<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>CEMAM &#8211; UERN &#8211; Universidade do Estado do Rio Grande do Norte</title>
	<atom:link href="https://portal.uern.br/blog/tag/cemam/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://portal.uern.br</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Wed, 10 Jan 2024 12:48:46 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=7.1.3</generator>

<image>
	<url>https://portal.uern.br/wp-content/uploads/2023/05/cropped-cropped-favicon-uern-1-32x32.png</url>
	<title>CEMAM &#8211; UERN &#8211; Universidade do Estado do Rio Grande do Norte</title>
	<link>https://portal.uern.br</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Projeto Cetáceos e Cemam atendem ao encalhe de 24 animais em 17 dias</title>
		<link>https://portal.uern.br/blog/projeto-cetaceos-e-cemam-atendem-ao-encalhe-de-24-animais-em-17-dias/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[João Moura]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Jan 2024 12:48:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[CEMAM]]></category>
		<category><![CDATA[PCCB]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://portal.uern.br/?p=114803</guid>

					<description><![CDATA[O Projeto Cetáceos da Costa Branca, da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (PCCB-Uern), e o Centro de Estudos e Monitoramento Ambiental (Cemam) atenderam ao encalhe de 24 animais marinhos no litoral oriental do Rio Grande do Norte, entre 24 de dezembro de 2023 e 8 de janeiro deste ano. A área em [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Projeto Cetáceos da Costa Branca, da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (PCCB-Uern), e o Centro de Estudos e Monitoramento Ambiental (Cemam) atenderam ao encalhe de 24 animais marinhos no litoral oriental do Rio Grande do Norte, entre 24 de dezembro de 2023 e 8 de janeiro deste ano.</p>
<p>A área em que foram encontrados os animais &#8211; 16 tartarugas marinhas e 8 golfinhos &#8211; se estende entre os municípios de Caiçara do Norte e Baía Formosa. Duas das tartarugas encontradas encalharam vivas, mas, devido ao grave estado de saúde em que se encontravam, foram a óbito posteriormente.</p>
<p>Conforme a bióloga do Cemam e do PCCB Raquel Marinho, é comum que no período de dezembro a janeiro haja um aumento na quantidade de encalhes de animais, uma vez que muitas espécies procurem água mais quentes, como é o caso do litoral do estado, durante seu período migratório.</p>
<p>De toda forma, ressalta a bióloga, os encalhes estão diretamente relacionados à interação entre o ambiente marinho e a ação humana. &#8220;A maior parte dos animais que atendemos na praia são acometidos pela ingestão de resíduos sólidos, como plástico ou nylon, ou ficam presos em redes de pesca, morrendo então afogados&#8221;, ilustra.</p>
<figure id="attachment_114805" aria-describedby="caption-attachment-114805" style="width: 505px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://portal.uern.br/wp-content/uploads/2024/01/PCCB-Uern-Cetaceos-2.jpg"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="wp-image-114805" src="https://portal.uern.br/wp-content/uploads/2024/01/PCCB-Uern-Cetaceos-2-300x146.jpg" alt="" width="505" height="246" srcset="https://portal.uern.br/wp-content/uploads/2024/01/PCCB-Uern-Cetaceos-2-300x146.jpg 300w, https://portal.uern.br/wp-content/uploads/2024/01/PCCB-Uern-Cetaceos-2-1024x498.jpg 1024w, https://portal.uern.br/wp-content/uploads/2024/01/PCCB-Uern-Cetaceos-2-768x373.jpg 768w, https://portal.uern.br/wp-content/uploads/2024/01/PCCB-Uern-Cetaceos-2.jpg 1152w" sizes="(max-width: 505px) 100vw, 505px" /></a><figcaption id="caption-attachment-114805" class="wp-caption-text">Ações como recolher o próprio lixo e zelar pela limpeza da praia podem reduzir drasticamente a quantidade de animais encalhados</figcaption></figure>
