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	<title>NEM &#8211; UERN &#8211; Universidade do Estado do Rio Grande do Norte</title>
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	<title>NEM &#8211; UERN &#8211; Universidade do Estado do Rio Grande do Norte</title>
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		<title>Uern celebra Julho das Pretas com evento “Mulheres Negras em Marcha por Reparação e Bem Viver”</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Nathan Figueiredo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Jul 2024 13:29:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[A Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (Uern) deu início nesta quinta-feira, 18 de julho, ao evento “Mulheres Negras em Marcha por Reparação e Bem Viver” em celebração ao Julho das Pretas. Esta é a terceira vez que o evento é realizado na Instituição, marcando um momento significativo para a comunidade acadêmica e [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (Uern) deu início nesta quinta-feira, 18 de julho, ao evento “Mulheres Negras em Marcha por Reparação e Bem Viver” em celebração ao Julho das Pretas. Esta é a terceira vez que o evento é realizado na Instituição, marcando um momento significativo para a comunidade acadêmica e para a valorização das mulheres negras.</p>
<p>O dia começou com um sarau poético na Faculdade de Serviço Social (Fasso) no Campus Mossoró, onde diversas vozes se uniram para recitar poesias que exaltam a força e a resistência das mulheres negras. Durante a noite, no Centro de Convivência, haverá uma performance artística com Lenilda Santos e uma apresentação musical com Edja Azevedo, criando um ambiente de celebração e reflexão.</p>
<p>Na sexta-feira, 19 de julho, a programação continua na Sala de Multiuso da Biblioteca. O dia começa com uma apresentação cultural da cantora, compositora e percussionista Eva Cabocla de Jurema, seguida por uma roda de conversa sobre o papel das mulheres pretas na educação. Este debate contará com a participação da professora Mestre Adriana Silva, representando o Movimento Mulheres RN e a Coletiva Nísia Floresta, e da técnica de nível superior Carmem Sousa, Secretária da Chefia de Gabinete da Reitoria da Uern.</p>
<p>A Professora Suamy Soares, responsável pelo eixo de Relações e Identidade de Gênero, Direitos das Mulheres e da Comunidade LGBTQIA+ da Diretoria de Ações Afirmativas e Diversidade (DIAAD), destacou a importância do evento e do Julho das Pretas, enfatizando que o dia 25 de julho é dedicado à Tereza de Benguela e ao Dia Internacional das Mulheres Negras e Caribenhas. Ela ressaltou a relevância de valorizar as mulheres negras, discutir o recorte racial dentro da Uern e promover a democratização do ensino superior através das cotas raciais. Segundo ela, “é importante que essa pauta seja contínua”.</p>
<p>Sanzia Luz, aluna do Curso de Serviço Social e integrante do Centro Acadêmico, também compartilhou sua visão sobre o evento, destacando a importância de trazer à tona o contexto histórico das lutas das mulheres pretas dentro e fora da Universidade. Ela afirmou que a participação da faculdade nesse movimento é crucial para a conscientização e valorização da presença e contribuição das mulheres negras no ambiente acadêmico e na sociedade.</p>
<p>O evento “Mulheres Negras em Marcha por Reparação e Bem Viver” segue reafirmando o compromisso da Uern com a valorização da cultura e da história das mulheres negras, promovendo a igualdade racial e a inclusão. Além das atividades mencionadas, os participantes também se uniram em uma ciranda, simbolizando a união e a força coletiva na luta por reparação e bem viver.</p>
<p>Desenvolvem as atividades a Pró-Reitoria de Gestão de Pessoas (Progep), a Diretoria de Ações Afirmativas e Diversidade (DIAAD), o Núcleo de Estudos sobre a Mulher Simone de Beauvoir (Nem) da Faculdade de Serviço Social (Fasso) e a Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis (Prae).</p>

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		<title>Uern realizará programação em alusão ao Julho das Pretas</title>
		<link>https://portal.uern.br/blog/uern-realizara-programacao-em-alusao-ao-julho-das-pretas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Bruno Soares]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Jul 2024 20:45:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
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		<category><![CDATA[NEM]]></category>
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					<description><![CDATA[A Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (Uern) realizará o evento Mulheres Negras em Marcha por Reparação e Bem Viver em alusão ao Julho das Pretas, nos dias 18 e 19 de julho, no Campus Mossoró. O Julho das Pretas é uma ação de incidência política e agenda coletiva e propositiva com organizações [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (Uern) realizará o evento Mulheres Negras em Marcha por Reparação e Bem Viver em alusão ao Julho das Pretas, nos dias 18 e 19 de julho, no Campus Mossoró.</p>
<p>O Julho das Pretas é uma ação de incidência política e agenda coletiva e propositiva com organizações e movimento de mulheres negras do Brasil, voltada para o fortalecimento da ação política coletiva e autônoma das mulheres negras nas diversas esferas da sociedade.</p>
<p>A programação contará com rodas de conversas e momentos culturais para viabilizar as experiências das mulheres negras e suas lutas por reparação e bem viver, assim como no enfrentamento das desigualdades raciais e de gênero, dando visibilidade a essa pauta.</p>
<p>Desenvolvem as atividades a Pró-Reitoria de Gestão de Pessoas (Progep), a Diretoria de Ações Afirmativas e Diversidade (DIAAD), o Núcleo de Estudos sobre a Mulher Simone de Beauvoir (Nem) da Faculdade de Serviço Social (Fasso) e a Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis (Prae).</p>
<p><strong>Confira a programação:</strong></p>
<p><em>&#8211; Dia 18 de julho</em></p>
<p>9h – Intervalo Cultural: Sarau Poético na FASSO/Campus Mossoró</p>
<p>20h30 – Intervalo Cultural: Performance Artística com Lenilda Santos e Música com Edja Azevedo no Centro de Convivência/Campus Central</p>
<p><em>&#8211; Dia 19 de julho &#8211; Sala de Multiuso da Biblioteca/Campus Mossoró</em></p>
<p>8h30 – Apresentação Cultural com a cantora, compositora e Percussionista Eva Cabocla de Jurema</p>
<p>8h50 – Roda de Conversa: Mulheres Pretas na Educação com a Profa. Me. Adriana Silva (Movimento Mulheres RN e Coletiva Nísia Floresta) e TNS Me. Carmem Sousa (Secretária da Chefia de Gabinete da Reitoria/Uern)</p>
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		<title>Relatos emocionados marcam celebração dos 30 anos do Núcleo de Estudos Sobre a Mulher</title>
		<link>https://portal.uern.br/blog/relatos-emocionados-marcam-celebracao-dos-30-anos-do-nucleo-de-estudos-sobre-a-mulher/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[João Moura]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Nov 2023 16:33:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[FASSO]]></category>
