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	<title>Enfrentamento à violência &#8211; UERN &#8211; Universidade do Estado do Rio Grande do Norte</title>
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	<title>Enfrentamento à violência &#8211; UERN &#8211; Universidade do Estado do Rio Grande do Norte</title>
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		<title>Uern reforça protocolo de acolhimento a mulheres em situação de violência no Agosto Lilás</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Adriana Morais]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Aug 2026 13:47:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
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		<category><![CDATA[Agosto Lilás]]></category>
		<category><![CDATA[Enfrentamento à violência]]></category>
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					<description><![CDATA[Texto: Anne Vieira Durante o Agosto Lilás, mês marcado pela luta em defesa dos direitos das mulheres e pelo enfrentamento à violência contra elas, a Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (Uern) reforça a política institucional que integra ações de prevenção, acolhimento e enfrentamento às violências contra a mulher nos espaços acadêmicos e [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400"><em>Texto: Anne Vieira</em></span></p>
<p>Durante o Agosto Lilás, mês marcado pela luta em defesa dos direitos das mulheres e pelo enfrentamento à violência contra elas, a Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (Uern) reforça a política institucional que integra ações de prevenção, acolhimento e enfrentamento às violências contra a mulher nos espaços acadêmicos e administrativos.</p>
<p><span style="font-weight: 400">É nesse processo que a ouvidoria ocupa um papel importante. Para Carmem Sousa, ouvidora-geral da Uern, o canal de atendimento não deve ser visto apenas como um lugar para registrar manifestações, mas como um espaço de escuta e acolhimento. “A ouvidoria é um lugar de escuta qualificada. É um local seguro que existe para ouvir, estabelecendo assim uma confiança entre o cidadão e a instituição. Por meio dessa confiança as pessoas nos procuram e dizem: isso aconteceu comigo”, afirma.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A política institucional de enfrentamento às violências contra as mulheres foi formalizada em 2022 e consolidada em 2024 com a criação do protocolo de atendimentos, mas bem antes dessa formalização, a Uern já desenvolvia ações educativas que falassem sobre o tema.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Com a instituição do protocolo, o atendimento às demandas passou a envolver, além da ouvidoria, a colaboração de setores como as Diretorias de Ações Inclusivas (Dain) e Ações Afirmativas e Diversidade (Diaad) e as Pró-reitorias de Gestão de Pessoas (Progep) e Assuntos Estudantis (Prae), com o objetivo de tornar o enfrentamento às violências contra a mulher mais articulado e sistemático. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Para a titular da Diaad, Eliane Anselmo, esse trabalho reforça o compromisso da Universidade com a disseminação de informações para toda sociedade sobre os direitos, protocolos institucionais e enfrentamento. “A Universidade cumpre seu papel pedagógico de levar seu conhecimento e informação para toda a comunidade acadêmica e geral”, destaca.    </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A política também busca fazer com que a mulher possa permanecer e participar plenamente da vida universitária. Quando necessário, o protocolo prevê medidas de apoio às estudantes e servidoras durante o processo dos casos, considerando as necessidades apresentadas por cada uma.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Para a ouvidora, o objetivo é que a comunidade universitária esteja preparada não apenas para identificar situações de violência, mas também para acolher quem procura ajuda. “Precisamos construir uma universidade em que a mulher possa estudar, trabalhar, ensinar, pesquisar, ocupar espaços de decisão e participar plenamente da vida acadêmica”, destaca.</span></p>
<p><b>Programação do Agosto Lilás Uern  </b></p>
<p><span style="font-weight: 400">Ao longo de agosto, a Uern promove uma série de atividades em todos os campi como parte da programação do Agosto Lilás.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Uma das atividades principais é o Intervalo Lilás, oficina de livre participação que convida a comunidade universitária à construir coletivamente um painel temático sobre o enfrentamento à violência contra as mulheres. A atividade passa por todos os campi até o dia 29 de agosto, e os painéis ficam expostos durante todo o mês.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A programação contou também com uma roda de conversa com o tema: “Convivência Universitária: enfrentando o machismo, o patriarcado e as novas formas de misoginia no ambiente acadêmico”, realizada no último dia 20 de agosto. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Realizada pela ouvidoria e a Diaad, o evento reuniu docentes, técnicos e estudantes para discutir o tema. Para Tenalyn Rocha, do curso de Ciências Sociais, a realização de ações como essa contribui para a conscientização da comunidade acadêmica. &#8220;Eu acho importante esse tipo de ação pela questão da conscientização, porque tem gente que não sabe e não enxerga a importância. Então escutar pessoas que têm muito domínio sobre o assunto traz pra gente esse senso de pertencimento&#8221;, afirmou.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A programação do Agosto Lilás encerra dia 31 de agosto, às 15h, com uma Formação sobre o Protocolo de Acolhimento, voltada aos profissionais que atuam no atendimento a mulheres em situação de violência.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Com essas ações, a Uern reafirma seu compromisso com a construção de uma comunidade acadêmica mais segura, acolhedora e livre de violência contra as mulheres. </span></p>
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