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	<title>Mãe Primavera &#8211; UERN &#8211; Universidade do Estado do Rio Grande do Norte</title>
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	<title>Mãe Primavera &#8211; UERN &#8211; Universidade do Estado do Rio Grande do Norte</title>
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		<title>Projeto Mãe Primavera oferece atendimento e orientação a jovens grávidas</title>
		<link>https://portal.uern.br/blog/projeto-mae-primavera-oferece-atendimento-e-orientacao-a-jovens-gravidas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Iuska Freire]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 14 May 2023 11:29:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[FACS - Ciências da Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Mãe Primavera]]></category>
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					<description><![CDATA[Texto: Maurício Barros &#8211; Estagiário de Jornalismo Amor que transforma e transborda. O projeto “Mãe Primavera”, desenvolvido há quase 10 anos pela Faculdade de Ciências da Saúde da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (Facs/Uern), desempenha um papel fundamental na vida de adolescentes grávidas, oferecendo orientações e cuidados às futuras mamães. Além do [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Texto: Maurício Barros &#8211; Estagiário de Jornalismo</em></p>
<p>Amor que transforma e transborda. O projeto “Mãe Primavera”, desenvolvido há quase 10 anos pela Faculdade de Ciências da Saúde da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (Facs/Uern), desempenha um papel fundamental na vida de adolescentes grávidas, oferecendo orientações e cuidados às futuras mamães.</p>
<p>Além do atendimento pré-natal, as jovens atendidas pelo projeto também são assistidas no puerpério e recebem orientações sobre saúde e planejamento familiar. Em muitos casos, a gravidez interrompe o ciclo educacional na adolescência, dificultando a inserção das jovens mães no mercado de trabalho. Esse é um dos impactos que a gravidez na adolescência acarreta.</p>
<p>Yasmin Oliveira, 19 anos, teve seu primeiro filho aos 15 anos, quando foi atendida pela primeira vez no projeto. A jovem reconhece que os atendimentos de pré-natal foram fundamentais para lidar com sua primeira gravidez.</p>
<figure id="attachment_104819" aria-describedby="caption-attachment-104819" style="width: 600px" class="wp-caption aligncenter"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="wp-image-104819" src="https://portal.uern.br/wp-content/uploads/2023/05/YasminOliveira-scaled.jpg" alt="" width="600" height="672" srcset="https://portal.uern.br/wp-content/uploads/2023/05/YasminOliveira-scaled.jpg 2285w, https://portal.uern.br/wp-content/uploads/2023/05/YasminOliveira-268x300.jpg 268w, https://portal.uern.br/wp-content/uploads/2023/05/YasminOliveira-914x1024.jpg 914w, https://portal.uern.br/wp-content/uploads/2023/05/YasminOliveira-768x860.jpg 768w, https://portal.uern.br/wp-content/uploads/2023/05/YasminOliveira-1371x1536.jpg 1371w, https://portal.uern.br/wp-content/uploads/2023/05/YasminOliveira-1828x2048.jpg 1828w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /><figcaption id="caption-attachment-104819" class="wp-caption-text">Yasmin Oliveira é atendida pelo projeto Mãe Primavera</figcaption></figure>
<blockquote>
<h4>“Eu gosto muito daqui, dos residentes, dos médicos. O atendimento é excelente, tanto que é minha segunda gravidez que eu vim fazer pré-natal aqui”, comenta.</h4>
</blockquote>
<p>Além de se sentir acolhida, ela indica para outras mulheres os serviços oferecidos. “Quando eu tenho uma conhecida grávida, eu já recomendo. Ser mãe é tudo, a gente deixa de comprar as coisas para nós e compra para os filhos”, afirma Yasmin.</p>
<p>As palavras ganham mais sentimentos quando a adolescente diz não imaginar sua vida sem seus filhos. “A gente quer ver eles bem, mais do que a gente” complementa. Yasmin diz estar ansiosa pela chegada da menininha.</p>
<p>Dona Ednalva Alves, 47 anos, sogra de Yasmin, é mãe de 10 filhos e também foi atendida no ambulatório da Facs, em outro projeto que atende mulheres com potencial de gravidez de risco e predisposição ao diabetes. A gravidez aos 43 anos não foi planejada. A senhora conta que Pedro Miguel chegou em meio ao risco gestacional. Quatro anos depois do nascimento da criança, ela frisa que o projeto foi primordial para a vinda do filho caçula</p>
<p>Ednalva conta que ser mãe não tem comparação, pois o dom de carregar um ser na barriga é uma verdadeira dádiva. “Quando você descobre que está carregando uma vida, ali você passa a amar, porque sabe que tem alguém para você cuidar”, comenta.</p>
<p>A médica Isabelle Cantídio, coordenadora do “Mãe Primavera”, destaca que o projeto é uma construção coletiva dos residentes, professores e estudantes. Tendo como protagonistas as mamães que precisam de atenção para realizarem o parto de forma segura. “É um projeto que muito nos orgulha. Aqui passamos todas as orientações e fazemos uma linha de cuidados para as gestantes &#8220;, diz.</p>