		<category><![CDATA[NEM]]></category>
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					<description><![CDATA[Com falas que mesclaram dados históricos, experiências pessoais e objetivos futuros relacionados à luta pelos direitos feministas, a cerimônia de comemoração pelos 30 anos do Núcleo de Estudos Sobre a Mulher “Simone de Beauvoir” (Nem) foi realizada na manhã desta quinta-feira, no auditório da Faculdade de Serviço Social (Fasso). O evento reuniu estudantes e docentes [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Com falas que mesclaram dados históricos, experiências pessoais e objetivos futuros relacionados à luta pelos direitos feministas, a cerimônia de comemoração pelos 30 anos do Núcleo de Estudos Sobre a Mulher “Simone de Beauvoir” (Nem) foi realizada na manhã desta quinta-feira, no auditório da Faculdade de Serviço Social (Fasso).</p>
<p>O evento reuniu estudantes e docentes da Fasso e de outras faculdades, contando com mesa de abertura, debate com especialistas em estudos de gênero e apresentação do podcast Labcast Histórias de Desamor &#8211; projeto de extensão desenvolvido pelo Departamento de Comunicação que aborda o feminicídio.</p>
<p>Durante a solenidade de abertura, a reitora Cicília Maia destacou o fato de o núcleo se apresentar como um instrumento relevante não apenas para o desenvolvimento acadêmico dos membros, mas também para a comunidade além da Universidade.</p>
<p>&#8220;Isso que é extraordinário, que esse conhecimento não fique só na gente. O que a gente começa a refletir aqui, vai extrapolando também para os espaços onde ocupamos&#8221;, salientou a reitora.</p>
<p>Cicília Maia frisou ainda a contribuição do núcleo e das reflexões por ele fomentadas para a construção de políticas em diversos ambientes, incluindo a própria Universidade.</p>
<p>Para ilustrar a aplicação dos debates relacionados aos direitos feministas e às discussões sobre gênero, a reitora citou ações desenvolvidas na instituição nos últimos anos, como o estabelecimento da equidade de gênero nos cargos de gestão, a descentralização da Ouvidoria e a criação do Auxílio-Creche e da Diretoria de Ações Afirmativas e Diversidade (Diaad).</p>
<p>A professora Joana Lacerda, diretora da Fasso, relatou parte do processo de criação do Nem e o papel que o grupo teve para a formação profissional de um número expressivo de pessoas.</p>
<p>&#8220;Foi muito emocionante esse processo. A gente tinha pessoas que dialogavam bastante, pessoas da Enfermagem, da Educação, que estavam na gestão, por exemplo, e que apoiavam esse processo. A assim o Nem foi sendo construído&#8221;.</p>
<figure id="attachment_113974" aria-describedby="caption-attachment-113974" style="width: 525px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://portal.uern.br/wp-content/uploads/2023/11/30-Anos-do-NEM-8-1-scaled.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-113974 " src="https://portal.uern.br/wp-content/uploads/2023/11/30-Anos-do-NEM-8-1-300x186.jpg" alt="" width="525" height="325" srcset="https://portal.uern.br/wp-content/uploads/2023/11/30-Anos-do-NEM-8-1-300x186.jpg 300w, https://portal.uern.br/wp-content/uploads/2023/11/30-Anos-do-NEM-8-1-1024x634.jpg 1024w, https://portal.uern.br/wp-content/uploads/2023/11/30-Anos-do-NEM-8-1-768x476.jpg 768w, https://portal.uern.br/wp-content/uploads/2023/11/30-Anos-do-NEM-8-1-1536x951.jpg 1536w, https://portal.uern.br/wp-content/uploads/2023/11/30-Anos-do-NEM-8-1-2048x1269.jpg 2048w" sizes="(max-width: 525px) 100vw, 525px" /></a><figcaption id="caption-attachment-113974" class="wp-caption-text">O evento ocorreu no auditório da Fasso</figcaption></figure>
<p>Também presente ao evento, a discente Damylle Cristiane, do Centro Acadêmico do Curso de Serviço Social, salientou a importância da participação dos estudantes no núcleo.</p>
<p>&#8220;É fundamental que os alunos se articulem e estejam presentes nessa luta, nessa construção, que segue para além dos muros da universidade, para debates com outras pessoas, principalmente com mulheres fora do campo acadêmico&#8221;, comentou.</p>
<p>Os debates relacionados ao grupo, acrescentou a professora Mirla Cisne, da Fasso, perpassam também outras discussões que não se limitam à defesa dos direitos feministas.</p>
<p>&#8220;O Nem tem esse foco, mas tem também essa perspectiva de uma sociedade igualitária, então isso passa também por questões como o racismo e a desigualdade de classe, porque estudamos as formas de violência e de violação de direitos. E para mudar essa sociedade como um todo, temos que mudar como mulher. A gente se fortalece como coletivo&#8221;.</p>
<p>A professora aposentada Telma Gurgel, que também participou da construção do Nem, apresentou um histórico sobre o avanço das pautas e movimentos feministas nas últimas décadas, além de ressaltar conquistas recentes que tiveram a participação das reflexões abordadas no núcleo, como a criação do Hospital da Mulher Parteira Maria Correia, em dezembro de 2022.</p>
<figure id="attachment_113971" aria-describedby="caption-attachment-113971" style="width: 569px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://portal.uern.br/wp-content/uploads/2023/11/30-Anos-do-NEM-6-scaled.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-113971" src="https://portal.uern.br/wp-content/uploads/2023/11/30-Anos-do-NEM-6-300x200.jpg" alt="" width="569" height="380" srcset="https://portal.uern.br/wp-content/uploads/2023/11/30-Anos-do-NEM-6-300x200.jpg 300w, https://portal.uern.br/wp-content/uploads/2023/11/30-Anos-do-NEM-6-1024x683.jpg 1024w, https://portal.uern.br/wp-content/uploads/2023/11/30-Anos-do-NEM-6-768x512.jpg 768w, https://portal.uern.br/wp-content/uploads/2023/11/30-Anos-do-NEM-6-1536x1025.jpg 1536w, https://portal.uern.br/wp-content/uploads/2023/11/30-Anos-do-NEM-6-2048x1367.jpg 2048w" sizes="(max-width: 569px) 100vw, 569px" /></a><figcaption id="caption-attachment-113971" class="wp-caption-text">O impacto do núcleo na vida de pessoas dentro e fora da Universidade foi um dos temas abordados</figcaption></figure>
<p>&#8220;O Nem foi um sonho militante. Foi primeiramente o desafio de dizer que o machismo era cotidiano, está no dia a dia. Precisamos dizer pras mulheres que tínhamos que nos juntar e fortalecer o feminismo&#8221;, relatou, acrescentando ainda o papel do núcleo na vida das mulheres participantes.</p>
<p>A relevância do Nem na vida das pessoas que têm contato com as discussões fomentadas também foi apontada pela professora Iliana Diniz, da Fasso.</p>
<p>&#8220;O Nem se confunde com as próprias vidas. Quantas pessoas não já buscaram o Nem não só pra aprender, mas também para socializar situações, para que as pessoas ouvissem suas demandas? Nós temos uma responsabilidade de sempre buscar se capacitar para dar o retorno. A partir do Nem, muitas pesquisas se tornaram referência nacionalmente&#8221;.</p>
