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	<title>Laboratório de Estudos Costeiros e de Áreas Protegidas &#8211; UERN &#8211; Universidade do Estado do Rio Grande do Norte</title>
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		<title>Causas de deslizamento de falésia em Pipa são avaliadas por professor da Uern</title>
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		<pubDate>Sun, 29 Nov 2020 10:00:46 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Gestão Ambiental]]></category>
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					<description><![CDATA[Vários fatores podem ter sido a causa da queda de parte de uma falésia que vitimou, no dia 17 de novembro, uma família na praia de Pipa, em Tibau do Sul. O professor Rodrigo Guimarães, do curso de Gestão Ambiental do Campus de Central da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte &#8211; Uern, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Vários fatores podem ter sido a causa da queda de parte de uma falésia que vitimou, no dia 17 de novembro, uma família na praia de Pipa, em Tibau do Sul. O professor Rodrigo Guimarães, do curso de Gestão Ambiental do Campus de Central da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte &#8211; Uern, esteve no local para avaliar as possíveis causas.</p>
<p>O acidente tirou a vida de Hugo Pereira, sua esposa Stela Souza e o filhinho Sol, de apenas sete meses.</p>
<p>“O processo de movimentos de massa nas falésias ativas pode ter uma relação direta com o avanço do mar devido à erosão das praias e com o aquecimento global que eleva o nível dos oceanos. Também a maior frequência de eventos extremos pode aumentar a erosão marinha na base das falésias e acelerar a queda de blocos, tombamentos ou deslizamentos”, explicou o professor, que há 10 anos leciona a disciplina de Gestão da Zona Costeira.</p>
<p>Coordenador do Laboratório de Estudos Costeiros e de Áreas Protegidas &#8211; Lecap, Rodrigo Guimarães acrescenta que a ação humana vem se destacando entre os fatores de degradação dos ambientes litorâneos.</p>
<p>“Ocupações em Áreas de Preservação Permanente &#8211; APPs como as que existem em Pipa modificam a estrutura da vegetação, do solo e a drenagem da água das chuvas. E isso acelera os processos erosivos e, portanto, aumenta os riscos de acidentes nas falésias”, detalha o professor.</p>
<p>O Lecap abriga as atividades de pesquisa de docentes e alunos vinculados ao curso de graduação em Gestão Ambiental, Mestrado em Ciências Naturais, Mestrado em Geografia e Mestrado em Desenvolvimento e Meio Ambiente, realizando pesquisas sobre os ambientes litorâneos e as áreas protegidas.</p>
<p>Em 2018, o professor coordenou a elaboração do Plano de Manejo da Reserva de Desenvolvimento Sustentável Estadual Ponta do Tubarão e lá foi indicada a necessidade de adequação de ocupações que estavam no topo das falésias.</p>
<p>Atualmente, o Laboratório realiza pesquisas na Área de Proteção Ambiental das Dunas do Rosado e na RDS Ponta do Tubarão.</p>
<p>O projeto mais importante que os pesquisadores desenvolvem no momento é sobre os impactos socioambientais da energia eólica no Brasil, inclusive o grupo integra o Observatório da Energia Eólica da Universidade Federal do Ceará &#8211; UFC e uma rede de pesquisa que engloba a Texas A&amp;M University, a UFC, a Uern, a Universidade Federal do Rio Grande do Norte &#8211; UFRN e outras instituições.</p>
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