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	<title>Mulheres &#8211; UERN &#8211; Universidade do Estado do Rio Grande do Norte</title>
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	<title>Mulheres &#8211; UERN &#8211; Universidade do Estado do Rio Grande do Norte</title>
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		<title>Docentes da Uern lançam obras na Bienal Internacional do Livro do Ceará</title>
		<link>https://portal.uern.br/blog/docentes-da-uern-lancam-obras-na-bienal-internacional-do-livro-do-ceara/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rosalba Moreira Alves]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Apr 2025 23:49:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[A Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (Uern) conta com três professoras lançando livros na XV Bienal Internacional do Livro do Ceará, que está acontecendo em Fortaleza. Este ano, o tema da Bienal é “Das fogueiras ao fogo das palavras”, uma forma de destacar a resistência e a importância das mulheres na literatura. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400">A Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (Uern) conta com três professoras lançando livros na XV Bienal Internacional do Livro do Ceará, que está acontecendo em Fortaleza. Este ano, o tema da Bienal é “Das fogueiras ao fogo das palavras”, uma forma de destacar a resistência e a importância das mulheres na literatura.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Nesta sexta-feira, dia 11, será lançado o livro Audiovisualidades Feministas: Olhares cis, trans, não bináries e racializados sobre o audiovisual nacional, produzido pela professora Daiany Dantas, do Departamento de Comunicação (DECOM) da Uern.  </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O livro surgiu a partir do projeto de extensão Moviola Feminista, coordenado pela professora Daiany Dantas, com o apoio da professora Ana Lúcia Gomes e da técnica Edileuza Martins. A obra foi construída com base na produção de artigos e reúne debates sobre os filmes exibidos nas amostras do projeto, abordando a representação de gênero e raça no audiovisual brasileiro.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">“Temos ex-alunos que hoje estão em doutorado e mestrado, produzindo conhecimento científico com uma abordagem de gênero e raça, numa perspectiva interseccional, sobre o audiovisual brasileiro. Eles estão levando esse debate, que começou aqui na Uern, para outras universidades. Isso é extremamente gratificante e acredito que é o objetivo de todo professor e pesquisador”, afirmou a professora Daiany Dantas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Outra obra que será lançada também neste dia 11 de abril, durante a Bienal, é O levante das águas, da professora Leila Tabosa. Trata-se de um livro que revela parte da formação literária e poética da autora. “O livro traz para o debate a revolta e a revolução das águas. É uma obra de líquidos placentários, sanguíneos, lodos e rios poluídos”, comentou a autora.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Leila Tabosa fala da alegria de voltar à Bienal, agora como escritora. “A sensação é de estranhamento. Saí de Fortaleza em 1997 e hoje volto como escritora, com dois livros: O levante das águas e a coletânea de poemas Poe(mar)”, disse, citando o outro livro que também será lançado na Bienal, no dia 12  de abril.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A professora Araceli Sobreira também marcou presença na Bienal do Livro. No último sábado, dia 5, ela lançou a obra &#8220;A Mulher do Beija-Flor&#8221;, livro que trata do narrar sobre a mulher apaixonante do jardim que conquista o beija-flor – por todos os seus encantos; e do narrar de teias-teares das linhas da mulher que igualmente pisa firme no chão da sua terra-sagrada-jardim-grama.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Araceli Sobreira destaca a importância de um evento como esse para dar destaque aos novos escritores. “Foi maravilhoso lançar um livro na Bienal, que é um evento muito grande. É muito importante esse espaço pra gente ser lida e alcançada nas escolas públicas. Esses são os primeiros passos nessa nova jornada como escritora”, disse.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A Bienal Internacional do Livro do Ceará teve início no dia 4 de abril e segue com sua programação até o próximo domingo, 13 de abril, no Centro de Eventos do Ceará.</span></p>
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		<item>
		<title>Projetos incentivam a participação feminina nas diversas áreas da ciência</title>
		<link>https://portal.uern.br/blog/projetos-incentivam-a-participacao-feminina-nas-diversas-areas-da-ciencia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rosalba Moreira Alves]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Feb 2025 10:00:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Informática]]></category>
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		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
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					<description><![CDATA[Hoje, 11 de fevereiro, celebra-se o Dia Internacional das Mulheres e Meninas na Ciência. Em uma sociedade ainda predominantemente patriarcal, as mulheres, muitas vezes, enfrentam grandes desafios para conseguirem autonomia, oportunidades e reconhecimento profissional. Por isso, a data é importante  para incentivar que as mulheres ocupem cada vez mais espaços, inclusive nas ciências.  Pensando nisso, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400">Hoje, 11 de fevereiro, celebra-se o Dia Internacional das Mulheres e Meninas na Ciência. Em uma sociedade ainda predominantemente patriarcal, as mulheres, muitas vezes, enfrentam grandes desafios para conseguirem autonomia, oportunidades e reconhecimento profissional. Por isso, a data é importante  para incentivar que as mulheres ocupem cada vez mais espaços, inclusive nas ciências. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Pensando nisso, a Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (Uern) desenvolve projetos que têm como protagonista o público feminino. O intuito é fortalecer o compromisso com a igualdade de direitos entre homens e mulheres, principalmente do ponto de vista da educação e da ciência, o que é, inclusive, uma pauta essencial para o cumprimento dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU. “A presença das mulheres na ciência tem sido fundamental para o avanço do conhecimento e da inovação. Ao longo da história, enfrentamos desafios, rompemos barreiras e seguimos ocupando espaços que antes nos eram negados”,  afirmou a Pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação da Uern, Ellany Gurgel.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A reitora Cicília Maia conhece bem os desafios. “Não é fácil para as mulheres se dedicarem à ciência e à pesquisa, mas é um ambiente que precisamos desbravar. Veja o exemplo de Marie Curie e seus estudos sobre a teoria da radioatividade, ou Jaqueline Góes de Jesus, pesquisadora brasileira que atuou no desenvolvimento de protocolos de sequenciamento de genoma, que possibilitou o rápido sequenciamento do coronavírus. São muitas as descobertas e estudos que comprovam o potencial da mulher”, destacou Cicília.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Na Uern, diversas iniciativas têm como foco a atuação das mulheres. Uma delas é o “Oi, meninas”. Esse projeto de extensão surgiu no ano de 2021, a partir da necessidade das alunas do curso de Ciência da Computação, que questionaram o número reduzido de ingressantes do sexo feminino no curso, além da baixa permanência delas nessa graduação. A partir daí, viu-se a necessidade de criar um projeto que desenvolvesse ações voltadas para esse público. A ideia teve o apoio de quatro professoras que atuavam no departamento de Informática da Uern:  Alexsandra Ferreira Gomes, que assumiu a coordenação do projeto, Ceres Germanna Braga Morais, Cicília Raquel Maia Leite e Jéssica Neiva de Figueiredo Leite Araújo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Desde então, o projeto tem realizado ações como palestras, mesas redondas, debates e cursos, mediante demandas internas e externas ao curso de origem. “Nesse tempo de atuação, foi possível comprovar que as ações do projeto não apenas ampliam o conhecimento técnico das participantes, mas também fortalecem sua autoconfiança e senso de pertencimento, além de promover uma mudança cultural ao sensibilizar a comunidade acadêmica sobre a importância da diversidade”, comentou a professora Alexsandra Gomes.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">As mulheres que ingressam em cursos de exatas ainda enfrentam outra questão: o preconceito. “Quando entrei no curso, já sabia que a presença masculina era maior e fiquei apreensiva se realmente daria certo. Até em forma de incentivo na internet, de mulheres na área, eu não achava tantas para me inspirar e isso já me desmotivava. Então, pensei: por qual razão  eu não posso ser essa inspiração para outras e, ao mesmo tempo, encontrar inspiração nelas? Então, depois dessa motivação, fui encontrando mais mulheres na área, tendo contato e tudo foi dando certo”, disse Ingrid Câmara, aluna do 7º período do curso de Ciência da Computação da Uern. Ela está inserida no percentual de apenas 16% dos discentes com matrícula ativa desse curso que são mulheres.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Embora figuras femininas tenham sido pioneiras no campo da computação, ao longo dos anos, observou-se uma diminuição significativa de sua presença nos cursos relacionados à tecnologia. O projeto </span><i><span style="font-weight: 400">Oi, Meninas</span></i><span style="font-weight: 400"> tem instigado a discussão acerca disso e contribuído para mudar essa realidade. “O aumento no número de ingressantes no curso comprova a eficácia da iniciativa e reforça seu impacto positivo na formação de novas gerações de mulheres na tecnologia”, finalizou Alexsandra Gomes.</span></p>
<p><b><i>Code Bloom: </i></b><b>projeto incentiva a permanência de alunas nos cursos</b></p>
<figure id="attachment_124351" aria-describedby="caption-attachment-124351" style="width: 300px" class="wp-caption alignleft"><a href="https://portal.uern.br/wp-content/uploads/2025/02/Code-Blom-Ceres.jpeg"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="wp-image-124351 size-medium" src="https://portal.uern.br/wp-content/uploads/2025/02/Code-Blom-Ceres-300x200.jpeg" alt="" width="300" height="200" srcset="https://portal.uern.br/wp-content/uploads/2025/02/Code-Blom-Ceres-300x200.jpeg 300w, https://portal.uern.br/wp-content/uploads/2025/02/Code-Blom-Ceres-1024x682.jpeg 1024w, https://portal.uern.br/wp-content/uploads/2025/02/Code-Blom-Ceres-768x512.jpeg 768w, https://portal.uern.br/wp-content/uploads/2025/02/Code-Blom-Ceres-1536x1023.jpeg 1536w, https://portal.uern.br/wp-content/uploads/2025/02/Code-Blom-Ceres.jpeg 1600w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a><figcaption id="caption-attachment-124351" class="wp-caption-text"><span style="font-size: 8pt">Projeto oferece espaço colaborativo para  integrantes desenvolverem todo o seu potencial (Foto: Ênio Freire)</span></figcaption></figure>