<p>&#8220;O Nem chegou na minha vida antes mesmo de eu chegar na universidade. Nós nem sabemos exatamente o impacto que ele tem na vida das pessoas, na formação de das mulheres, e isso demonstra que nosso trabalho é muito importante&#8221;, corroborou a professora da Fasso Suamy Soares, que também atua na Diaad.</p>
<p>A importância da criação do núcleo também foi apontada pela professora Fernanda Marques, que salientou o papel das discussões fomentadas para o estabelecimento de políticas abrangentes.</p>
<p>&#8220;A gente via no passado que a violência contra a mulher não era só uma questão de polícia, que não bastava haver uma delegacia, mas que que era um contexto que demandava diversas outras ações pra ser combatida&#8221;, destacou.</p>
<p>A professora recordou ainda o caso da professora da Fasso Roberta Cláudia, assassinada pelo ex-marido em outubro de 2003.</p>
<figure id="attachment_113973" aria-describedby="caption-attachment-113973" style="width: 422px" class="wp-caption alignleft"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-113973" src="https://portal.uern.br/wp-content/uploads/2023/11/30-Anos-do-NEM-9-300x200.jpg" alt="" width="422" height="282" srcset="https://portal.uern.br/wp-content/uploads/2023/11/30-Anos-do-NEM-9-300x200.jpg 300w, https://portal.uern.br/wp-content/uploads/2023/11/30-Anos-do-NEM-9-1024x683.jpg 1024w, https://portal.uern.br/wp-content/uploads/2023/11/30-Anos-do-NEM-9-768x512.jpg 768w, https://portal.uern.br/wp-content/uploads/2023/11/30-Anos-do-NEM-9-1536x1024.jpg 1536w, https://portal.uern.br/wp-content/uploads/2023/11/30-Anos-do-NEM-9-2048x1365.jpg 2048w" sizes="(max-width: 422px) 100vw, 422px" /><figcaption id="caption-attachment-113973" class="wp-caption-text">A professora Daiany Dantas apresentou o podcast Labcast Histórias de Desamor</figcaption></figure>
<p>&#8220;Essa discussão também é importante pra gente desmistificar essa ideia de que só quem sofre a violência doméstica são as mulheres pobres e negras&#8221;, acrescentou.</p>
<p>O caso da professora Roberta Cláudia também foi abordado no podcast Labcast Histórias de Desamor, apresentado pela professora Daiany Dantas, do Departamento de Comunicação Social.</p>
<p>Produzido juntamente com alunos do Curso de Comunicação Social, o podcast se propõe a analisar casos de feminicídio e o papel por eles ocupado na mídia.</p>
<p>Os episódios ainda não foram lançados oficialmente, mas ações do projeto podem ser acessadas em seu<a href="https://www.instagram.com/pod_historiasdedesamor/"> perfil no Instagram</a>.</p>
<p><em><span data-raofz="16">Caso presencie ou passe por uma situação de violência doméstica, rompa esse ciclo. Faça sua denúncia pelo canal 180 ou ligue para 190, com base na Lei Maria da Penha.</span></em></p>
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		<title>Núcleo de Estudos Sobre a Mulher celebra 30 anos em defesa dos direitos feministas</title>
		<link>https://portal.uern.br/blog/nucleo-de-estudos-sobre-a-mulher-celebra-30-anos-em-defesa-dos-direitos-feministas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Iuska Freire]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Nov 2023 13:39:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[FASSO]]></category>
		<category><![CDATA[Feminismo]]></category>
		<category><![CDATA[NEM]]></category>
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					<description><![CDATA[O Núcleo de Estudos Sobre a Mulher “Simone de Beauvoir” (Nem), vinculado à Faculdade de Serviço Social da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (Fasso/Uern), celebra 30 anos de atuação em defesa dos direitos feministas. Para marcar a data será realizado nesta quinta-feira, 30 de novembro, no Auditório da Fasso, Campus Mossoró, o [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400">O Núcleo de Estudos Sobre a Mulher “Simone de Beauvoir” (Nem), vinculado à Faculdade de Serviço Social da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (Fasso/Uern), celebra 30 anos de atuação em defesa dos direitos feministas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Para marcar a data será realizado nesta quinta-feira, 30 de novembro, no Auditório da Fasso, Campus Mossoró, o seminário &#8220;30 anos do Nem: uma trajetória de lutas e produção teórico-feminista&#8221;.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A programação terá início às 8h, com a abertura oficial. Às 8h30 será realizada uma mesa redonda tendo como debatedoras as especialistas em estudos de gênero, investigadoras com décadas de estudos sobre violência: Fernanda Queiroz, Telma Gurgel, Suamy Soares, Ilidiana Diniz e Joana Lacerda.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O encerramento contará com a exibição de um vídeo sobre a história do Nem e o podcast sobre o feminicídio da professora Roberta Cláudia.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-113913" src="https://portal.uern.br/wp-content/uploads/2023/11/NEM2.png" alt="" width="800" height="800" srcset="https://portal.uern.br/wp-content/uploads/2023/11/NEM2.png 2000w, https://portal.uern.br/wp-content/uploads/2023/11/NEM2-300x300.png 300w, https://portal.uern.br/wp-content/uploads/2023/11/NEM2-1024x1024.png 1024w, https://portal.uern.br/wp-content/uploads/2023/11/NEM2-150x150.png 150w, https://portal.uern.br/wp-content/uploads/2023/11/NEM2-768x768.png 768w, https://portal.uern.br/wp-content/uploads/2023/11/NEM2-250x250.png 250w, https://portal.uern.br/wp-content/uploads/2023/11/NEM2-1536x1536.png 1536w, https://portal.uern.br/wp-content/uploads/2023/11/NEM2-100x100.png 100w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></p>
<p><b>Violência doméstica </b><span style="font-weight: 400">&#8211; Vítima fatal de violência doméstica, Roberta Cláudia era professora da Uern e militante da causa feminista. Ela foi assassinada pelo ex-marido na madrugada de 24 de outubro de 2003. Foi espancada e atirada do terceiro andar do apartamento onde o casal morava. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Em sua memória, o Hospital da Mulher Parteira Maria Correia batizou a Sala Lilás com seu nome. Este serviço especializado atende e presta apoio a mulheres vítimas de violência doméstica. </span></p>
<p><em><span style="font-weight: 400">Caso presencie ou passe por uma situação de violência doméstica, rompa esse ciclo. Faça sua denúncia pelo canal 180 ou ligue para 190, com base na Lei Maria da Penha.</span></em></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Uern lança a cartilha “A Força da Rede: enfrentando a violência doméstica e familiar contra as mulheres”</title>
		<link>https://portal.uern.br/blog/uern-lanca-a-cartilha-a-forca-da-rede-enfrentando-a-violencia-domestica-e-familiar-contra-as-mulheres/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[João Moura]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Aug 2023 15:57:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Agosto Lilás]]></category>
		<category><![CDATA[NEM]]></category>