<p>A médica frisa que a gravidez na adolescência, além dos riscos, envolve descobertas. “A adolescência é um período de muitas descobertas e transformações, onde as nossas pacientes precisam desse apoio. Não só do ponto de vista obstétrico, mas também psicológico, nutricional, de atividades físicas e autoestima. E aqui a gente aborda todos esses pontos”, destaca.</p>
<figure id="attachment_104849" aria-describedby="caption-attachment-104849" style="width: 680px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="wp-image-104849" src="https://portal.uern.br/wp-content/uploads/2023/05/IsabelleeRenata-scaled.jpeg" alt="" width="680" height="588" srcset="https://portal.uern.br/wp-content/uploads/2023/05/IsabelleeRenata-scaled.jpeg 2560w, https://portal.uern.br/wp-content/uploads/2023/05/IsabelleeRenata-300x259.jpeg 300w, https://portal.uern.br/wp-content/uploads/2023/05/IsabelleeRenata-1024x886.jpeg 1024w, https://portal.uern.br/wp-content/uploads/2023/05/IsabelleeRenata-768x664.jpeg 768w, https://portal.uern.br/wp-content/uploads/2023/05/IsabelleeRenata-1536x1328.jpeg 1536w, https://portal.uern.br/wp-content/uploads/2023/05/IsabelleeRenata-2048x1771.jpeg 2048w" sizes="(max-width: 680px) 100vw, 680px" /><figcaption id="caption-attachment-104849" class="wp-caption-text">As médicas Isabelle Cantídio e Renata Guerreiro falam sobre o projeto</figcaption></figure>
<p>Renata Guerreiro, Ginecologista e Residente do 3º ano em Ginecologia e Obstetrícia na Uern, conta que o projeto representa atenção integral e cuidados com as pacientes.</p>
<blockquote>
<h4>“O ambulatório do Mãe Primavera é uma flor que enche os nossos olhos, porque é um cuidado integral e uma atenção especial às nossas adolescentes, que engravidam nesse período difícil e tão cheio de descobertas e novidades. O que torna, às vezes, um período complicado de gestação”, destaca Renata.</h4>
</blockquote>
<p>O objetivo do projeto é promover um pré-natal de qualidade, sanando as dúvidas, os anseios que possam permear o período gestacional. A ginecologista destaca o preparo das pacientes para o momento do parto e pós-parto. “Esse cuidado não acaba quando o pré-natal se encerra, pois muitas das nossas pacientes retornam no período de puerpério para fazermos o planejamento familiar, evitando uma nova gestação na adolescência e todos os riscos que isso pode acarretar”, diz.</p>
<p><strong>Sobre o “Mãe Primavera” &#8211; </strong>O projeto está inserido no Programa de Residência Médica em Ginecologia e Obstetrícia. Uma parceria da Uern e a Prefeitura Municipal de Mossoró. Faz parte do programa, professores, preceptores, residentes, alunos e internos. Atende mensalmente cerca de 20 adolescentes em período gestacional. Em 2022, atendeu 200 jovens que deram à luz em meio aos cuidados da equipe.</p>
<p><strong>SERVIÇO</strong> &#8211; Os atendimentos do Mãe Primavera ocorrem às quintas-feira, no período da manhã. As pacientes são encaminhadas pelas Unidades Básicas de Saúde. Mais informações sobre o agendamento podem ser obtidas através do telefone 3315-2246 e pelo 99902-4986 (Whatsapp).</p>
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		<title>FACS promove confraternização natalina do projeto “Mãe primavera”</title>
		<link>https://portal.uern.br/blog/__trashed-50/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Noberto Andrey Rodrigues de Negreiros]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Dec 2019 17:37:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[FACS - Ciências da Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Mossoró]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[adolescência]]></category>
		<category><![CDATA[Atendimento]]></category>
		<category><![CDATA[FACS]]></category>
		<category><![CDATA[Gestantes]]></category>
		<category><![CDATA[gravidez]]></category>
		<category><![CDATA[Mãe Primavera]]></category>
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					<description><![CDATA[Na manhã desta quinta-feira, 12, a Faculdade de Ciências da Saúde, da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (FACS/UERN), promoveu uma confraternização natalina para as participantes do projeto “Mãe primavera”, como parte do encerramento das atividades em 2019. Às pacientes, foi oferecida uma palesta sobre HPV e exames preventivos, sob a responsabilidade dos [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Na manhã desta quinta-feira, 12, a Faculdade de Ciências da Saúde, da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (FACS/UERN), promoveu uma confraternização natalina para as participantes do projeto “Mãe primavera”, como parte do encerramento das atividades em 2019.</p>
<p>Às pacientes, foi oferecida uma palesta sobre HPV e exames preventivos, sob a responsabilidade dos alunos Samuel Santos e Jofraklin Andrade, ambos do 9º período, seguido por um café da manhã.</p>
<p>Surgido em 2013, o “Mãe primavera” é uma proposta da FACS/UERN que oferece atendimento a adolescentes gestantes de Mossoró e região de forma humanizada e gratuita. Atualmente, há cerca de 450 pacientes, sendo 250 cujo início da assistência ocorreu ainda este ano.</p>