<p>A presença de substâncias tóxicas encontradas em resíduos sólidos levados ao mar pode também causar danos ao sistema imunológico e reprodutivo de animais como tartarugas marinhas e golfinhos, comprometendo ainda mais sua capacidade de sobrevivência.</p>
<p>Segundo Raquel, ações simples que a população pode tomar, como recolher o próprio lixo e zelar pela limpeza da praia, têm forte impacto sobre o número de animais acometidos pelos resíduos que chegam ao mar.</p>
<p>&#8220;A questão da pesca é mais delicada, porque é uma atividade econômica muito importante, tanto na escala industrial quanto na subsistência, mas infelizmente a gente vê esse alto impacto da pesca na sobrevida desses animais&#8221;, comenta.</p>
<p><strong>Orientações</strong><br />
De acordo com a bióloga, a principal recomendação para a população, caso encontre um animal marinho encalhado com vida, é acionar o quanto antes o Cemam ou o PCCB e buscar fazer sombra para os animais, utilizando itens como guarda-sóis, cangas ou lonas.</p>
<p>Já no caso em que os animais já estejam mortos, acrescenta, a orientação é acionar o Cemam ou o PCCB e evitar qualquer contato com o animal.</p>
<p>O Cemam e o PCCB-Uern podem ser contactados através dos telefones:<br />
Natal e região: (84) 99943-0058<br />
Areia Branca e região: (84) 98843-4621</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Projeto com participação da Uern reduz mortes de aves migratórias</title>
		<link>https://portal.uern.br/blog/projeto-com-participacao-da-uern-reduz-mortes-de-aves-migratorias/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Bruno Soares]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 18 Jun 2023 09:33:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[CEMAM]]></category>
		<category><![CDATA[Projeto Cetáceos da Costa Branca]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://portal.uern.br/?p=108331</guid>

					<description><![CDATA[A Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (Uern) participa de um projeto que vem diminuindo as mortes de Sterna dougallii &#8211; uma ave migratória popularmente conhecida como Trinta-réis-róseo -, em Galinhos, município localizado no litoral norte potiguar. Ameaçada de extinção, as aves acabavam colidindo com linhas de energia. A partir da instalação de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (Uern) participa de um projeto que vem diminuindo as mortes de Sterna dougallii &#8211; uma ave migratória popularmente conhecida como Trinta-réis-róseo -, em Galinhos, município localizado no litoral norte potiguar. Ameaçada de extinção, as aves acabavam colidindo com linhas de energia. A partir da instalação de sinalizadores nos fios, o número de casos caiu consideravelmente nos últimos anos.</p>
<p>O problema foi detectado pelo Projeto Cetáceos da Costa Branca (PCCB) da Uern e pelo Centro de Estudos e Monitoramento Ambiental (Cemam), uma organização sem fins lucrativos que pesquisa a vida marinha. Foi verificado, a partir de 2014, um aumento do número de mortes dessas aves próximas a uma linha de distribuição de energia, entre as comunidades de Galos e Galinhos.</p>
<p>Alguns desses animais encontrados após as colisões possuíam anilhas americanas. Os anilhamentos haviam sido feitos por Helen Hays, pesquisadora que atuava em Great Gull Island, em Nova Yorque, Estados Unidos, que revelou preocupação, uma vez que o trinta-réis-róseo corre riscos no mundo todo de ser extinta. Em seguida, Hays intermediou o contato da Uern com a pesquisadora Joan Walsh, da ONG Massachusetts Audubon Society, que veio até o local, em 2018, analisar de perto o cenário.</p>