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					<description><![CDATA[A Uern promoveu, na manhã desta terça-feira (8), o lançamento da Cartilha “A Força da Rede: enfrentando a violência doméstica e familiar contra as mulheres”, produzida pelo Núcleo de Estudos sobre a Mulher Simone de Beauvoir, da Faculdade de Serviço Social (NEM/Fasso), em parceria com o Juizado da Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Uern promoveu, na manhã desta terça-feira (8), o lançamento da Cartilha “A Força da Rede: enfrentando a violência doméstica e familiar contra as mulheres”, produzida pelo Núcleo de Estudos sobre a Mulher Simone de Beauvoir, da Faculdade de Serviço Social (NEM/Fasso), em parceria com o Juizado da Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher (JVDFM).</p>
<p>O lançamento ocorreu durante o seminário &#8220;Lei Maria da Penha &#8211; 17 anos&#8221;, realizado no teatro Lauro Monte Filho, no Centro de Mossoró. O seminário contou com a participação de diversos representantes representantes da Rede de atendimento e proteção às mulheres em situação de violência, incluindo agentes do Estado, Município, poder Judiciário e sociedade civil.</p>
<p>Durante o evento, a professora Fernanda Marques, docente da Fasso e do NEM, frisou a importância do evento e da cartilha para ampliar a conscientização sobre o tema, sobretudo para que sejam abordadas também outras formas de violência contra a mulher, além dos crimes domésticos.</p>
<p>&#8220;Não é só em casa que a mulher sofre violência. Isso também acontece nas ruas, nos ambientes de trabalho por exemplo, onde são muito comuns os casos de assédio sexual e moral&#8221;, destacou a professora.</p>
<p>A cerimônia também contou com a apresentação das agentes Jamile Silva e Lilian Cintia, da Patrulha Maria da Penha da Guarda Civil Municipal.</p>
<p>As agentes apresentaram dados sobre os atendimentos em Mossoró e os detalhes sobre a atuação da patrulha, que incluem o atendimento de ocorrências, o acompanhamento de medidas protetivas e a realização de ações educativas.</p>
<p>Já a tenente coronel Soraia Castelo Branco, da Patrulha Maria da Penha da Polícia Militar do Rio Grande do Norte, destacou a importância da conscientização também da violência psicológica, que por vezes não é percebida pelas próprias vítimas.</p>
<p>&#8220;E isso costuma ser mais acentuado no caso das mulheres que trabalham, porque elas acabam sendo sobrecarregadas, porque acumulam as atividades do lar&#8221;, salientou.</p>
<p>Também presente ao evento, a subsecretária de Políticas para as Mulheres do Estado, Wanessa Fialho, destacou a necessidade de integração entre os diferentes agentes que compõem a Rede de atendimento e proteção às mulheres em situação de violência e a sociedade.</p>
<p>&#8220;Não adianta a gente fazer investimentos, reunir números e realizar ações se não se conectarem as pontas dessa rede&#8221;, comentou a subsecretária.</p>
<p>O seminário também contou com a participação das estudantes Lygia Rocha e Eulália Dantas, da Fasso, do secretário municipal de Assistência Social e Cidadania do Município, Erison Natécio, do secretário municipal de Segurança Pública, Defesa Civil e Mobilidade, coronel Walmary Costa, da psicóloga e discente da Faculdade Católica Ana Júlia Tavares, da presidente da Comissão OAB Mulher, Paula Couto e do juiz Renato Vasconcelos Guimarães, do juizado da violência doméstica e familiar contra a mulher, do Tribunal de Justiça do RN.</p>
<p><strong>Conheça a cartilha</strong></p>
<p>A cartilha lançada nesta terça-feira tem como objetivo garantir o conhecimento sobre a rede de serviços disponível para atender, acolher e proteger mulheres em situação de violência doméstica e familiar.</p>
<p>O documento traz informações sobre o conjunto de instituições que prestam serviços especializados, responsáveis por ouvir, proteger e acompanhar as mulheres.</p>
<p>No dia 14 de agosto, a cartilha será apresentada na na Sala Lilás do Juizado da Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher, às 9h, no Fórum Dr. Silveira Martins.</p>
<p>Já no dia 22 de agosto, haverá a apresentação no Campus da Uern Mossoró, com uma ação desenvolvida pelo NEM/FASSO e a Diretoria de Ações Afirmativas e Diversidade (Diaad), no auditório da Fasso.</p>
<p>O lançamento da cartilha também compõe as ações da campanha Agosto Lilás desenvolvida pela Uern em parceria entre o NEM, Ouvidoria, Diretoria de Ações Afirmativas e Diversidade (Diaad), Hospital da Mulher Parteira Maria Correia e pró-reitorias dePró-Reitoria de Gestão de Pessoas (Progep) e Assuntos Estudantis (Prae), além de outros setores da Universidade.</p>
<p>Confira o documento <a href="https://drive.google.com/file/d/1Nc0c63cc6CszRz04APNWEVV3IfYhXaZz/view">neste link</a>.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Uern realiza atividades em alusão ao Agosto Lilás</title>
		<link>https://portal.uern.br/blog/uern-realiza-atividades-em-alusao-ao-agosto-lilas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Bruno Soares]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 06 Aug 2023 09:12:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Agosto Lilás]]></category>
		<category><![CDATA[DIAAD]]></category>
		<category><![CDATA[NEM]]></category>
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					<description><![CDATA[Como instituição de ensino socialmente referenciada, a Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (Uern) desempenha um papel fundamental pela promoção de uma cultura de respeito e igualdade de gênero. Durante esse mês, todos os setores se mobilizam em torno do Agosto Lilás, uma campanha de enfrentamento à violência doméstica e familiar contra a [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Como instituição de ensino socialmente referenciada, a Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (Uern) desempenha um papel fundamental pela promoção de uma cultura de respeito e igualdade de gênero. Durante esse mês, todos os setores se mobilizam em torno do Agosto Lilás, uma campanha de enfrentamento à violência doméstica e familiar contra a mulher.</p>
<p>Criada com o objetivo de intensificar a divulgação da Lei Maria da Penha, a campanha, de âmbito nacional, também objetiva sensibilizar e conscientizar a sociedade sobre o necessário fim da violência contra a mulher, divulgar os serviços especializados da rede de atendimento à mulher em situação de violência e os mecanismos de denúncia existentes.</p>
<p>No âmbito da Uern, a campanha contempla uma série de atividades que foram construídas em consonância com a Resolução Nº 41/2022 – CD, que aprovou a política de prevenção e enfrentamento das violências contra as mulheres no âmbito da Fuern e da Uern.</p>
<p>Durante esse mês, a Uern lançará, em três momentos, a cartilha “A Força da Rede: enfrentando a violência doméstica e familiar contra as mulheres”, que foi produzida pelo Núcleo de Estudos sobre a Mulher – Simone de Beauvoir (NEM), da Faculdade de Serviço Social (Fasso), em parceria com o Juizado da Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher (JVDFM).</p>
<p>O documento tem como objetivo garantir o conhecimento sobre a rede de serviços disponível para atender, acolher e proteger mulheres em situação de violência doméstica e familiar e traz informações sobre o conjunto de instituições que prestam serviços especializados, responsáveis por ouvir, proteger e acompanhar as mulheres.</p>