<p><span style="font-weight: 400">O departamento de informática da Uern também conta hoje com o projeto de ensino </span><i><span style="font-weight: 400">Code Bloom</span></i><span style="font-weight: 400">, coordenado pela professora Ceres Germanna, e que oferece iniciativas complementares ao projeto de extensão </span><i><span style="font-weight: 400">Oi, meninas</span></i><span style="font-weight: 400">, com diversas atividades que beneficiam as alunas do curso.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O projeto, criado em 2024, é desenvolvido pelo Programa de Educação Tutorial de Ciência da Computação (PETCC), sendo uma iniciativa proposta pelas próprias meninas que fazem parte do programa. “A iniciativa visa promover um ambiente mais acolhedor para as mulheres no curso, fortalecendo a permanência e o desenvolvimento das estudantes na área, além de criar um espaço colaborativo onde as suas integrantes possam desenvolver todo o seu potencial”, informou a professora Ceres Germanna.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Para isso, o projeto desenvolve uma série de atividades focadas em criar um ambiente de suporte e motivação. As táticas envolvem workshops técnicos, além de oficinas de habilidades interpessoais. Os encontros têm como objetivo abordar os obstáculos enfrentados por mulheres na área, como a baixa representação feminina e as barreiras estruturais existentes na carreira, além de facilitar a troca de vivências entre as participantes. “Entrei no </span><i><span style="font-weight: 400">Code Bloom</span></i><span style="font-weight: 400"> para inspirar mais e mais as mulheres da computação a permanecerem e se sentirem parte desse espaço. Hoje podemos ver ótimos resultados e sei que ainda há muito por vir, pois fazer parte desse grupo é como florescer no curso”, disse Ingrid Câmara, integrante do projeto.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Ao longo do semestre, foram desenvolvidos três encontros presenciais do </span><i><span style="font-weight: 400">Code Bloom</span></i><span style="font-weight: 400">, com participação média de 15 pessoas, entre professoras e alunas. “Percebemos que, ao longo dos encontros, houve um maior entrosamento entre as alunas, além do sentimento de pertencimento ao curso e às atividades desenvolvidas nele. No semestre 2025.1, o </span><i><span style="font-weight: 400">Code Bloom</span></i><span style="font-weight: 400"> terá continuidade, dentro das atividades do PETCC, de forma a permanecer no acolhimento e busca constante da equidade de gênero dentro do curso de Ciência da Computação”, finalizou Ceres Germanna.</span></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Uern celebra aprovação de projeto que incentiva meninas do RN às ciências exatas</title>
		<link>https://portal.uern.br/blog/uern-celebra-aprovacao-de-projeto-que-incentiva-meninas-do-rn-as-ciencias-exatas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Nathan Figueiredo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 Nov 2024 10:00:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Ciências]]></category>
		<category><![CDATA[Mulheres]]></category>
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					<description><![CDATA[A Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (Uern), por meio da Faculdade de Ciências Exatas e Naturais (Fanat), comemora a aprovação do projeto “Meninas e Mulheres Potiguares: um caminho para analisar o passado e construir perspectivas de futuro em carreiras de Química e Física”. Financiado pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (Uern), por meio da Faculdade de Ciências Exatas e Naturais (Fanat), comemora a aprovação do projeto “Meninas e Mulheres Potiguares: um caminho para analisar o passado e construir perspectivas de futuro em carreiras de Química e Física”. Financiado pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) através da chamada pública Nº 31/2023, a iniciativa tem como foco principal incluir meninas e mulheres em situação de vulnerabilidade nas áreas de Química e Física, promovendo igualdade e empoderamento.</p>
<p>Coordenado pela professora Anne Gabriella Dias Santos, do Departamento de Química da Uern, o projeto é fruto de uma parceria inédita com a Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) e o Instituto Federal do Rio Grande do Norte (IFRN). Ele reúne uma equipe multidisciplinar formada por professoras e técnicas das áreas de Química, Física e Serviço Social, reforçando a força da colaboração institucional na promoção da ciência.</p>
<p>O projeto prevê um robusto programa de incentivo, com a concessão de 69 bolsas de diferentes modalidades, como Iniciação Científica Júnior para estudantes de escolas públicas e comunidades tradicionais (quilombolas e indígenas), bolsas de apoio técnico e de iniciação científica para graduandos e oportunidades para pesquisadores em pós-doutorado. Além disso, serão disponibilizados recursos para custear atividades que se iniciam em 2025 e se estendem ao longo de três anos.</p>
<p>A proposta também se destaca pela sua abordagem ampla e inclusiva. Estão previstas oficinas sobre violência de gênero e relações étnico-raciais, produção de materiais educativos, como histórias em quadrinhos e vídeos científicos, e atividades interativas como o programa “Seja uma Cientista”, que permitirá às alunas vivenciarem a prática profissional em ciências exatas.</p>
<p>A chamada pública CNPq Nº 31/2023 é uma das ações do Programa Mulher e Ciência, criado em 2005, e representa um marco nos investimentos em equidade de gênero na ciência. Com um aporte de R$ 100 milhões, o programa apoia 126 projetos em todo o Brasil, beneficiando diretamente mais de 4,5 mil meninas e mulheres. Os projetos selecionados têm como meta combater a sub-representação feminina em áreas como ciências exatas, engenharias e computação, promovendo atividades que estimulem o ingresso, a permanência e o desenvolvimento dessas estudantes.</p>
<p><span style="font-size: 14pt"><strong>Universidade como referência em inclusão e inovação</strong></span></p>
<p>A aprovação do projeto “Meninas e Mulheres Potiguares” consolida a Uern como uma instituição referência na promoção de iniciativas inclusivas e inovadoras. A professora Anne Gabriella destacou a importância do trabalho coletivo e a relevância do projeto para ampliar oportunidades em um estado que enfrenta desafios históricos na educação e na igualdade de gênero.</p>
<p>De acordo com os organizadores, o objetivo é não apenas oferecer oportunidades de formação científica, mas transformar realidades, mostrando que as meninas do Rio Grande do Norte podem e devem ocupar espaços estratégicos na ciência e tecnologia.</p>
<p>De acordo com o edital, um dos principais diferenciais é a inclusão de ações formativas e de acompanhamento, como oficinas para professores e acompanhamento das estudantes egressas, garantindo que os impactos do projeto se perpetuem.</p>
