacia Potiguar (PMP-BP), conduzido pela Petrobras e executado em parceria com o Projeto Cetáceos da Costa Branca (PCCB) da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (Uern) e a Fundação para o Desenvolvimento da Ciência, Tecnologia e Inovação do Estado do Rio Grande do Norte (Funcitern), realizará [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Projeto de Monitoramento de Praias da Bacia Potiguar (PMP-BP), conduzido pela Petrobras e executado em parceria com o Projeto Cetáceos da Costa Branca (PCCB) da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (Uern) e a Fundação para o Desenvolvimento da Ciência, Tecnologia e Inovação do Estado do Rio Grande do Norte (Funcitern), realizará a segunda soltura de peixe-boi-marinho no estado do Rio Grande do Norte. Será nesta sexta-feira, 28, a partir das 8h, no Centro Amagoa de Cultura e Meio Ambiente, localizado na Reserva de Desenvolvimento Sustentável Estadual Ponta do Tubarão, na comunidade de Diogo Lopes, distrito de Macau.</p>
<p>Haverá uma programação cultural para receber a comunidade local, representantes de órgãos públicos e de instituições parceiras que atuam em prol da conservação do peixe-boi-marinho no Brasil.</p>
<p>O peixe-boi-marinho de nome Rosa encalhou no dia 21 de outubro de 2017, na Praia do Rosado, no município de Porto do Mangue/RN, com poucos dias de vida. Durante o processo de reabilitação, recebeu acompanhamento médico veterinário, sendo submetida a manejos e exames complementares de rotina, a fim de assegurar o estado geral de saúde.</p>
<figure id="attachment_109629" aria-describedby="caption-attachment-109629" style="width: 300px" class="wp-caption alignleft"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-109629" src="https://portal.uern.br/wp-content/uploads/2023/07/Peixe-boi-marinho-Rosa-quando-foi-resgatada-300x169.png" alt="" width="300" height="169" srcset="https://portal.uern.br/wp-content/uploads/2023/07/Peixe-boi-marinho-Rosa-quando-foi-resgatada-300x169.png 300w, https://portal.uern.br/wp-content/uploads/2023/07/Peixe-boi-marinho-Rosa-quando-foi-resgatada.png 594w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /><figcaption id="caption-attachment-109629" class="wp-caption-text">Peixe-boi-marinho Rosa quando foi resgatada</figcaption></figure>
<p>Inicialmente sua alimentação era constituída por um composto lácteo artificial, à base de proteína isolada de soja e suplementada por vitaminas, minerais e aminoácidos essenciais. O aleitamento era fornecido por meio da mamadeira subaquática, e a oferta de alimentos sólidos como capim agulha e algas marinhas foi realizada de forma gradativa, respeitando o desenvolvimento do animal.</p>
<p>No dia 03 de junho de 2022, o animal foi translocado para o Recinto de Aclimatação situado na Reserva de Desenvolvimento Sustentável Estadual Ponta do Tubarão. O recinto possui área de 690 m² e foi construído em ambiente natural para melhor adaptação dos animais, a fim de conectá-los com a dinâmica e oscilações das marés, correntes marinhas, salinidade e temperatura das águas, antes do retorno à natureza.</p>
<p>Durante esse período o animal demonstrou-se bem ativo e sociável com os demais peixes-bois do recinto. Atualmente, está com 05 anos 09 meses, pesa 410,5 kg e possui 290,5 cm de comprimento total. Compartilha o recinto com peixes-bois Zé Grande, Angelina, Aquitã e Gaia.</p>
<figure id="attachment_109630" aria-describedby="caption-attachment-109630" style="width: 300px" class="wp-caption alignright"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-109630" src="https://portal.uern.br/wp-content/uploads/2023/07/Peixe-boi-marinho-Rosa-no-recinto-de-aclimatacao-300x173.png" alt="" width="300" height="173" srcset="https://portal.uern.br/wp-content/uploads/2023/07/Peixe-boi-marinho-Rosa-no-recinto-de-aclimatacao-300x173.png 300w, https://portal.uern.br/wp-content/uploads/2023/07/Peixe-boi-marinho-Rosa-no-recinto-de-aclimatacao.png 598w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /><figcaption id="caption-attachment-109630" class="wp-caption-text">Peixe-boi-marinho Rosa no recinto de aclimatação</figcaption></figure>
<p>Após o processo de aclimatação, Rosa será solta em ambiente natural e, antes da soltura, receberá um equipamento que permite monitorá-la de forma remota, através de sinal VHF e satelital. Este rastreador, por muitas vezes, pode chamar a atenção da população e dos pescadores que, em alguns momentos, podem tentar retirá-lo do animal. Por isso, a importância do trabalho educativo com as comunidades locais para explicar a funcionalidade e importância deste dispositivo, essencial não apenas para acompanhar o deslocamento dos animais, mas assegurar a sua adaptação ao ambiente natural.</p>
<p>Rosa será o segundo exemplar de peixe-boi-marinho a ser solto pelo Projeto Cetáceos da Costa Branca no litoral potiguar. O momento é de extrema importância para a conservação da espécie no RN e a etapa de monitoramento pós-soltura será realizada por cerca de um ano, a depender do comportamento do animal.</p>
<figure id="attachment_109631" aria-describedby="caption-attachment-109631" style="width: 300px" class="wp-caption alignright"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-109631" src="https://portal.uern.br/wp-content/uploads/2023/07/Imagem-aerea-do-recinto-de-aclimatacao-300x168.png" alt="" width="300" height="168" srcset="https://portal.uern.br/wp-content/uploads/2023/07/Imagem-aerea-do-recinto-de-aclimatacao-300x168.png 300w, https://portal.uern.br/wp-content/uploads/2023/07/Imagem-aerea-do-recinto-de-aclimatacao.png 598w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /><figcaption id="caption-attachment-109631" class="wp-caption-text">Imagem aérea do recinto de aclimatação</figcaption></figure>
<p>A primeira soltura de peixe-boi-marinho no RN aconteceu no final do mês de maio. A volta de Gabriel à natureza foi um sucesso e ele vem apresentando excelente comportamento e adaptação ao ambiente natural. Todos os esforços desenvolvidos e aplicados vêm sendo eficientes.</p>
<p>O resgate, reabilitação, estabilização, soltura e monitoramento de peixes-bois-marinhos são ações desenvolvidas no âmbito do Projeto de Monitoramento de Praias da Bacia Potiguar (PMP-BP), como condicionante do licenciamento ambiental federal exigida pelo Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis (Ibama), para a realização de atividades de exploração, produção e escoamento de petróleo e gás executadas pela Petrobras na região.</p>
<p><strong>Ameaçado</strong></p>
<p>O peixe-boi-marinho é um dos mamíferos aquáticos com maior grau de ameaça à extinção do Brasil. No passado foi vítima da caça e, atualmente, sofre com a perda e alteração de habitat pela degradação de áreas costeiras, ingestão de resíduos sólidos e colisão com embarcação motorizada, sendo as causas de origem antrópica as de maior relevância à espécie. A alteração do ambiente natural costeiro também contribui com a separação da mãe e filhote durante a fase de cuidado parental, ocasionando o encalhe de animais recém-nascidos.</p>
<p><strong>Alerta</strong></p>
<p>Em caso de encalhe ou avistagem de peixes-bois-marinhos com equipamentos de radiotelemetria, entre em contato com o PCCB-UERN através dos seguintes contatos:</p>
<ul>
<li>Natal e região: <strong>(84) 9 9943-0058</strong></li>
<li>Areia Branca e região: <strong>(84) 9 8843-4621</strong></li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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