<p>De acordo com a coordenadora clínica do projeto, professora Isabelle Cantídio Fernandes Diógenes, as novidades de 2019 incluíram a aquisição de um aparelho de cardiotocografia, usado para avaliar os batimentos cardíacos do bebê, e a realização do teste oral de tolerância à glicose, rastreio para diabetes na gravidez.</p>
<p>“A gente sempre está elaborando orientações novas, respeitando as linhas de cuidado para o pré-natal e tentando estar de acordo com as diretrizes vigentes”, destacou a professora.</p>
<p>Os atendimentos são promovidos todas as quintas-feiras pela manhã. Em média, há 15 pacientes por dia.</p>
<p>Camila Monielly, 19 anos, grávida de nove meses, conta que ficou sabendo do projeto por amigos. E assim que descobriu sua gestação procurou o ambulatório da FACS, onde são realizados os atendimentos. “O atendimento é excelente”, relatou.</p>
<p>Samuel Santos, aluno da Universidade e um dos palestrantes desta manhã, disse que a sua experiência acadêmica no projeto “é interessante pelo fato de que a gente que vai ser médico já lidar com a realidade social. Muitas vezes, uma menina de, por exemplo, 13 anos engravida num contexto familiar conturbado e sem condições sociais de pagar exames. Então, a gente aprende a lidar com a realidade mesmo”.</p>
<p>Integram o “Mãe primavera” os Programas de Residência Médica de Ginecologia e Obstetrícia e Medicina de Família e Comunidade da UERN/PMM, o estágio supervisionado em Ginecologia e Obstetrícia da FACS/UERN e a LIGA de Ginecologia e Obstetrícia da FACS/UERN.</p>
<p>Os atendimentos serão retomados em 9 de janeiro de 2020.</p>
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		<title>Ambulatório da UERN realiza atendimento especial a adolescentes grávidas</title>
		<link>https://portal.uern.br/blog/ambulatorio-da-uern-realiza-atendimento-especial-a-adolescentes-gravidas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[João Moura]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Mar 2017 15:12:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Aditivo]]></category>
		<category><![CDATA[Adolescente Grávida]]></category>
		<category><![CDATA[FACS]]></category>
		<category><![CDATA[Mãe Primavera]]></category>
		<category><![CDATA[Medicina]]></category>
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					<description><![CDATA[Através do projeto &#8220;Mãe Primavera&#8221;, a Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN) recebe adolescentes grávidas, oferecendo atendimento multiprofissional às futuras mamães. Além da consulta e exames de rotina do pré-natal, a gestante conta ainda com atendimento nas áreas de ginecologia, fisioterapia, nutrição, psicologia, assistência social, educação e saúde. Os atendimentos são realizados [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Através do projeto &#8220;Mãe Primavera&#8221;, a Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN) recebe adolescentes grávidas, oferecendo atendimento multiprofissional às futuras mamães. Além da consulta e exames de rotina do pré-natal, a gestante conta ainda com atendimento nas áreas de ginecologia, fisioterapia, nutrição, psicologia, assistência social, educação e saúde.</p>
<p>Os atendimentos são realizados nos ambulatórios da Faculdade de Ciências da Saúde (FACS), por professores, médicos residentes e estudantes dos últimos períodos do curso de Medicina. Só em 2016, foram atendidas 641 adolescentes pelo Projeto &#8220;Mãe Primavera&#8221;.</p>
<p>Natércia Fernandes é acompanhante de uma das mães primaveras e aprova o atendimento humanizado prestado no ambulatório. &#8220;Aqui é tudo maravilhoso. Todos os profissionais muito competentes e atenciosos. Não sabia que existia algo nesse padrão aqui em Mossoró. Só tomei conhecimento quando a filha de uma amiga precisou e tudo aqui está sendo ótimo&#8221;.</p>
<p>Para o aluno do 9º período do curso de Medicina, Wilson Soares, participar do projeto tem contribuído bastante para a sua formação. &#8220;É uma oportunidade excelente para nós, alunos, pois estamos dentro da própria universidade, junto aos nossos professores, e tendo a oportunidade de vivenciar agora o que iremos encontrar ao longo da profissão&#8221;.</p>
<p>A médica Mariana Smith está no segundo ano da Residência em Ginecologia e Obstetrícia da UERN. Ela é graduada em Medicina pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) e diz que a residência médica da UERN não deixa a desejar em nada para a de outras instituições. &#8220;Para mim, é um privilégio morar em Mossoró e poder, aqui mesmo, fazer a residência em uma área que é a base da saúde pública. O que desenvolvemos aqui nos ambulatórios da UERN é o que almejamos alcançar na profissão, que hoje ainda está muito distante da realidade, tanto na rede pública quanto na privada, mas que é o futuro da medicina&#8221;.</p>
<p>O projeto &#8220;Mãe Primavera&#8221; atende jovens gestantes entre 12 e 19 anos. Além do atendimento multiprofissional, as adolescentes também recebem o acompanhamento após o parto, com planejamento familiar, teste do olhinho para os bebês, pediatria, entre outros. Recentemente, foi implantada uma brinquedoteca, direcionada aos filhos das pacientes.</p>
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