<p>Ao celebrar mais essa conquista, a Uern reafirma seu compromisso com a inclusão e o desenvolvimento do estado, promovendo uma educação que valoriza a diversidade e abre caminhos para o futuro.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Semana pela Vida das Mulheres da Uern inicia programação amanhã, 18</title>
		<link>https://portal.uern.br/blog/semana-pela-vida-das-mulheres-da-uern-inicia-programacao-amanha-18/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Bruno Soares]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Nov 2022 17:35:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Mulheres]]></category>
		<category><![CDATA[NEM]]></category>
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					<description><![CDATA[A Semana pela Vida das Mulheres da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (Uern) e instituições parceiras terá início nesta sexta-feira, 18, e segue até o dia 09 de dezembro com uma programação envolvendo espetáculos teatrais, encontro, exposição, mesa-redonda, sarau e capacitação. Em 17 de dezembro de 1999, a Assembleia Geral das Nações [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Semana pela Vida das Mulheres da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (Uern) e instituições parceiras terá início nesta sexta-feira, 18, e segue até o dia 09 de dezembro com uma programação envolvendo espetáculos teatrais, encontro, exposição, mesa-redonda, sarau e capacitação.</p>
<p>Em 17 de dezembro de 1999, a Assembleia Geral das Nações Unidas declarou que 25 de novembro é o Dia Internacional da Eliminação da Violência contra a Mulher, em alusão ao sacrifício de Las Mariposas. As irmãs Mirabal (Pátria, Minerva e Maria Teresa), dominicanas que ficaram conhecidas como Las Mariposas e se opuseram à ditadura de Rafael Leónidas Trujillo, sendo assassinadas em 25 de novembro de 1960.</p>
<p>O 25 de novembro também marca o pontapé inicial para os 16 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência contra as Mulheres, que é uma campanha anual e internacional e se estende até 10 de dezembro, Dia Internacional dos Direitos Humanos.</p>
<p>A violência contra mulheres, adolescentes e meninas tem sido uma pauta fundamental dos movimentos de mulheres nos últimos 30 anos. Apesar de avanços no campo da garantia de direitos e elaboração de legislações específicas, como a Lei Maria da Penha e a Lei do Feminicídio (nº 13.104/15), os dados alarmantes dimensionam o Brasil no 5° lugar no ranking internacional de feminicídios.</p>
<p>O estudo mais recente do Fórum Brasileiro de Segurança Pública sobre feminicídios mostra que, em 2021, uma mulher foi assassinada, em média, a cada sete horas no país. Estima-se que uma em cada três mulheres têm vivenciado violência física e/ou sexual por parceiro íntimo ao longo da sua vida.</p>
<p>A subnotificação das violências é um problema frequente que incide na estimação do número real de casos e na formulação de políticas de enfrentamento e prevenção à questão. Ademais, há entraves quanto à identificação por parte das mulheres das violências sofridas e a constituição de denúncia junto a rede de atendimento às mulheres.</p>
<p>Para a professora Suamy Soares, coordenadora do Núcleo de Estudos sobre a Mulher (NEM) Simone de Beauvoir, “como campo de produção plural de saberes, a Universidade tem o relevante papel de incentivar a comunidade em geral a enfrentar as múltiplas formas de violência contra as mulheres e as desigualdades de gênero, seja fomentando projetos de pesquisa e extensão na área, possibilitando canais de diálogo com diversos setores da sociedade, efetivando capacitações/formações teórico-técnicas a entidades, coletivos, movimentos sociais e instituições, seja encorajando as mulheres em situação de violência a buscar ajuda rompendo o ciclo da violência dentro e fora do espaço acadêmico”.</p>
<p>Em consonância com a sua função social e a necessidade de consolidar as pautas nos campos da diversidade, atendimento às mulheres e à população negra e indígena, a Uern criou a Diretoria de Ações Afirmativas e Diversidade (DIAAD) que “tem por objetivo promover e concretizar políticas de promoção de igualdade e o reconhecimento das diferenças e diversidades no âmbito da Universidade.”</p>
<p>Participam da organização da Semana Pela Vida das Mulheres a Cia Bagana de Teatro, o Diretório Central dos e das Estudantes da Uern (DCE), o Nem, o Motim Feminista, o Movimento de Mulheres Campesinas (MMC), a Ouvidoria da Uern, a Comissão Permanente de Enfrentamento às Violências Contra as Mulheres e a Diaad.</p>
<p><strong>Confira a programação:</strong></p>
<ul>
<li>18 de novembro (18h), na Praça do bairro Pintos &#8211; Espetáculo Mulheres à vista (Cia Bagana de Teatro)</li>
<li>21 de novembro (8h30), no Centro de Convivência da Uern Mossoró &#8211; Espetáculo Mulheres à vista (Cia Bagana de Teatro)</li>
<li>24 de novembro (9h) &#8211; Encontro da Rede de Atendimento à mulher em situação de violência (Juizado da Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher )</li>
<li>25 de novembro (16h), na Praça do Pax &#8211; Exposição “Os passos interrompidos pelo feminicídio”</li>
<li>25 de novembro (16h), de forma online &#8211; Mesa Redonda: O papel das Universidades no enfrentamento às violências contra as mulheres. Facilitadoras: professoras Dra. Fernanda Marques de Queiroz (NEM/UERN) e Dra. Ilidiana Diniz (Levante contra o Feminicídio no RN/UFERSA)</li>
<li>25 de novembro (18h30), no Centro de Convivência da Uern Mossoró &#8211; Sarau pela vida das mulheres</li>
<li>08 e 09 de dezembro &#8211; Capacitação dos vigilantes da Uern sobre a Lei Maria da Penha e o enfrentamento a violência contra as mulheres</li>
</ul>
<p><img decoding="async" class="alignnone  wp-image-95281" src="http://portal.uern.br/wp-content/uploads/2022/11/Semana-Pela-Vida-das-Mulheres-212x300.jpeg" alt="" width="301" height="426" /></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Mulheres são maioria entre estudantes da Uern e beneficiadas em programas de apoio</title>