<p>O primeiro momento será nesta terça-feira, 8, durante o “Seminário em Alusão à Lei Maria da Penha – 17 anos”, às 8h30, no Teatro Lauro Monte Filho. O segundo será na Sala Lilás do Juizado da Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher (JVDFM), no Fórum Dr. Silveira Martins, dia 14, às 9h. O terceiro acontecerá no dia 22, no Campus Mossoró da Uern.</p>
<p>Ana Angélica, titular da Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis (Prae), lembra que violência doméstica e familiar é um grave problema social que afeta milhares de mulheres em todo o mundo, independente de classe social, raça ou idade. Essas violências, continua a servidora, muitas vezes ocorrem de forma silenciosa e invisível, impedindo que as vítimas busquem ajuda e denunciem seus agressores.</p>
<p>“Essa triste realidade também se faz presente no ambiente acadêmico, onde mulheres podem ser vítimas de agressões, assédio e discriminação. A Uern, como instituição de ensino e formadora de opinião, desempenha um papel fundamental no combate a essa violência e na promoção de uma cultura de respeito e igualdade de gênero. A campanha Agosto Lilás é uma oportunidade para a Universidade reforçar seu compromisso com a proteção dos direitos das mulheres e com o incentivo à denúncia e ao acolhimento das vítimas”, defende.</p>
<p>Uma das ações importantes realizadas pela Pró-Reitoria durante a campanha é o fortalecimento dos atendimentos oferecidos pela sua equipe multiprofissional (psicólogas, assistente social e psicopedagoga), que têm um papel essencial no apoio às estudantes que podem estar enfrentando situações de violência.</p>
<p>Embora, a Lei Maria da Penha faça 17 anos nesta segunda-feira, 07, o Brasil está no 5º lugar em numero de feminicídios. Além disso, os dados de violência contra a mulher, seja no ambiente doméstico, no trabalho ou na rua.</p>
<p>“De forma que tornar a violência contra as mulheres é um assunto público, de responsabilidade de toda a sociedade e é urgente se quisermos ter uma sociedade mais igualitaria e desenvolvida”, ressalta a professora Suamy Soares, responsável pelo eixo de Relações e Identidade de Gênero, Direitos das Mulheres e da Comunidade LGBTQIA+ da Diretoria de Ações Afirmativas e Diversidade (DIAAD).</p>
<p>Levar o debate para além da Uern e para além do mês de agosto é um desafio que precisa do engajamento da sociedade.</p>
<p>“Queremos sensibilizar as mulheres para o fato de que elas não estão sozinhas e que temos uma rede de enfrentamento a violência para ajudá-las. Queremos romper o ciclo da violência e incentivar as mulheres a denunciar. Mas, queremos mais, sensibilizar mulheres a identificarem relacionamentos abusivos e sair deles, sensibilizar os homens a construírem relações mais igualitárias com as mulheres e também capacitar os canais de acolhimento a mulheres em situação de violência. Demandas que são sistemáticas e extrapolam o Agosto Lilás, mas que precisam ser pautadas nele”, complementa Soares.</p>
<p>Falar sobre o Agosto Lilás é, para Sephora Edite, titular da Ouvidoria da Uern, trazer luz à necessidade premente de educar a sociedade sobre a importância da equidade de gênero, do respeito aos direitos das mulheres e da construção de um mundo livre de violência baseada no gênero.</p>
<p>“Desde que assumimos a Ouvidoria, envidamos esforços na realização da campanha sobre tão importante tema a partir do ano de 2021, sendo esta, portanto, a terceira iniciativa realizada, desta vez contando com o apoio dos mais variados setores, o que corrobora, ratifica e proporciona a devida relevância da temática. A campanha destaca a necessidade de se reconhecer a violência contra as mulheres como um grave problema social, além de estimular a denúncia de casos de violência, fortalecendo a rede de apoio e incentivando mulheres a buscarem ajuda, seja através de serviços da Ouvidoria, que hoje está descentralizada, presente em todos os campi, como também no Núcleo de Estudos sobre a Mulher (NEM), no acompanhamento multiprofissional para estudantes ofertados pela Prae e tantos os outros prestados para a nossa comunidade”, destacou a ouvidora.</p>
<p>A campanha Agosto Lilás é desenvolvida pela Uern numa parceria entre o Núcleo de Estudos sobre NEM, a Ouvidoria, a Diaad, o Hospital da Mulher Parteira Maria Correia, a Prae, a Pró-Reitoria de Gestão de Pessoas (Progep), dentre outros setores da Universidade.</p>
<p>A iniciativa também visa o alcance do 5º Objetivo de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Agenda 2030, que trata da igualdade de gênero.</p>
<p><strong>Programação:</strong></p>
<ul>
<li>Dia 01 – Exposição “Os passos interrompidos pelo feminicídio”, no Hospital da Mulher Parteira Maria Correia</li>
<li>Dia 03 (16h – Online) &#8211; Reunião da Comissão Permanente para acompanhamento e enfrentamento das violências contra as mulheres na Uern</li>
<li>Dia 09 – Local: Auditório da Faculdade de Serviço Social (FASSO)</li>
</ul>
<p>Quarta cinematográfica – Edição Especial: Agosto Lilás em tela</p>
<p>Momento 1 (8h) – Exibição do Filme Estrelas além do tempo</p>
<p>Momento 2 (14h) – Exibição do Filme a Cor Púrpura (mediação da PRAE)</p>
<p>Momento 3 (19h) – Roda de conversa sobre Relacionamentos Abusivos (Mediação: Suamy Soares Diaad/FASSO e Ouvidoria)</p>
<ul>
<li>Dia 15 (8h30) – Roda de conversa sobre violência contra a mulher na sala de espera do Hospital da Mulher – Patrulha Maria da Penha</li>
<li>Dia 16 (7h) – Acolhimento nos Campi – Blitz educativa</li>
<li>Dia 16 (16h &#8211; on-line) &#8211; Roda de Conversa “Violência por onde andas? Relacionamentos abusivos e impactos para as mulheres” com Fernanda Marques (Fasso/Uern) e PRAE)</li>
<li>Dia 22 (10h) – no Auditório da FASSO</li>
</ul>
<p>Lançamento da Cartilha “A Força da Rede: enfrentando a violência doméstica e familiar contra as mulheres” – do Núcleo de Estudos sobre a Mulher – Simone de Beauvoir</p>
<ul>
<li>De 21 a 25 de Agosto &#8211; Ciclos Formativos sobre Violência contra a mulher com agentes comunitários de saúde e no Hospital da Mulher</li>
<li>Dia 31 – A Uern, no intuito de compor a Rede Universitária de prevenção e enfrentamento às violências contra as mulheres, realiza chamamento público para os membros da comunidade acadêmica que, no âmbito da Uern, possam integrar ações, projetos, programas, núcleos, grupos de pesquisa e outras formações símiles que contribuam para o alcance dos princípios e fins da política estabelecida na Resolução nº 41/2022 – CD. A Rede Universitária integrará o observatório que será disponibilizado na página da Uern contendo pesquisas, projetos, ações, dentre outros, desde que sejam associados à temática da violência contra às mulheres.</li>
</ul>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Campanha Agosto Lilás incentiva o enfrentamento das violências contra as mulheres</title>