<figure id="attachment_108335" aria-describedby="caption-attachment-108335" style="width: 300px" class="wp-caption alignleft"><img decoding="async" class="size-medium wp-image-108335" src="https://portal.uern.br/wp-content/uploads/2023/06/Rafael-Angelo-Revoredo-e-biologo-do-Cemam-e-do-Projeto-Cetaceos-Arquivo-pessoal-300x300.jpeg" alt="" width="300" height="300" srcset="https://portal.uern.br/wp-content/uploads/2023/06/Rafael-Angelo-Revoredo-e-biologo-do-Cemam-e-do-Projeto-Cetaceos-Arquivo-pessoal-300x300.jpeg 300w, https://portal.uern.br/wp-content/uploads/2023/06/Rafael-Angelo-Revoredo-e-biologo-do-Cemam-e-do-Projeto-Cetaceos-Arquivo-pessoal-150x150.jpeg 150w, https://portal.uern.br/wp-content/uploads/2023/06/Rafael-Angelo-Revoredo-e-biologo-do-Cemam-e-do-Projeto-Cetaceos-Arquivo-pessoal-100x100.jpeg 100w, https://portal.uern.br/wp-content/uploads/2023/06/Rafael-Angelo-Revoredo-e-biologo-do-Cemam-e-do-Projeto-Cetaceos-Arquivo-pessoal.jpeg 640w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /><figcaption id="caption-attachment-108335" class="wp-caption-text">Rafael Ângelo Revorêdo é biólogo do Cemam e do Projeto Cetáceos &#8211; Arquivo pessoal</figcaption></figure>
<p>Entre 2014 e 2017, morreram 150 aves, sendo 06 em 2014, 20 em 2015, 14 em 2016 e o pico em 2017, com 110 ocorrências. O crescimento pode estar relacionado à construção de um parque éolico próximo ao local, que influenciou nas rotas das aves, fazendo com que as mesmas se aproximassem ainda mais das linhas de energia.</p>
<p>“A partir de 2015 nós temos um aumento no número de colisões depois da construção de um parque eólico na região, em 2014. Esse parque reduziu o habitat dos animais e mudou a dinâmica de voo das aves, levando elas a transitar mais próximo à linha e consequentemente causando um aumento nas colisões”, explicou Rafael Ângelo Revorêdo, biólogo do Cemam e do Projeto Cetáceos, que esteve nos Estados Unidos no ano passado para monitorar a reprodução dos trinta-réis-róseos na colônia reprodutiva de Great Gull Island.</p>
<p>Após reuniões, pesquisas e notas técnicas, os pesquisadores chegaram à conclusão que deveria haver sinalizadores nos fios de energia para alertar os animais do perigo. O U.S. Fish and Wildlife Service, através da Mass Audubon, financiou cerca de 104 mil dólares para a realização dos estudos e aquisição dos materiais.</p>
<figure id="attachment_108334" aria-describedby="caption-attachment-108334" style="width: 300px" class="wp-caption alignright"><img decoding="async" class="size-medium wp-image-108334" src="https://portal.uern.br/wp-content/uploads/2023/06/Objeto-reflete-luz-do-sol-de-dia-absorve-energia-solar-e-brilha-a-noite-Foto-Reproducao-da-internet-300x150.jpg" alt="" width="300" height="150" srcset="https://portal.uern.br/wp-content/uploads/2023/06/Objeto-reflete-luz-do-sol-de-dia-absorve-energia-solar-e-brilha-a-noite-Foto-Reproducao-da-internet-300x150.jpg 300w, https://portal.uern.br/wp-content/uploads/2023/06/Objeto-reflete-luz-do-sol-de-dia-absorve-energia-solar-e-brilha-a-noite-Foto-Reproducao-da-internet.jpg 600w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /><figcaption id="caption-attachment-108334" class="wp-caption-text">Objeto reflete luz do sol de dia, absorve energia solar e brilha à noite &#8211; Foto Reprodução da internet</figcaption></figure>
<p>Para proporcionar visibilidade 24 horas por dia, os marcadores escolhidos têm dois tipos de fitas – uma que reflete a luz do sol e outra que absorve a energia solar durante o dia e brilha à noite.</p>
<p>As oscilações de colisões nos anos anteriores à colocação dos sinalizadores são atribuídos principalmente a uma possível dinâmica natural de presença ou ausência das aves na região, segundo Revorêdo.</p>
<p>“Na verdade, nós nem consideramos estaticamente como uma redução em 2018 e 2019. Não há diferença significativa em relação aos anos com altas colisões. A redução mesmo só veio em 2021 com a instalação dos marcadores nas fiações”, completa.</p>
<p>Em 2020, o monitoramento na região aconteceu de forma parcial em virtude da pandemia de Covid-19. Dessa forma, acrescenta o pesquisador, os dados não refletem o mesmo esforço amostral dos anos anteriores e podem estar subestimados. De qualquer forma, foram contabilizadas 10 mortes.</p>