		<link>https://portal.uern.br/blog/mulheres-sao-maioria-entre-estudantes-da-uern-e-beneficiadas-em-programas-de-apoio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agecom]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Mar 2022 21:51:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Mulheres]]></category>
		<category><![CDATA[PRAE]]></category>
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					<description><![CDATA[A presença feminina nas salas de aula da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN) é superior à masculina. Dos 10.304 estudantes matriculados atualmente, 5.754 são mulheres (55,84%), enquanto 4.550 são homens (44,16%). Nos programas de apoio aos estudantes, elas também são maioria. De acordo com dados da Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis, dos [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A presença feminina nas salas de aula da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN) é superior à masculina. Dos 10.304 estudantes matriculados atualmente, 5.754 são mulheres (55,84%), enquanto 4.550 são homens (44,16%). Nos programas de apoio aos estudantes, elas também são maioria.</p>
<p>De acordo com dados da Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis, dos 30 bolsistas que recebem auxílio-moradia, 21 são mulheres (70%).</p>
<p>No Programa de Apoio ao Estudante, que oferta, atualmente, 238 vagas, dos 138 contemplados no primeiro semestre, 100 são do sexo feminino (72,46%). Em relação ao segundo semestre, com 100 oportunidades, 41 são ocupadas por mulheres (41%).</p>
<p>O Auxílio Inclusão Digital oferece apoio financeiro no valor de R$ 1 mil destinado ao custeio das despesas com aquisição de equipamentos de informática e contratação de serviços de internet, softwares ou qualquer outro item/serviço que proporcione a inclusão digital com a finalidade de garantir os meios necessários para que os discentes possam cursar os componentes curriculares ofertados no calendário acadêmico.</p>
<p>O benefício já chegou a 1.500 pessoas e contribui para a permanência dos alunos na Instituição nos tempos de pandemia e com atividades remotas.</p>
<p>Dos 91 benefícios concedidos no atual semestre (2021.2), 51 foram para mulheres (56,04%).</p>
<p>“A Prae tem empenhado esforços para garantir a permanência de nossas alunas, respeitando o princípio da igualdade de gênero e combatendo fortemente as dificuldades enfrentadas por nossas alunas em seu cotidiano acadêmico, sobretudo aquelas com implicações nas taxas de retenção e evasão”, destacou a pró-reitora adjunta de Assuntos Estudantis, Ana Angélica Nogueira.</p>
<p>O mais novo apoio da Uern para seus estudantes foi lançado recentemente: o Programa Auxílio-Creche. Trata-se de um auxílio financeiro para uso exclusivo com despesas de creche, pré-escola ou cuidador para os(as) alunos(as) que estão regularmente matriculados nos cursos de graduação e têm filhos de zero a cinco anos. Têm prioridade estudantes em condição de vulnerabilidade social.</p>
<p>A medida foi implantada como forma de assegurar a permanência dos pais e mães na Universidade e assegurar a igualdade de condições no exercício das atividades acadêmicas.</p>
<p>Dos 43 participantes desse programa, 42 são do sexo feminino (97,67%).</p>
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		<title>UERN e OAB lançam obra sobre os direitos humanos das mulheres</title>
		<link>https://portal.uern.br/blog/uern-e-oab-lancam-obra-sobre-os-direitos-humanos-das-mulheres/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Noberto Andrey Rodrigues de Negreiros]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 May 2020 15:03:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Lançamento]]></category>
		<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[Mulheres]]></category>
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					<description><![CDATA[A Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN), em parceria com a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Subseção de Mossoró, lançam, nesta quarta-feira (06), o livro “Direitos Humanos das Mulheres”. Marcado para ocorrer às 19h, numa live nas redes sociais da UERN e da OAB/Mossoró, o evento contará com a mediação da [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN), em parceria com a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Subseção de Mossoró, lançam, nesta quarta-feira (06), o livro “Direitos Humanos das Mulheres”.</p>
<p>Marcado para ocorrer às 19h, numa live nas redes sociais da UERN e da OAB/Mossoró, o evento contará com a mediação da apresentadora Aline Linhares, da Agência de Comunicação da Universidade, e com a participação das organizadoras da obra.</p>
<p>Reunindo textos de advogadas, professores e professoras universitárias, estudantes e outros profissionais sobre a questão da igualdade de gênero, o livro organizou-se em eixos diferentes temáticos, como participação política, violência, direitos sexuais e outros.</p>
<p>Aborda-se ainda os direitos das mulheres no contexto da pandemia vivenciada atualmente no mundo.</p>
<p>“É um livro que aborda temáticas afeitas às mulheres, que são, de maneira geral, as mais impactadas pelas consequências advindas da pandemia que estamos vivenciando. Elas são maioria nas equipes de saúde no enfrentamento direto à doença, trabalham praticamente o dobro de horas semanais em atividades do lar e de cuidado, o que é agravado pelo isolamento”, explicou Fernanda Abreu, advogada e professora da Faculdade de Direito da UERN (FAD/UERN).</p>
<p>De acordo com a professora, o livro foi pensado e executado no âmbito da Comissão da Mulher Advogada de OAB/Mossoró e organizado juntamente com as advogadas Mariana Bezerra, vice-presidente da comissão, e Brena Santos, integrante da Comissão de Diversidade da OAB/Mossoró, além de Séphora Nogueira, pró-reitora Adjunta de Assuntos Estudantis da UERN.</p>
<p>A produção esteve sob o comando da presidente da OAB/Mossoró, a advogada Bárbara Vasconcelos.</p>