		<link>https://portal.uern.br/blog/campanha-agosto-lilas-incentiva-o-enfrentamento-das-violencias-contra-as-mulheres/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Iuska Freire]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Aug 2023 10:00:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Agosto Lilás]]></category>
		<category><![CDATA[DIAAD]]></category>
		<category><![CDATA[NEM]]></category>
		<category><![CDATA[Ouvidoria]]></category>
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					<description><![CDATA[A campanha Agosto Lilás 2023, realizada pela Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (Uern), contempla uma série de atividades que foram construídas em consonância com a Resolução Nº 41/2022 &#8211; CD, que aprova a política de prevenção e enfrentamento das violências contra as mulheres no âmbito da Fuern e da Uern. Um dos [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A campanha Agosto Lilás 2023, realizada pela Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (Uern), contempla uma série de atividades que foram construídas em consonância com a <a href="http://portal.uern.br/wp-content/uploads/2023/07/5106resolucao_n0_2022_41___cd___aprova_politica_prevencao_enfrentamento_violencias_contra_mulheres.pdf">Resolução Nº 41/2022 &#8211; CD</a>, que aprova a política de prevenção e enfrentamento das violências contra as mulheres no âmbito da Fuern e da Uern.</p>
<p>Um dos principais objetivos é interromper o ciclo da violência, incentivando as mulheres a denunciarem as agressões e abusos sofridos.</p>
<p>A reitora Cicília Maia destaca que o combate à violência contra a mulher é uma ação contínua. “Em agosto essa temática é intensificada, especialmente em alusão à Lei Maria da Penha, mas temos que conscientizar nossa comunidade sobre a necessidade de combater as diversas formas de violência diariamente”, afirmou Cicília Maia.</p>
<p>A campanha Agosto Lilás é desenvolvida pela Uern numa parceria entre o Núcleo de Estudos sobre a Mulher Simone de Beauvoir (Nem), Ouvidoria da Uern, Diretoria de Ações Afirmativas e Diversidade (Diaad), Hospital da Mulher Parteira Maria Correia, Pró-reitoria de Assuntos Estudantis (Prae) e Pró-Reitoria de Gestão de Pessoas (Progep), dentre outros setores da Universidade.</p>
<p>A iniciativa visa sensibilizar a comunidade acadêmica para o combate à violência contra a mulher e para o alcance do 5º Objetivo de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Agenda 2030, que trata da igualdade de gênero.</p>
<h4><strong>Programação do Agosto Lilás</strong></h4>
<p>01 de Agosto &#8211; Exposição “Os passos interrompidos pelo Feminicídio”, no Hospital da Mulher Parteira Maria Correia</p>
<p>03 de Agosto &#8211; (16h &#8211; Online) Reunião da Comissão Permanente para acompanhamento e enfrentamento das violências contra as mulheres na Uern</p>
<p>09 de Agosto &#8211; Local: Auditório da Faculdade de Serviço Social (FASSO)<br />
Quarta cinematográfica &#8211; Edição Especial: Agosto Lilás em tela<br />
Momento 1 (8h) &#8211; Exibição do Filme Estrelas além do tempo<br />
Momento 2 (14h) &#8211; Exibição do Filme a Cor Púrpura (mediação da PRAE)<br />
Momento 3 (19h) &#8211; Roda de conversa sobre Relacionamentos Abusivos (Mediação: Suamy Soares Diaad/FASSO e Ouvidoria)</p>
<p>15 de Agosto &#8211; 8h30 &#8211; Roda de conversa sobre violência contra a mulher na sala de espera do Hospital da Mulher &#8211; Patrulha Maria da Penha</p>
<p>16 de Agosto &#8211; 7h &#8211; Acolhimento nos Campi &#8211; Blitz educativa</p>
<p>16 de Agosto &#8211; (16h on-line) Roda de Conversa “Violência por onde andas? Relacionamentos abusivos e impactos para as mulheres” com Fernanda Marques (Fasso/Uern) e PRAE)</p>
<p>22 de Agosto &#8211; 10h &#8211; no Auditório da FASSO<br />
Lançamento da Cartilha “A Força da Rede: enfrentando a violência doméstica e familiar contra as mulheres” &#8211; do Núcleo de Estudos sobre a Mulher &#8211; Simone de Beauvoir</p>
<p>21 a 25 de Agosto- Ciclos Formativos sobre Violência contra a mulher, com Agentes comunitários de saúde e no Hospital da Mulher</p>
<p>31 de agosto &#8211; A Uern no intuito de compor a Rede Universitária de prevenção e enfrentamento às violências contra as mulheres realiza chamamento público para os membros da comunidade acadêmica que, no âmbito da UERN, possam integrar ações, projetos, programas, núcleos, grupos de pesquisa e outras formações símiles que contribuam para o alcance dos princípios e fins da política estabelecida na Resolução nº 41/2022 &#8211; CD.</p>
<p>A rede universitária integrará o observatório que será disponibilizado na página da UERN contendo pesquisas, projetos, ações, dentre outros, desde que sejam associados à temática violência contra às mulheres.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Uern promove debate sobre visibilidade de mulheres negras</title>
		<link>https://portal.uern.br/blog/uern-promove-debate-sobre-visibilidade-de-mulheres-negras/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Bruno Soares]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Jul 2023 17:33:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[DIAAD]]></category>
		<category><![CDATA[Julho das Pretas]]></category>
		<category><![CDATA[NEM]]></category>
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					<description><![CDATA[Pelo segundo ano seguido, a Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (Uern) realizará o evento Julho das Pretas &#8211; Mulheres Negras em Marcha por Reparação e Bem Viver, em celebração ao Dia Internacional da Mulher Negra Afro Latina Americana e Caribenha. Celebrado em 25 de julho, de abrangência nacional, a data traz temas [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Pelo segundo ano seguido, a Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (Uern) realizará o evento Julho das Pretas &#8211; Mulheres Negras em Marcha por Reparação e Bem Viver, em celebração ao Dia Internacional da Mulher Negra Afro Latina Americana e Caribenha. Celebrado em 25 de julho, de abrangência nacional, a data traz temas importantes e necessários relacionados à superação das desigualdades de gênero e raça, colocando a pauta e agenda política das mulheres em evidência.</p>
<p>O evento é conduzido pela Diretoria de Ações Afirmativas e Diversidade (DIAAD) em parceria com outros setores da Uern e instituições locais.</p>
<p>A abertura oficial será nesta terça-feira, 25, com a mesa redonda “Mulheres Negras em Marcha por Reparação e Bem Viver”, a partir das 19h, no auditório da Faculdade de Serviço Social (Fasso), no Campus Mossoró.</p>
<p>Na quarta-feira, 26, será realizada uma atividade na Escola Estadual Professor José de Freitas Nobre, no bairro Costa e Silva, em Mossoró, entre 15 e 17h. No mesmo dia, o “Colóquio de Pesquisas e Experiências das Mulheres Negras da Uern” reunirá participantes no auditório da Fasso, a partir das 19h.</p>
<p>No canal da Uern Oficial no YouTube, acontecerá a mesa redonda “Mulheres Negras em Marcha por Reparação e Bem Viver”, às 16h da quinta-feira, 27.</p>
<p>Encerrando a programação, o auditório do Campus Mossoró do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia (IFRN) sedia, na sexta-feira, às 8h50 e às 14h50, a mesa redonda “Produção do Conhecimento das Mulheres Negras”.</p>