<figure id="attachment_108336" aria-describedby="caption-attachment-108336" style="width: 226px" class="wp-caption alignleft"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-108336" src="https://portal.uern.br/wp-content/uploads/2023/06/Equipes-fazem-o-monitoramento-nas-regioes-da-linha-de-energia-Foto-Cemam-226x300.webp" alt="" width="226" height="300" srcset="https://portal.uern.br/wp-content/uploads/2023/06/Equipes-fazem-o-monitoramento-nas-regioes-da-linha-de-energia-Foto-Cemam-226x300.webp 226w, https://portal.uern.br/wp-content/uploads/2023/06/Equipes-fazem-o-monitoramento-nas-regioes-da-linha-de-energia-Foto-Cemam.webp 675w" sizes="(max-width: 226px) 100vw, 226px" /><figcaption id="caption-attachment-108336" class="wp-caption-text">Equipes fazem o monitoramento nas regiões da linha de energia &#8211; Foto Cemam</figcaption></figure>
<p>Depois da instalação dos sinalizadores, foram registrados 12 casos em 2022 e, até o momento, 20 em 2023.</p>
<p>Atividades complementares também se somaram ao monitoramento da linha de distribuição de energia. Novas áreas de risco foram identificadas e passaram a ser monitoradas, como é o caso de um trecho da rodovia estadual RN-402. Além disso, foram realizados estudos de observação de trinta-réis em cinco pontos da região da península de Galinhos para identificar como se dá a utilização da área pelas aves.</p>
<p>O professor Flávio Lima, coordenador geral do Projeto Cetáceos destaca o importante papel da Uern na criação de uma rede de pesquisadores e instituições do Brasil e de outros países, na elaboração de projetos para captação de recursos e na participação de proposição de medidas com base científica na mitigação dos impactos relacionados a mortandade das aves.</p>
<p>“A Uern está aí cumprindo sua missão de ensino, pesquisa e extensão de forma a integrar a sociedade, diversos atores e instituições governamentais e não-governamentais para ampliar o conhecimento científico e desenvolver estratégias de conservação das espécies e dos ambientes em que ocorre”, finalizou.</p>
<p><strong>Trinta-réis-róseo</strong></p>
<p>De cor predominantemente branca, e com a região superior da cabeça preta, os trinta-réis são aves carismáticas que encantam admiradores de todo o mundo.</p>
<p>A espécie Sterna dougallii, conhecida como trinta-réis-róseo, gaivotinha, andorinha-branca ou andorinha-do-mar-rósea pode pesar cerca de 119 gramas e possuir 79 cm de envergadura. Elas surpreendem pela capacidade de migrar grandes distâncias todos os anos. Pouco antes do início do inverno rigoroso do Hemisfério Norte, elas voam de países como Canadá e Estados Unidos, e migram para a América do Sul em busca de um clima mais ameno, fartura de alimentos e bons locais de descanso.</p>
<figure id="attachment_108337" aria-describedby="caption-attachment-108337" style="width: 300px" class="wp-caption alignright"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-108337" src="https://portal.uern.br/wp-content/uploads/2023/06/Animais-costumam-migrar-entre-as-americas-do-Norte-e-do-Sul-Foto-Pedro-Lima-1-300x225.webp" alt="" width="300" height="225" srcset="https://portal.uern.br/wp-content/uploads/2023/06/Animais-costumam-migrar-entre-as-americas-do-Norte-e-do-Sul-Foto-Pedro-Lima-1-300x225.webp 300w, https://portal.uern.br/wp-content/uploads/2023/06/Animais-costumam-migrar-entre-as-americas-do-Norte-e-do-Sul-Foto-Pedro-Lima-1-1024x768.webp 1024w, https://portal.uern.br/wp-content/uploads/2023/06/Animais-costumam-migrar-entre-as-americas-do-Norte-e-do-Sul-Foto-Pedro-Lima-1-768x576.webp 768w, https://portal.uern.br/wp-content/uploads/2023/06/Animais-costumam-migrar-entre-as-americas-do-Norte-e-do-Sul-Foto-Pedro-Lima-1-600x450.webp 600w, https://portal.uern.br/wp-content/uploads/2023/06/Animais-costumam-migrar-entre-as-americas-do-Norte-e-do-Sul-Foto-Pedro-Lima-1.webp 1200w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /><figcaption id="caption-attachment-108337" class="wp-caption-text">Animais costumam migrar entre as américas do Norte e do Sul &#8211; Foto Pedro Lima</figcaption></figure>