<p>A presidente lembra ainda que o lançamento da obra ocorreu em alusão ao Dia Estadual da Mulher Advogada, que é o dia 30 de Maio. “Nesse mês, nós teremos uma programação na OAB iniciando no dia 6, com a live de lançamento, e uma sequência de outros encontros para debater os temas que são abordados no livro”, contou.</p>
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		<title>Metade das pesquisas na UERN é coordenada por mulheres</title>
		<link>https://portal.uern.br/blog/metade-das-pesquisas-na-uern-e-coordenada-por-mulheres/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 14 Feb 2020 16:01:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Mulheres]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>
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					<description><![CDATA[Você sabe quem são Mileva Marić, Jocelyn Bell Burnell, Caroline Herschel, Rosalind Franklin e Virgínia Leone Bicud? Albert Einstein, Isaac Newton, Charles Darwin e Galileu Galilei? Embora elas não sejam tão (re)conhecidas por boa parte da população, as cinco mulheres prestaram grandes contribuições à Ciência, de forma semelhante aos famosos estudiosos acima. Isso mesmo, elas [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Você sabe quem são Mileva Marić, Jocelyn Bell Burnell, Caroline Herschel, Rosalind Franklin e Virgínia Leone Bicud? Albert Einstein, Isaac Newton, Charles Darwin e Galileu Galilei? Embora elas não sejam tão (re)conhecidas por boa parte da população, as cinco mulheres prestaram grandes contribuições à Ciência, de forma semelhante aos famosos estudiosos acima. Isso mesmo, elas são cientistas, autoras de importantes descobertas para a humanidade.</p>
<p>A presença das mulheres na Ciência vem de longa data, ainda que não seja de forma tão expressiva ou reconhecida quanto a dos homens pesquisadores. Um simples exercício é capaz de provar isso: quando pensamos em inventores e cientistas quais nomes vêm a sua mente? Pode-se apostar que a maioria dos nomes pensados são de homens.</p>
<p>A despeito da Ciência ser considerada por muito tempo como um reduto masculino, a atuação feminina na área tem crescido, embora ainda esteja longe de chegar ao ideal. Estereótipos de gênero, preconceitos e falta de incentivo são algumas barreiras ainda a serem quebradas para uma mudança de cenário. Nessa caminhada, as universidades e agências de fomento têm se unido às pesquisadoras, estimulando-as e incentivando-as, de modo a colocar homens e mulheres em pé de igualdade na produção científica.</p>
<p>Na Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN), o cenário de participação de mulheres na produção do conhecimento científico é bastante equilibrado. “Hoje nós temos uma divisão praticamente meio a meio entre pesquisas coordenadas por homens e mulheres, com as mulheres assumindo a liderança em algumas áreas, como é o caso das bolsas de Desenvolvimento Tecnológico e Inovação”, informa o assessor do Departamento de Pesquisa da Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação (PROPEG), Prof. Dr. Álvaro Marcos Pereira Lima.</p>
<p>Dos projetos aprovados na atual edição do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica (PIBIC) – 2019/2020, 48,1% são coordenados por mulheres, e do PIBIC- EM (Ensino Médio), elas estão à frente de 44,4% dos projetos aprovados. Já no Programa Institucional de Bolsas de Iniciação em Desenvolvimento Tecnológico e Inovação (PIBITI), a proporção de projetos coordenados por mulheres aprovados na edição 2019/2020 é de 61,5%.</p>
<p>“As mulheres têm assumido cada vez mais posição de protagonismo em todas as áreas, e com a pesquisa na UERN não tem sido diferente. Esperamos que essa evolução permaneça e que nós tenhamos em todos os campus da Universidade essa distribuição de forma mais equilibrada”, declara Álvaro Lima.</p>
<p>Os números de projetos de pesquisas coordenados por mulheres são equivalentes ao percentual do quadro de docentes na Instituição. De acordo com a pró-reitora de Gestão de Pessoas, Jéssica Figueiredo, elas compõem 46,5% do quadro de professores efetivos da UERN, além disso, a Universidade conta ainda 75 professoras temporárias.</p>
<p>Para o pró-reitor de Pesquisa e Pós-Graduação, Prof. Dr. Rodolfo Lopes Cavalcanti, os números atuais refletem o elevado potencial das pesquisadoras da Instituição. “A cada ano, o número de mulheres que atuam em pesquisa só aumenta. Isso ratifica a condição da UERN enquanto instituição socialmente referenciada e que busca constantemente a preservação e ampliação da igualdade de direitos”, finaliza.</p>
<p><strong>Os desafios e avanços da inserção feminina na pesquisa</strong><br />
“O empoderamento das mulheres através da ciência, pesquisa e inovação é imprescindível para diminuirmos as desigualdades sociais, econômicas e de gênero”, avalia a pesquisadora Cicília Raquel Maia Leite. Formada pela primeira turma de Ciência da Computação da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN), Cicília Maia desafiou a visão preconceituosa da época sobre presença de mulheres em área de ciência e tecnologia, tida como ambiente exclusivamente masculino.</p>
<p>Desde que ingressou no curso, muita coisa mudou, embora haja muito chão pela frente. “Apesar do avanço das mulheres em várias áreas, nas ciências mais ‘hard’, como a Ciência da Computação e Matemática, ainda há uma presença muito grande do sexo masculino”, observa a pesquisadora.</p>
<p>A inserção feminina na pesquisa é um desafio, que cada vez mais mulheres têm ousado enfrentar. A pesquisadora Raqueline Varela de Souza, mestranda do Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais e Humanas da UERN (PPGCISH), está dando os seus primeiros passos na produção de conhecimento científico, e sabe da importância que o ato representa para seus pares.</p>
<p>“Durante muito tempo, as mulheres tiveram seus espaços definidos por homens. O que nos deu uma ideia que pesquisa não era lugar para mulher. Mas que bom que nós enquanto mulheres estamos reivindicando nossos lugares na Ciência, no mercado e na política”, declara Raqueline Varela.</p>