<p>Para a responsável pelo eixo de Relações e Identidade de Gênero, Direitos das Mulheres e da Comunidade LGBTQIA+ da DIAAD, professora Suamy Soares, o Julho das Pretas “é uma ação de incidência política e agenda conjunta e propositiva com organizações e movimentos de mulheres negras do Brasil, voltada para o fortalecimento da ação política coletiva e autônoma das mulheres negras nas diversas esferas da sociedade”.</p>
<p>Na visão da professora Gabriela Soares, do curso de Serviço Social e integrante do Núcleo de Estudos Sobre a Mulher Simone Beauvoir (NEM) da Uern, o Julho das Pretas é um momento protagonizado pelas mulheres negras e direcionado à visibilidade das mulheres, trazendo pra ordem do dia a necessidade de se combater o racismo e o sexismo como estruturas violentas que nos colocam nos piores lugares dentro da sociedade.</p>
<p>“É um chamamento à organização das mulheres negras contra a exploração do seu corpo, do trabalho, contra a desumanização. Pras nós, mulheres negras, é o hora de dizer que vivemos, que resistimos e nos encontramos umas nas outras cotidianamente. Além disso, mostra a nível nacional que o feminismo negro tem dado largos passos no Brasil, na America Latina e em todos os cantos.</p>
<p>Fazendo um resgate histórico, Suamy Soares destaca que a Uern mudou muito nos últimos anos em virtude das cotas raciais e sociais, colocando a questão do racismo estrutural como elemento importante para se pensar o Brasil, de forma que o combate ao racismo e a construção de uma cultura antirracista deve ser preocupação central das universidades e também parte de sua função social.</p>
<p>“No âmbito da Uern, as cotas raciais foram instituídas com protagonismo das mulheres negras e temos a criação da Diaad como conquista para pensar políticas de prevenção e combate ao racismo e as desigualdades entre as mulheres”, destaca.</p>
<p>A partir do censo universitário, a ser realizado em breve, será possível obter um panorama sobre os(as) estudantes da Uern, detalhando gênero, idade, renda, raças etc.</p>
<p>“Por agora, sabemos que as cotas possibilitaram maior entrada das mulheres negras no espaço acadêmico e que esse espaço historicamente foi pouco ocupado por esse segmento, que em geral está na base da pirâmide social e ocupa os piores postos de trabalho, com mais baixas remuneração e sofrendo mais violações”, acrescenta Suamy Soares.</p>
<p>Fazem parte da parceria na realização do evento o Núcleo de Estudos Afro-Brasileiro e Indígena (Neabi) da Uern, o Neabi do IFRN, o Nem da Uern, o Centro de Referência em Direitos Humanos (CRDH) da Universidade Federal Rural do Semi-Árido (Ufersa), o Fórum das Comunidades Tradicionais de Terreiros de Matriz Afro-Ameríndia de Mossoró, o Coletivo Motim Feminista e coletivos de mulheres.</p>
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		<title>Núcleo de Estudos promove programação alusiva ao mês da mulher</title>
		<link>https://portal.uern.br/blog/nucleo-de-estudos-promove-programacao-alusiva-ao-mes-da-mulher/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[João Moura]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Mar 2023 15:05:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Dia Internacional da Mulher]]></category>
		<category><![CDATA[NEM]]></category>
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					<description><![CDATA[Texto de Lydia Paulino, estagiária de Jornalismo O Núcleo de Estudos da Mulher Simone de Beauvoir (Nem/Uern), vinculado à Faculdade de Serviço Social (Fasso), dá o pontapé inicial do calendário nacional de luta das mulheres, tendo uma extensa programação no mês de março. Este ano, a pauta do 8 de março, Dia Nacional da Mulher, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Texto de Lydia Paulino, estagiária de Jornalismo</em></p>
<p>O Núcleo de Estudos da Mulher Simone de Beauvoir (Nem/Uern), vinculado à Faculdade de Serviço Social (Fasso), dá o pontapé inicial do calendário nacional de luta das mulheres, tendo uma extensa programação no mês de março.</p>
<p>Este ano, a pauta do 8 de março, Dia Nacional da Mulher, é: &#8220;Ocupar as ruas pela vida das mulheres e em defesa da democracia&#8221;. A programação está sendo feita desde o dia primeiro e vai até o dia 21 de março.</p>
<p>“Ocupamos as ruas e construímos uma agenda de luta pela vida das mulheres enfrentando a violência contra a mulher do feminicídio, que, segundo dados do fórum de segurança pública, aumentou no ano de 2022&#8243;, afirma a professora Suamy Soares, do Departamento de Serviço Social.</p>
<p>No dia 6, segunda-feira, haverá a Pré-Conferência Municipal de Saúde do Setor das Mulheres, às 9h, na Estação das Artes, seguindo no dia 7 com atividade com o Grupo de Mulheres Sementes Urbanas na Comunidade dos Pintos às 17h30 pela Coletiva Motim Feminista.</p>
<p>Já no dia 8, haverá o ato público “Pela vida das Mulheres e em defesa da democracia”, às 8h, com concentração na Praça Miguel Faustino, no Centro, e Artvismo, com o mesmo tema, a partir das 15h30 na Praça do Pax, também no Centro.</p>
<p>“O Dia 8 de março é um dia de luta para lembrar as conquistas das mulheres ao longo da história e dizer que essas conquistas ainda não são suficientes” enfatiza a professora Suamy.</p>
<p>No dia 9, haverá palestra com o tema: Envelhecimento e Familismo no contexto de desproteção, com Solange Teixeira (UFPI) às 9h no Auditório da Fasso, promovida pelo programa de Pós-Graduação em Serviço Social e Direitos Sociais (PPGSSDS).</p>
<p>Encerrando a programação do mês da mulher, no dia 21 de março, haverá roda de conversa com as trabalhadoras terceirizadas da Uern às 15h, no auditório da Fasso.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Uern se engaja pelo fim da violência contra a mulher</title>
		<link>https://portal.uern.br/blog/uern-se-engaja-pelo-fim-da-violencia-contra-a-mulher/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Bruno Soares]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 27 Nov 2022 09:10:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[NEM]]></category>
		<category><![CDATA[Violência contra a Mulher]]></category>
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					<description><![CDATA[Como campo de produção plural de saberes, as universidades têm um relevante papel de incentivar a sociedade a enfrentar as múltiplas formas de violência contra as mulheres e as desigualdades de gênero. A Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (Uern) tem se engajado nessa luta, mas a missão é difícil, incansável e que [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Como campo de produção plural de saberes, as universidades têm um relevante papel de incentivar a sociedade a enfrentar as múltiplas formas de violência contra as mulheres e as desigualdades de gênero. A Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (Uern) tem se engajado nessa luta, mas a missão é difícil, incansável e que precisa da colaboração de todos.</p>