<p>Quando a temporada de inverno no Hemisfério Norte chega ao fim elas batem asas de volta para lá e iniciam a temporada de reprodução, que é quando esses animais se reúnem em colônias de nidificação e realizam esforços para perpetuar a espécie.</p>
<p>Para ser um animal marinho é necessário que o animal dependa de recursos que sejam advindos do mar e possuam adaptações para viver nesse ambiente (como glândulas de sal, no caso das aves marinhas). Os trinta-réis se alimentam de peixes do ambiente marinho. Durante a maior parte do dia forrageiam no mar, já a noite descansam em praias e bancos de areia. É por isso que são consideradas de aves marinhas.</p>
<p>Para capturar ou pescar os peixes, os trinta-réis sobrevoam o mar observando a água em busca de cardumes de pequenos peixes que fazem parte da sua dieta. Quando elas, enfim, encontram os peixes, realizam mergulhos de pouca profundidade, capturam os peixes com o bico e voam em busca de mais peixes.</p>
<p>Seu nome popular é atribuído à dificuldade e raridade de antigamente se encontrar um exemplar da espécie. Era tão escasso quanto moedas de trinta-réis (unidades monetárias de Portugal e Brasil, por exemplo) no passado.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Projeto Cetáceos abre seleção para voluntários em Mossoró</title>
		<link>https://portal.uern.br/blog/projeto-cetaceos-abre-selecao-para-voluntarios-em-mossoro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Noberto Andrey Rodrigues de Negreiros]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Mar 2020 19:34:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[CEMAM]]></category>
		<category><![CDATA[Projeto Cetáceos]]></category>
		<category><![CDATA[Seleção]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://portal.uern.br/?p=64544</guid>

					<description><![CDATA[O Centro de Estudos e Monitoramento Ambiental (CEMAM) abriu seleção para o Programa de Voluntários de Monitoramento e Biota Marinha, integrante do Projeto Cetáceos Costa Branca da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN). As inscrições vão até 14 de abril. Para se inscrever, o aluno deve, primeiramente, preencher o formulário de interesse [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Centro de Estudos e Monitoramento Ambiental (CEMAM) abriu seleção para o Programa de Voluntários de Monitoramento e Biota Marinha, integrante do Projeto Cetáceos Costa Branca da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN). As inscrições vão até 14 de abril.</p>
<p>Para se inscrever, o aluno deve, primeiramente, preencher o formulário de interesse clicando <a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSencsW6-oCqDQi15fFqAnpApmQj2nefJ4J93mX6neY08MsmyA/viewform">AQUI</a>, anexando currículo, carta de interesse, além de cópias do RG e do CPF. A análise da documentação terá caráter eliminatório. O candidato tem que estar pelo menos no quarto período acadêmico.</p>
<p>Os selecionados nessa primeira etapa comparecerão ainda, entre 18 e 19 de março, a entrevistas, também de cunho eliminatório, no Laboratório de Monitoramento de Biota Marinha, no Campus Central da UERN.</p>
<p>Com duração média de seis meses, as vagas são destinadas a alunos dos cursos de Ciências Biológicas, Medicina Veterinária e áreas afins. A experiência capacita os estudantes nas atividades desenvolvidas e os introduz na pesquisa em educação ambiental, envolvendo a megafauna marinha potiguar.</p>
<p>A divulgação da lista dos selecionados ocorrerá em 23 de março e as atividades vão se iniciar em 30 de março.</p>
<p>Confira detalhes do processo seletivo <a href="https://drive.google.com/file/d/1xWnsnMjrHlG4fLAsVU0bZ2glImSO1fYK/view">AQUI</a>.</p>
<p>Confira o portal oficial do CEMAM <a href="https://www.cemam.org/">AQUI</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