<p>A Profª. Drª. Maria Lúcia de Lira, do Campus de Pau dos Ferros, também contrariou os estereótipos e galgou o seu lugar enquanto pesquisadora. “Quando criança, reclamava muito por ser menina e pela diferença no tratamento com os meninos. Quando adolescente, também me achava desfavorecida. Hoje (o meu tempo e o tempo da sociedade) fazem eu me ver de outra forma. Como nós insistimos incansavelmente em sair da subordinação e nos apresentamos cada vez mais donas de nossas histórias”, afirma.</p>
<p>E cada vez mais as mulheres estão ocupando os espaços que também são seus por direito. Em todas as áreas. Mulheres que sabem da sua capacidade, como Cicília Maia, que há 20 anos decidiu ingressar em uma área tida como masculina e hoje possui o título de pós-doutora pelo Massachusetts Institute of Technology – (MIT), um dos principais centros de estudo e pesquisa em ciências, engenharia e tecnologia do mundo. Inclusive, ela foi a primeira docente com título de pós-doutorado do Departamento de Informática da UERN.</p>
<p>“Como mulheres, somos cientes da nossa capacidade de transformar os ambientes em que vivemos com muita disciplina, trabalho, dedicação, e de inspirar meninas dentro das escolas e das universidades. Os desafios sempre existirão para nós educadores/pesquisadores e serão nossa força para chegar cada vez mais longe”, declara Cicília Maia.</p>
<p><strong>Mas, afinal, quem são as cientistas citadas no início?</strong><br />
<em><strong>Mileva Marić</strong></em><br />
A primeira esposa de Albert Einstein. Pesquisadores afirmam que Marić havia contribuído para os trabalhos do marido sobre a teoria da relatividade. Nas correspondências, o cientista se refere às pesquisas como “nosso trabalho” e “nossa teoria”.</p>
<p><em><strong>Jocelyn Bell Burnell</strong></em><br />
Astrônoma descobriu o primeiro Pulsar, estrela de nêutrons que transforma energia rotacional em energia eletromagnética. A descoberta revolucionou a astronomia, tendo sido utilizada inclusive para testar a teoria da relatividade. Em 1974, Burnell venceu o prêmio Nobel de Física, mas seu nome nem sequer foi mencionado — os homenageados foram Antony Hewish, orientador dela, e Martin Ryle, que a ajudou a desenvolver o telescópio usado na descoberta. Em 2018, a astrofísica foi premiada com o Breakthrough de Física.</p>
<p><em><strong>Caroline Herschel</strong></em><br />
Foi a primeira mulher astrônoma profissional e uma das primeiras a receber por seu trabalho científico. Ao longo da carreira, descobriu dezenas de cometas e catalogou 2,5 mil nebulosas e aglomerados de estrelas.</p>
<p><em><strong>Rosalind Franklin</strong></em><br />
Foi uma química britânica que contribuiu para o entendimento das estruturas moleculares do DNA, RNA, vírus, carvão mineral e grafite.</p>
<p><em><strong>Virgínia Leone Bicud</strong></em><br />
Neta de uma escrava alforriada, ela foi uma das figuras mais importantes na instituição da psicanálise no Brasil.</p>
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		<title>Cursos de Comunicação na UERN impulsionam presença de profissionais femininas no esporte</title>
		<link>https://portal.uern.br/blog/cursos-de-comunicacao-na-uern-impulsionam-presenca-de-profissionais-femininas-no-esporte/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Noberto Andrey Rodrigues de Negreiros]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Jan 2020 11:54:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[Curso]]></category>
		<category><![CDATA[Esporte]]></category>
		<category><![CDATA[Mulheres]]></category>
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					<description><![CDATA[Antes dominado por profissionais masculinos, a área esportiva do jornalismo em Mossoró apresentou uma mudança recente no perfil dos repórteres, com a presença constante – e, em alguns eventos, majoritária – de mulheres. O novo impulso advém da qualidade dos cursos de Comunicação da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN), de onde [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Antes dominado por profissionais masculinos, a área esportiva do jornalismo em Mossoró apresentou uma mudança recente no perfil dos repórteres, com a presença constante – e, em alguns eventos, majoritária – de mulheres.</p>
<p>O novo impulso advém da qualidade dos cursos de Comunicação da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN), de onde surge a maioria dessas profissionais.</p>
<p>No jogo entre os times Potiguar e Força e Luz, realizado no Estádio Nogueirão no último dia 19, por exemplo, profissionais femininas realizaram grande parte da cobertura, entre elas Brena Alves, aluna do 3º período do curso de Rádio e TV da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN) e estagiária de uma emissora de rádio local.</p>
<p>Brena conta que seu interesse pelo esporte começou cedo, na família. Até pensou em seguir carreira na área. Mas, descobriu, na faculdade, o talento também pela comunicação. Decidiu se dedicar às suas duas paixões. “Hoje não me vejo em qualquer outra área além do esporte! Tenho me dedicado bastante&#8230; Acredito muito que um dia irei realizar meu sonho que é apresentar o Globo Esporte”, contou.</p>
<p>Formada pela UERN, Larissa Maciel trabalha na área esportiva desde 2012. Começou com um blog pessoal dedicado ao Corinthians e hoje trabalha numa emissora de TV com sede em Mossoró. Segundo a repórter, “Lembro que na primeira aula no curso de Jornalismo eu falei que estava lá pra ser jornalista esportiva. Eu não tinha a menor dúvida”.</p>
<p>Apesar da evolução, Larissa acredita que algumas barreiras precisam ser vencidas. “Se uma mulher tem interesse real em trabalhar com o esporte, ela vai vencer as barreiras impostas, vai crescer em cima disso para realizar seu sonho. Mas não defendo apenas que nós mulheres sejamos colocadas nessa vitrine por estética ou gênero. Não podemos ser resumidas a isso. Precisam parar de focar no fútil e enxergar nossa competência”, disse.</p>