<p>Para a professora Joana D’arc Lacerda, diretora da Faculdade de Serviço Social (Fasso), as violências contra às mulheres, embora tenha entrado na agenda do Estado nos anos de 1980, ainda se apresenta como uma das mais graves expressões da questão social na atualidade.</p>
<p>“Essas violências encontram um campo fértil na conjuntura dos últimos anos com o recrudescimento do patriarcado com a misoginia e outras formas de preconceitos expressos e velados”, comentou.</p>
<p>Dessa forma, para a docente, as políticas para prevenção e combate a essa prática e, principalmente, a Lei Maria da Penha de 2006 se constituem ferramentas fundamentais para a sua prevenção e enfrentamento.</p>
<p>Na Uern, há mais de 25 anos o Núcleo de Estudos sobre a Mulher Simone de Beauvoir (NEM), do qual Joana D’arc é uma das fundadoras, vêm pautando a temática nas suas discussões, pesquisas, eventos e demais atividades de extensão.</p>
<p>Mais recentemente a Reitoria atendeu a uma demanda histórica e criou uma comissão para construir uma política interna de combate às violências. A Comissão de Enfrentamento das Violências contra as Mulheres entrou em atividade no mês de agosto.</p>
<figure id="attachment_95634" aria-describedby="caption-attachment-95634" style="width: 300px" class="wp-caption alignright"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-95634" src="http://portal.uern.br/wp-content/uploads/2022/11/Varias-entidades-participam-da-organizacao-da-Semana-pela-Vida-das-Mulheres-300x200.png" alt="" width="300" height="200" /><figcaption id="caption-attachment-95634" class="wp-caption-text">Intervenção será realizada em outros lugares nos próximos dias (Foto: Bruno Soares)</figcaption></figure>
<p>De acordo com Sephora Nogueira, titular da Ouvidoria da Uern e presidente da Comissão, o grupo, com integrantes de vários setores universitários, têm apoiado ações que fomentam as discussões e, em consonância com a Diretoria de Ações Afirmativas e Diversidade (Diaad) também recém-criada, o Nem, a Pró-reitoria de Assuntos Estudantis (Prae) e a Pró-reitoria de Gestão de Pessoas (Progep), realizado mesas redondas, oficinas, feirinha de mulheres empreendedoras, entre outros.</p>
<p>“O próximo passo da Comissão será instrumentalizar a criação do observatório no qual serão cadastradas(os) estudiosas(os) que trabalham com as temáticas relacionadas às violências contra as mulheres. Este observatório será disponibilizando no Portal da Uern e conterá os registros de ações acadêmicas e administrativas que trabalhem a temática, assim como os direitos humanos das mulheres”, explicou Sephora.</p>
<p>Ao longo de novembro, se estendendo até dezembro, a Universidade e instituições parceiras estão desenvolvendo dentro da Semana pela Vida das Mulheres uma vasta programação envolvendo espetáculos teatrais, encontro, exposição, mesa-redonda, sarau e capacitação em referência ao 25 de novembro, Dia Internacional da Eliminação da Violência contra a Mulher.</p>
<p>Em 17 de dezembro de 1999, a Assembleia Geral das Nações Unidas declarou que a data faz alusão ao sacrifício das irmãs Mirabal (Pátria, Minerva e Maria Teresa), dominicanas que ficaram conhecidas como Las Mariposas que se opuseram à ditadura de Rafael Leónidas Trujillo e foram assassinadas em 25 de novembro de 1960.</p>
<p>A data também marca o pontapé inicial para os 16 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência contra as Mulheres, que é uma campanha anual e internacional e se estende até 10 de dezembro, Dia Internacional dos Direitos Humanos.</p>
<p>A violência contra mulheres, adolescentes e meninas tem sido uma pauta fundamental dos movimentos de mulheres nos últimos 30 anos. Apesar de avanços no campo da garantia de direitos e elaboração de legislações específicas, como a Lei Maria da Penha e a Lei do Feminicídio (nº 13.104/15), os dados alarmantes dimensionam o Brasil no 5° lugar no ranking internacional de feminicídios.</p>
<p>Celebrada na última sexta-feira, 25, a data é simbólica porque é o reconhecimento internacional da importância do enfrentamento a violência contra a mulher como uma questão central pra pensar uma sociedade igualitária.</p>
<p>“O reconhecimento de que a violência contra a mulher atinge a saúde das mulheres é, portanto, uma questão de saúde pública e o reconhecimento de que a violência contra a mulher precisa entrar na agenda dos estados e pra isso precisa fazer política pública e por isso que a ONU reconhece que é uma violação dos direitos humanos das mulheres”, argumentou a professora Suamy Soares, coordenadora do Nem.</p>
<figure id="attachment_95615" aria-describedby="caption-attachment-95615" style="width: 200px" class="wp-caption alignleft"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-95615" src="http://portal.uern.br/wp-content/uploads/2022/11/IMG_3035-200x300.jpg" alt="" width="200" height="300" /><figcaption id="caption-attachment-95615" class="wp-caption-text">Várias entidades participam da organização da Semana pela Vida das Mulheres (Foto: Bruno Soares)</figcaption></figure>
<p>Mesmo com a Lei Maria da Penha criada há 16 anos, salienta Suamy, a violência contra as mulheres no país só cresce em números alarmantes.</p>
<p>“Inclusive a pandemia escancarou essa questão porque colocou as mulheres em convivência com seus agressores de maneira muito mais acentuada e isso fez com que explodissem os casos de violência contra a mulher no Brasil e de feminicídio”, acrescentou.</p>
<p>A criação da Comissão de Enfrentamento das Violências contra as Mulheres e da Diretoria de Ações Afirmativas e Diversidade, que tem como uma das atribuições lidar com a questão das relações de gênero e diversidade, foi um passo importante, conforme a docente.</p>
<p>“São ações concretas da Universidade pra pensar políticas no campo da prevenção e do enfrentamento à violência contra a mulher e também políticas de prevenção pra gente se educar, pra ter relações de gênero mais igualitárias, porque também é uma questão de educação coletiva, individual, é uma questão que perpassa todas as instituições da nossa sociedade”, defende Suamy.</p>
<p><strong>Eventos</strong></p>
<p>Para finalizar a programação da Semana pela Vida das Mulheres, serão realizados a mesa redonda “O papel das Universidades no enfrentamento às violências contra as mulheres com as professoras Dra. Fernanda Marques de Queiroz (Nem/Uern) e Dra. Ilidiana Diniz (Levante contra o Feminicídio no RN/Ufersa), no dia 01º de dezembro, de forma online, um Sarau pela vida das mulheres no Campus Mossoró e, nos dias 08 e 09 de dezembro, uma capacitação com os vigilantes da Uern sobre a Lei Maria da Penha e o enfrentamento a violência contra as mulheres.</p>
<p>Participam da organização da Semana a Cia Bagana de Teatro, o Diretório Central dos e das Estudantes da Uern (DCE), o Nem, o Motim Feminista, o Movimento de Mulheres Campesinas (MMC), a Ouvidoria da Uern, a Comissão Permanente de Enfrentamento às Violências Contra as Mulheres e a Diretoria de Ações Afirmativas e Diversidade (Diaad).</p>
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