<p>Isaiana Santos, igualmente formada pela UERN, também trabalha numa emissora de TV local e tem opinião semelhante. Ela destaca a presença de grandes repórteres na área de anos atrás, como é o caso da jornalista Regiane Ritter, uma das primeiras mulheres a tornar-se repórter e comentarista esportiva, em 1980, na Rádio Gazeta.</p>
<p><strong>Atividades extracurriculares contribuem para a formação de repórteres na área</strong></p>
<p>É certo que não existe uma estimativa oficial, mas salta aos olhos que grande parte dessas profissionais, ou aspirantes a profissionais, são formadas na UERN, onde há os únicos cursos de Comunicação do interior do RN.</p>
<p>Fabiano Morais, jornalista e professor da Universidade estadual, lecionou por muito tempo a disciplina Jornalismo Esportivo. Além disso, no ano passado, criou um projeto de extensão na área, a pedido de Brena. Nesse projeto, atualmente, dos 12 integrantes, seis são mulheres.</p>
<p>“É gratificante poder vê-las em ação, mostrando suas qualidades e abrindo espaços nos campos profissionais, antes, só masculinos”, conta Fabiano. O professor mencionou que a disciplina complementar deve voltar a ser ofertada em breve, agora que ele voltou do doutorado.</p>
<p>Muitas das profissionais já citadas destacam a formação na UERN como definidora.</p>
<p>Para Isaiana Santos, “É um espaço onde dá para apostar no que se gosta de fazer, seja esporte, cotidiano, cultura. E hoje contando com um projeto de extensão voltado especialmente para o esporte, é de se esperar que mais meninas possam investir no jornalismo esportivo”.</p>
<p>Larissa Maciel relata experiência universitária semelhante. “A UERN por anos foi a minha segunda casa e sempre será um ponto de abrigo, de grandes lembranças. Lá dentro fui encorajada pelos amigos, professores a realizar este meu sonho e ainda hoje sou apoiada pela Universidade e os funcionários que a constroem diariamente. Eu não estaria realizando este sonho se não fosse a UERN”, contou.</p>
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		<item>
		<title>UERNCAST discute a participação das mulheres e o machismo na ciência</title>
		<link>https://portal.uern.br/blog/uerncast-discute-a-participacao-das-mulheres-e-o-machismo-na-ciencia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Jun 2019 18:03:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Machismo]]></category>
		<category><![CDATA[Mulheres]]></category>
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					<description><![CDATA[O UERNCAST, podcast quinzenal da UERN, publicou nesta semana sua sétima edição, que discute a participação das mulheres na ciência. O episódio aborda, entre outros pontos, como o machismo e o preconceito são entraves não apenas para o ingresso das mulheres na ciência, mas também para o próprio desenvolvimento científico. Participam do debate a professora [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O <em>UERNCAST, podcast</em> quinzenal da UERN, publicou nesta semana sua sétima edição, que discute a participação das mulheres na ciência. O episódio aborda, entre outros pontos, como o machismo e o preconceito são entraves não apenas para o ingresso das mulheres na ciência, mas também para o próprio desenvolvimento científico.</p>
<p>Participam do debate a professora Eliângela Souza e a aluna Lívia Dantas, ambas do Departamento de Física da UERN.</p>
<p>As convidadas discutiram também a contribuição das mulheres para a ciência &#8211; muitas vezes ignorada pelas próprias instituições científicas &#8211; ao longo da história e de que formas mulheres e homens podem agir para combater o machismo nesse meio.</p>
<p>O episódio está disponível no <a href="http://portal.uern.br/uerncast">portal da UERN</a> e também no <em>Spotify</em>. Para ouvir, basta pesquisar por “<em>UERNCAST</em>” no aplicativo.</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>&#8220;UERN por Elas&#8221; oferece oficina de defesa pessoal para mulheres</title>
		<link>https://portal.uern.br/blog/uern-por-elas-oferece-oficina-de-defesa-pessoal-para-mulheres/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Esdras Marchezan]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 Mar 2019 19:17:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Defesa pessoal]]></category>
		<category><![CDATA[Mulheres]]></category>
		<category><![CDATA[Treinamento]]></category>
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					<description><![CDATA[Foi ministrado ontem no Campus Central da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN) uma oficina de defesa pessoal oferecido pela Diretoria de Desenvolvimento Organizacional da Pró-Reitoria de Gestão de Pessoas (DDO/PROGEP). O curso foi ministrado pelo instrutor Ricardo Xavier, que explicou ser uma iniciativa necessária nos tempos atuais. “Nosso intuito é passar [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Foi ministrado ontem no Campus Central da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN) uma oficina de defesa pessoal oferecido pela Diretoria de Desenvolvimento Organizacional da Pró-Reitoria de Gestão de Pessoas (DDO/PROGEP).</p>
<p>O curso foi ministrado pelo instrutor Ricardo Xavier, que explicou ser uma iniciativa necessária nos tempos atuais. “Nosso intuito é passar para as mulheres que elas não são o sexo frágil e são capazes de se defender. A defesa pessoal é uma reação e esse treinamento é uma prevenção para situações de perigo”, acrescentou.</p>
<p>Titular do DDO, Carmem de Souza explica que a iniciativa de ontem foi única e dentro da programação do &#8220;UERN por Elas&#8221;. “O curso de defesa pessoal tem o propósito para situações que a gente fica vulnerável”, acrescenta.</p>
<p>Aluna do curso de Pedagogia, Yasmin Soares lembra que em tempos de retrocessos nas relações pessoais as mulheres precisam estar prevenidas. “Os direitos das mulheres são sempre os mais questionados e os casos de feminicídio têm aumentado muito. Essa oficina de defesa pessoal é muito importante para a gente se defender de pessoas mal-intencionadas”, analisou.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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